Para as grandes viagens
BMW R 1200 RT
Para ir às compras
Vespa GTS 250
KTM 450 EXC
Yamaha YFZ 450
Para ir à Vidigueira
Harley Davidson Night Rod
Ducati Desmosedeci RR
KTM Duke III
Triumph Bonneville T-100
Yamaha V-Max 1200
Vespa 150 GL
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Para ir à Vidigueira
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A segunda enoposta vai para um vinho degustado há um par de meses, o qual por fruto da boa impressão causada, ainda permanece na minha alembradura. Trata-se do Sedinhas – Grande Escolha 2002, produzido por António Caetano de Sousa e Faria Girão, na Casa das Torres, propriedade localizada na região do Douro, mais concretamente em Mesão Frio. Segundo o produtor, foram engarrafadas 10266 garrafas, sendo que pelo menos a 9830, a 9833 e a 9834 já não existem, dado terem sido consumidas durante uma refeição que reuniu alguns companheiros de armas, no restaurante Alazão, ali para os lados de Alcântara, onde é servido como vinho da casa(!), a 10,50€ a garrafa. Nessa refeição, o Sedinhas acompanhou maravilhosamente uns bifinhos grelhados de vitela barrosã, combinação que me deixou com vontade de voltar. De realçar que este restaurante comprou um total de 6400 garrafas, que somadas a alguns lotes exportados, fazem deste vinho uma raridade nos circuitos habituais de comercialização.
17 August 2007 - 09 September 2007
Realização: David Silverman
O dia tristonho inviabilizou a ida ao Portugal dos Pequeninos. Passeios de bicicleta e outras actividades outdoor também não davam muito jeito. Solução: se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé.
Continuando na temática do vinho, dou aqui início a um separador dedicado aos néctares que se notabilizaram ao passarem por este modesto gorgomilo. Não, não é crítica enófila. Não tenho aspirações a essa nobre arte. São vinhos que me souberam bem, ponto. Eventualmente poderão ser postadas outras beberagens que eu nestas coisas sou assim tipo todo-o-terreno.Para começar então, fica aqui um exemplar de um tipo de vinho com o qual gosto de iniciar certas refeições especiais. Espumante pois claro, ou Champagne neste caso, dado que é proveniente (segundo dizem) da região com o mesmo nome.
Este Piper-Heidsieck Brut acompanhou na perfeição ostras “ao natural”, paté de sapateira e camarões tigre. Como único defeito, o preço do dito. Cerca de 30€ nos sítios do costume. Enfim… um dia não são dias.
A menos de um mês da época das vindimas, é tempo para dedicar os períodos de leitura à temática da vinicultura e da enofilia. Entre os manuscritos da família, e outras obras que me darão dicas para o próximo mês, destaco o livro que me acompanhará nas viagens de comboio nos próximos dias: “Vinhos de Portugal – Da vinha ao vinho – variedades e regiões”, de Ceferino Carrera.
Apesar de ser uma receita relativamente popular, principalmente no Algarve de onde é oriunda, só recentemente provei carapaus alimados. Foi durante um almoço de trabalho, num restaurante ali para os lados de Alcântara-Terra. A refeição foi muito agradável e os carapaus estavam muito bem preparados pelo que fiquei de pesquisar a receita para a preparar chez moi, o que aconteceu hoje ao almoço.Ingredientes
8 batatas pequenas
4 tomates
1 cebola
1 dente de alho
1dl de azeite
5cl de vinagre de vinho tinto
Oregãos q.b.
Sal (muito)
Gosto que me façam companhia enquanto cozinho, pelo que não me importo que os meus convidados cheguem antes, ou até muito antes, dos horários normalmente estabelecidos para as refeições. Foi o que aconteceu no sábado em que confeccionei esta feijoada. O Zé e a Sónia apareceram aqui em casa eram 10:30, o que fez com que a preparação do almoço decorresse em simultâneo com umas cervejinhas na esplanada e a colocação da conversa em dia. Isto por um lado torna o acto de cozinhar ainda mais prazenteiro, mas por outro, devido às distracções, fez com que não tivesse anotado todos os passos e medidas da receita, pelo que alguns dos valores indicados não foram rigorosamente aferidos como é hábito. De qualquer das formas a feijoada estava muito boa, razão pela qual vou anotar aqui aquilo de que me lembro, para quando quiser repetir a receita ter pelo menos uma “base de trabalho”.
Ingredientes
2 orelhas de porco
1 chispe de porco
1 focinho de porco
500g de rojões de porco
1 chouriço
1kg de feijão branco
3 cenouras
2 cebolas
6 dentes de alho
2 folhas de louro
1 ramo de coentros
2dl de azeite
2,5dl vinho branco
Sal q.b.
Pimenta q. b.
Paprica q.b.
Tabasco q.b.
De véspera, lave o feijão e deixe de molho. Arranje também as carnes, limpando muito bem e removendo as pilosidades.
No próprio dia coloque a cozer numa panela de pressão as orelhas, o chispe e o focinho.
Coza também o feijão em panela de pressão. Reserve ambas as águas das cozeduras.
Numa panela grande (bem grande) refogue ligeiramente no azeite a cebola e os alhos picados finos, junte de seguida a cenoura cortada em semi-rodelas, as rodelas de chouriço e os rojões. Vá mexendo até a carne alourar, juntando de seguida o vinho branco e o louro. Entretanto desosse o chispe e corte em pedaços a orelha e o focinho. Assim que a cenoura se apresentar ligeiramente cozida junte o feijão e de seguida as carnes. Ajuste o molho da feijoada através da adição de água da cozedura das carnes e do feijão. Rectifique o sal e tempere com paprica e tabasco a gosto. Antes de apagar, junte o ramo de coentros picado muito finamente. Envolva e deixe repousar, pelo menos 15 minutos antes de servir. Acompanhe com arroz branco.
6 Novembro
Rufus Wainwright
Coliseu
25-35€
7 Novembro
Interpol
Coliseu
25-28€
14 Novembro
Bonde do Rolê
Lisboa - Santiago Alquimista
Preço a definir
Pavilhão do Restelo
Preço a definir
Local a definir
Preço a definir
Pavilhão Atlântico
25-30€
Aula Magna
23-28€
Uma hora de almoço diferente.
Se fosse cicerone de um estrangeiro que quisesse conhecer a parte mais castiça de Lisboa, levava-o à tasca onde almocei hoje. Na gíria “interna” é conhecida por “Fumos”, e fica na Rua do Cascão, uma daquelas ruas íngremes entre Santa Apolónia e o Panteão Nacional. No total não cabem lá mais de 8 pessoas, e isto com boa vontade. Luxo, requinte, variedade e conforto são palavras totalmente desconhecidas. Na melhor das hipóteses, fica-se sentado em frente à ventoinha, que foi o lugar que me calhou por cortesia dos comensais que me acompanharam. A refeição consistiu em bacalhau assado na brasa, acompanhado por batatas também assadas e feijão frade. O preço é fixo para habitués (7€), e inclui, para além do prato principal, sopa, vinho, pão, fruta, café e cheirinho. Mas não foi nada do que escrevi até aqui que me cativou nesta tasca. O melhor mesmo, é ser atendido pela D. Lurdes, que com os seus raspanetes, e com o seu à-vontade típico de Alfama, nos faz sentir como se estivéssemos a almoçar em casa da avó rezingona. Um must…
Infelizmente, Magic Position, a última do alinhamento, coincidiu com o esgotar das baterias do pirralho, pelo que aos primeiros acordes de Koop, houve que bater em retirada, para minha grande pena. Para além dos Koop, gostava de ter ouvido Groove Armada e Vanessa da Mata, mas paciência, fica para a próxima.
Desvanecido que está o sururu sobre integracionismos e Ibérias, menciono agora aqui uma exposição que andava para visitar há algum tempo, ensejo que acabei por lograr na passada sexta-feira. Chama-se “Máscara Ibérica” e decorre, na Estação do Rossio, até 2 de Setembro. Nela estão expostas uma série de máscaras e fatos, oriundos principalmente do Nordeste da Península Ibérica, bem como dezenas de imagens da máscara no seu contexto ritualístico. Como actividades complementares, podem-se adquirir peças de artesanato e livros sobre o tema, bem como provar vinhos e outras bebidas da casa Ramos Pinto. Se passarem pelo Rossio, aproveitem. A entrada é livre.
Imagine um local onde, durante a semana, se pode almoçar a preços muito razoáveis, desfrutando de uma cozinha tradicional, sem pretensões, mas de boa qualidade. Várias centenas de nomes lhe virão à cabeça, por hipótese. Acrescente à equação a possibilidade de poder degustar um cafezinho, dos melhores lotes que Campo Maior produz, em amena cavaqueira, enquanto ouve boa música. O número inicial reduz-se. Agora imagine que nesse mesmo local, e depois de um soalheiro dia de praia, pode beber uma excelente imperial (uma só é difícil), complementada com uns belos caracóis, caracoletas assadas, amêijoas, navalhas, etc., etc. O número fica ainda mais pequeno. Imagine ainda poder assistir a um jogo dos “grandes”, em tela gigante, num ambiente digno dos mais castiços bares irlandeses, rodeado de adeptos que realmente gostam de futebol. Já ficamos com um grupo muito restrito de locais. Para finalizar, imagine um “tasco” onde 80% dos clientes são tratados pelo próprio nome, no que parece ser um café de aldeia, apesar do mesmo se localizar às portas da capital, e onde esses clientes são recebidos com simpatia pelo Hélder, pela Patrícia, e cia. lda., e em dias especiais, pela boa disposição em pessoa: Mr. Manaia. Aí só resta um nome. Chama-se Tertúlia e fica na Damaia, junto aos Correios.Pretensiosismos à parte, não me considero um gajo esquisito, nem acho que tenha grandes pancas. É claro que toda a gente que me conhece, com a Mrs. Crama à cabeça, não concorda com esta afirmação, mas isso é porque tenho a tendência para conhecer pessoas que têem esse péssimo hábito de discordar de mim.
Verifica-se no entanto que, de há uns tempos a esta parte, desenvolvi um gosto requintado, quiçá ecléctico. Algo para o qual me posso declarar um tipo “esquifoso”. Para que conste, gosto de ser atropelado. É verdade. Acho uma piada do catano sentir o fresquinho da chapa e da fibra de vidro no lombo. Mas não é atropelado da forma tradicional: gajo a atravessar uma qualquer rua, ou estrada, viatura em velocidade excessiva, travagem falhada e tungas, o mesmo gajo agora estatelado com fracturas múltiplas e a sujar o alcatrão de sangue. Não. Isso não é para mim. Até porque este tipo de atropelamento, chamemos-lhe convencional, para além de já ter muitos adeptos, faltando-lhe portanto originalidade, normalmente é coisa para aleijar, e ir parar ao hospital, ou a sítios piores, e eu assim não me dá muito jeito. Não senhora. Vai daí, e fruto de alguma experiência, fui apurando as minhas preferências nesta área, pelo que estou neste momento em condições de parametrizar aquele que é o meu atropelamento preferido. Para ser atropelado como deve de ser, têm de se verificar quatro condições:
1ª - O carro tem de me atropelar de marcha-atrás.
De marcha-atrás porque esta mudança tem uma grande desmultiplicação o que faz com que os carros andem mais devagar. Assim, é mais fácil evitar aquelas cenas das fracturas e do sangue. É como acontecia quando jogava ao “baliza à baliza”: Atropelamentos mas não vale bajardas. (É mesmo bajardas que se escreve apesar do corrector dizer que não existe esta palavra e querer substitui-la por bojardas. Ndr: tenho de arranjar um corrector com idioma praceteiro).
2ª - O carro deve ser um sedan.
Esta fui apurando ao longo do tempo. Depois de experimentar hatchcbacks, Opeis Corsa e coisas do género, cheguei à conclusão que o terceiro volume é fundamental. É que o sucesso do atropelamento, leia-se a capacidade de sair mais ou menos ileso, passa essencialmente pela facilidade com que se consegue “aderir” ao carro, ganhando a velocidade deste e evitando assim ser derrubado para o chão e passado a ferro, ou melhor, passado a pneu. Neste aspecto, os carros sem mala tornam-se complicados porque simplesmente não há sítio para agarrar, nem para nos apoiarmos. Imaginem fazer uma pega de caras a um touro desprovido de cornos. É mais ou menos a mesma coisa, aliás, nem sei como é que os touros ainda não se lembraram de ir para as touradas sem cornos. Se por um lado ficava mais difícil pôr bandarilheiros a falar fininho, por outro, a aviar forcados, ia ser às paletes. Voltando aos atropelamentos, a mala é fundamental. Existindo mala, a única dificuldade que resta é virarmo-nos de frente para o carro, assim que levamos o toque, saltar para cima dela, abrir os braços de modo a alcançar as laterais do carro, bater com a cabeça no vidro traseiro, se possível repetidamente, para que o condutor se aperceba da nossa presença e assim dê como concluído o atropelanço. Parece complicado, mas não é. Como disse atrás, fruto da experiência, posso afirmar que o Volvo S40 é um carro perfeito para se ser atropelado. Tentem é evitar os que tenham aleiron porque parecendo que não, dificulta.
3ª - O carro deve ser conduzido por uma mulher.
Esta é mesmo só por espírito de contradição. É que já ando farto de ouvir dizer que as mulheres são melhores condutoras… blá, blá, blá… mais cumpridoras… blá, blá, blá… mais atenciosas… blá, blá, blá… seguros mais baratos… blá, blá, blá… quando se sabe que isto não passa de um mito urbano. Assim, sempre que sou atropelado, é menos uma que se pode gabar de conduzir melhor que todos os homens. “Filha, atropelaste um gajo de marcha-atrás! How dumb can you be?”
4ª - A mulher, a tal que vai a conduzir, tem de ser antipática e mal-educada.
É que se não for, pode ser que ela saia do carro, peça desculpa, queira-nos levar ao hospital, ou pagar um chazinho, e isso faz perder muito tempo. Como normalmente sou atropelado quando vou para o trabalho, ou quando regresso a casa, não dá muito jeito a conversa fiada, porque isso só me iria fazer perder o comboio. Assim, as melhores atropeladoras são aquelas que depois de nos albarroarem, e quando ainda estamos com a cara colada ao vidro traseiro, se voltam com o sobrolho franzido: “Oh parvalhão, não te importas de sair de cima do meu carro, palhaço!”. Basta desmontar da viatura da senhora, que ela arranca logo em grande velocidade, e cada um vai à sua vidinha. É uma limpeza.
Agora já sabem. Se conhecerem alguma mulher, antipática, mal-educada, que tenha um sedan e faça marcha-atrás sem olhar pelos espelhos retrovisores, por favor dêem-lhe o meu contacto. Agora ganhei-lhe o gosto e não quero outra coisa.
Terminado Os Indiferentes, segue-se o As Pessoas Felizes, de Agustina Bessa-Luís.
Cativou-me desde logo o primeiro parágrafo:
“Há muitas coisas belas na terra, mas nada iguala a recordação de um dia de Verão que declina, e temos onze anos e sabemos que o dia seguinte é fundamental para que os nossos desejos se cumpram. Quem conservar este sentimento pela vida fora está predestinado a um triunfo, talvez um tanto sedentário, mas que tem o seu reino no coração das pessoas. O coração das pessoas!”
A ler vamos...
Ainda não consegui compreender o que falhou.
Caramba, o homem tinha tudo para ser re-eleito!
Independente, depois de lhe ser retirada a confiança política pelo partido que o apoiava. Check.
Colocou em xeque o líder do partido que o apoiava. Check.
Confusões judiciais. Check.
Câmara em falência técnica. Check.
Alguém que me explique, como é que o Carmona ficou em segundo.
O que é que queriam que o homem fizesse? Fosse de férias para Porto Galinhas? Renomeasse o Estádio da Luz? Passasse a fumar charutos?
... a todos os que hoje se levantaram bem cedinho e estavam, às oito da manhã, na A1, mais precisamente em Santa Iria, no sentido Norte-Sul, para me acompanharem na minha viagem automobilizada até Lisboa. Foi muito bom, para um rapaz do campo como eu, habituado à pasmaceira do comboio, ter tanta gente esta manhã a acompanhar-me até à capital. A escolta, o apoio, o calor humano, e o mecânico também, as buzinadelas, a marcha lenta, enfim tudo, foi muito bom mesmo. Excelente. Magnífico. Estou profundamente grato a todos, a sério que estou, mas para a próxima deixem-me chegar a horas à reunião, se faz favor.
Como mostra de gratidão por ter sido a leitora/comentadora mais regular, diria mesmo assídua, desta chafarica, a qual, lendo as bacoradas que aqui se publicam regularmente, conseguiu resistir à tentação, perfeitamente compreensível, de me insultar, isto para além de me dar óptimas dicas musicais e culinárias, decidi, dizia eu, atribuir o título de Praceteira Honoris Causa, a RITA MARIA JOSEFINA do Ervilhaz.
Hoje, de manhã.The Gossip – Standing in the way of control
Patrick Wolf – Magic position
Mika – Grace Kelly
Arcade Fire – Wake up
Maximo Park – Apply some pressure
Bloc Party – Sunday
TV on the Radio – Wolf like me
I’m from
Interpol – Evil
Dave Matthews Band – Dream girl
Scissor Sisters – I don’t feel like dancing
The Magic Numbers – I see you, you see me
Regina Spektor – On the radio
Buraca Som Sistema – Yah! feat. Pett
Estive lá ontem, porque a pretinha a caminho de casa disse que tinha sede, tendo de sair da A1, em Vila Franca, para pôr gasolina. Só dei uma voltinha a ver se encontrava uns colegas que moram nesta terra de toiros e toureiros, e de outros que não tais, mas não encontrei ninguém. Se calhar foi melhor assim.QUINTA-FEIRA, 5 DE JULHO
SEXTA-FEIRA, 6 DE JULHO
11h00 – Animação itinerante no Mercado Municipal e Praça do Município com o Grupo “Pilha Galinhas”
19h00 – Inauguração da Exposição “75 Anos do Colete Encarnado/75 anos dos Forcados Amadores de Vila Franca de Xira” (Celeiro da Patriarcal)
19h30 - Concentração na Praça do Município. Início do desfile para a Missa Rociera
20h30 – Missa Rociera na Igreja Matriz com o “Coro de la Hermandad del Rocio de la Puebla del Rio”, seguida da actuação dos fadistas de Vila Franca, na escadaria.
21h45 – Animação itinerante nas ruas da cidade com Tunas Académicas e outros grupos
22h00 – Espera de Toiros seguida de Largada
23h00 – Actuação do “Coro de la Hermandad del Rocio de la Puebla del Rio” (Palco da Av. Pedro Victor)
Animação Musical com a Orquestra da Felicidade, do Brilho e da Glória (Palco da Av. Pedro Victor)
Animação itinerante no Largo da Câmara, Largo Telmo Perdigão e Largo da Misericórdia.
SÁBADO, 7 DE JULHO
10h00 - Concentração de Campinos e deposição de uma coroa de flores no Monumento ao Campino
10h00 – Feira de Velharias e Artesanato –até às 18h (Jardim Municipal)
11h00 – Corrida de campinos e condução de jogos de cabrestos (Campo de treinos do UDV)
14h30 – Prova de Atrelagem de Tradição (Largo 5 de Outubro)
15h00 – Missa cantada de evocação ao Forcado Ricardo Silva “Pitó”, na Igreja da Misericórdia
16h00 – Homenagem ao Campino na Praça Afonso de Albuquerque (Lg. da Câmara)
Desfile de Campinos / Desfile de Atrelagens
17h30 - Inauguração do Mausoléu ao Forcado Ricardo Silva “Pitó” (Cemitério de Vila Franca de Xira)
18h00 – Espera de Toiros seguida de Largada
18h00 – Chegada a Vila Franca de Xira do IV Cruzeiro / Regata da Moita
22h30 – Noite da sardinha assada (Postos Públicos na Rua 1º de Dezembro, junto à Travessa do Araújo e antiga Lota, na Rua Almirante Cândido dos Reis, junto à companhia de seguros e na Rua Serpa Pinto, junto à churrasqueira)
22h30 - Animação itinerante nas ruas e palcos da cidade - Tunas Académicas, Arruada com Grupos de Música Popular, Fado, Sevilhanas/Flamenco e Ranchos Folclóricos.
22h30 - Concerto com Xutos e Pontapés (Parque Urbano) - venda de bilhetes
23h00 – Baile com a Banda “Os Miúdos da Rua” na Av . Pedro Victor
DOMINGO, 8 DE JULHO
00h30 - Concerto com o Grupo de Música Popular Portuguesa ADIAFA (Palco da Av. Pedro Victor)
02h00 – Garraiada da Sardinha Assada na Praça de Toiros Palha Blanco
02h30 – Flamenco “Almagitana” (Av. Pedro Victor)
04h30 – Distribuição de caldo verde
10h30 – Espera de Toiros seguida de Largada
12h00 – Partida do IV Cruzeiro / Regata da Moita
15h00 – Animação com Folclore e Música Popular Portuguesa (Jardim Municipal)
17h00 - Animação Infantil com Teatro Dom Roberto “O Barbeiro e a Tourada”, o Palhaço Enano e a presença do homem Estátua , recordista do Guiness. Animação Infantil com o Palhaço Enano (Largo da Câmara).
17H00 – Maratona de Cycling – 4 horas a pedalar, das 17h00 às 21h00 (Jardim Municipal)
18h00 – Corrida na Praça de Toiros Palha Blanco - Cartaz
20h30 - Jantar dos Campinos (Mercado Municipal)
22H30 – Espectáculo de Fado Marialva (Largo do Câmara)
00h00 – Lançamento de Fogo de artifício no Rio Tejo
Encerramento do Colete Encarnado
Assim que desmonto da mota, recebo um fax cerebral. Eram as pernas a informar que a energia estava no último tracinho e portanto só iam aguentar mais cinco minutos em pé. Que das três uma: ou me punha em ritmo de marcha acelerada, ou aos saltos como no concerto de Underworld, ou então me sentava, sob pena de ficar qualquer coisa plégico. Pensei: Crama, Crama, és capaz de andar a abusar um bocadinho… Nada! Posto isto, dei uma volta de reconhecimento ao recinto. Como as cadeiras lá da frente, estavam todas ocupadas, e ficar de pé nas imediações não era opção, afastei-me uns metros para trás, para junto de uns ecrãs que iriam passar as imagens do palco, e toca de sentar. Uns minutos depois estava deitado com a mochila do capacete a servir de almofada. E assim estava eu, espojado, a contemplar as estrelas por cima de mim, quando soaram os primeiros acordes de Carpe Diem. Que maravilha! Que adequado! Era mesmo disto que eu estava a precisar. Infelizmente, o meu momento zen não iria durar todo o concerto. É que Rodrigo Leão + Belém + borlix = gente. E neste caso, gente que não vem necessariamente para OUVIR o espectáculo. Sim! É que um espectáculo musical, antes de mais, OUVE-SE, mas alguém se esqueceu de pôr isso no cartaz das festas Lisboa, e de maneira que, onde eu estava, ele eram telemóveis, ele eram conversas de grupos, ele eram criancinhas aos berros, ele eram, e esta é mesmo o cúmulo, vendedores de estridente quinquilharia chinesa para criancinhas.
E ando a ler o Os indiferentes, de Alberto Moravia.
Já agora, aproveitava a deixa, não para estender o convite a outros blogs, mas sim aos leitores deste post.
Sim você que está a ler estas linhas!
Diga-me lá qual foi o último livro que leu e/ou o que anda a ler.
É só clicar ali nos comentários. Vá lá! Não custa nada!
PS - Rita: No final o micro-ondas fica com quem?
Os Chemical Brothers, Air e Tiga actuam em Lisboa a 12 de Julho, não no "Nokia Live", mas no "Dance Station", um evento que decorrerá, em simultâneo, no Coliseu dos Recreios e na Estação do Rossio.
Os dois espaços míticos da capital vão receber também outros grandes nomes ligados à música electrónica, como os Fischerspooner, Erol Alkan, Simian Mobile Disco e Digitalism, entre outros.
Os bilhetes que dão acesso às duas salas custam 39 euros e terão uma edição limitada de 2000 exemplares, permitindo a entrada e saída dos recintos a qualquer momento. Para o Rossio o ingresso custa 35 euros e o do Coliseu fica em 30 euros.
O cartaz completo do "Dance Station" é o seguinte:
Estacão do Rossio
Tiga (DJ Set)
The Chemical Brothers
Justin Robertson (DJ Set)
Erol Alkan (DJ Set)
D.I.M.
Proxy
Jori Hulkonnen (DJ Set)

O pior concerto do ano, porque simplesmente não se realizou. Parece que o Xor Isaac Brock - vocalista e guitarrista dos Modest Mouse - quando não está a infligir dor a ele próprio, alguém, ou algo, se encarrega de fazer isso por ele. Desta vez, segundo informação disponível parece que ia a passear muito descansadinho, em Nottingham, quando uma garrafa decidiu ir colidir com a face do pobre desgraçado, obrigando à realização de uma intervenção cirúrgica, que inviabilizou alguns espectáculos em Junho, incluindo este em Colónia. Foi marcada uma nova data - 03/07/2007 - para a qual serviriam os bilhetes entretanto adquiridos, mas dado o fim das férias, tive de pedir a devolução do dinheiro. Paciência...
Hoje em dia, com mordomias como o GPS, ar-condicionado, radio-leitor de CD, telemóvel com ligação à internet, frigobar e DVD, para além da evolução do estado das estradas, viajar de carro está anos-luz do que era há três décadas, e vai-se a Barcelona como se ia a Almeida há 30 anos. No caminho, reserva-se o hotel, e quando dá a fome consulta-se os restaurantes disponíveis nas redondezas. Dado o conforto aproveita-se para por a leitura em dia, ver um filme, ou ouvir música como se estivéssemos em casa.