quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Prendinhas (II)

Como desconfio seriamente que a primeira lista de prendinhas já se encontra esgotada, fica aqui uma segunda lista com coisinhas que me fariam muito feliz e que tenho a certeza os meus amigos não vão deixar de me oferecer.
A temática é o hi-fi, ou seja, jingarelhos que permitem ouvir música com uma fidelidade, em relação ao que foi gravado nos discos, próxima da perfeição.

Temos então, para a sala "Stereo"

Fonte analógica
Linn Sondek LP12

Fonte Digital
Chord Reference CD Player

Prévio
Halcro dm10

Amplificador
Halcro dm88

Colunas
Dynaudio Evidence Master

e para o Home Cinema

Projector

Sim2 HT5000

Fonte
Teac Esoteric DV-60

Prévio+Amplificador
Krell Theater Stardard

Colunas frente(2)+laterais(2)+traseiras(2)
B&W 800D

Coluna central
B&W HTM1D

Subwoofer
Velodyne Signature 1812

O sistema para o cinema em casa podia ser bem mais carote, mas como estou com certa pena dos meus amigos...
De qualquer maneira, aviso que esta listinha é bem mais cara que a anterior.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

The knack

... and other social unaptitudes.

domingo, 26 de agosto de 2007

Fidelity, por Regina Spektor

Há músicas que são para mim especiais, por encerrarem dentro delas uma história, como se fossem um livro. Há músicas que, para mim, têm caras, cheiros e paisagens. Há outras que caracterizam as vivências de toda uma época. Houve músicas que, por si só, desencadearam uma série de acontecimentos marcantes, e com isso ajudaram a moldar aquilo que sou hoje. Escutar essas músicas é como viajar numa máquina do tempo, como ouvir contar a minha própria história, ou como ler o meu diário, se alguma vez tivesse escrito um.
Neste post tem início uma série dedicada às “minhas” músicas. Começo, não pelo princípio, mas exactamente pelo fim, por uma das últimas músicas que se tornaram minhas. Faz hoje exactamente um ano que ouvi a Regina Spektor pela primeira vez. Cantava a Fidelity, numa actuação ao vivo no Late Night with Conan O’Brian, registada num clipe do Youtube. Este ali em baixo. Pode-se dizer que foi amor aos primeiros acordes. De tal forma gostei da miúda que passados seis meses estava a mil e setecentos quilómetros de casa, mas a dois metros dela, a ouvi-la cantar num dos melhores concertos a que já assisti. Esta música recorda-me como descobri a blogosfera, fachada de palavras, sons e imagens atrás dos quais se “escondem” pessoas com ânsia de comunicar, com outros, ou por vezes com elas próprias. Esta música faz-me lembrar do Nuno Markl, senhor que ouço há muito tempo, e que me “apresentou” à Regina através do Há Vida Em Markl. Faz-me lembrar também do primeiro blog que li de fio a pavio, e da estranha sensação gerada, como se conhecesse a respectiva blogger há anos, apesar de apenas ter lido, em meia dúzia de dias, ano e meio de “postagens”. Faz-me lembrar de uma excelente semana passada a dois, em Paris; de ter perdido, logo à chegada ao aeroporto, os bilhetes do espectáculo, as passagens de avião para o regresso, bem como a anotação com a morada de casa do Quim e as indicações para lá chegar; de estar uma hora e meia em pé, ao vento e à chuva, para ser dos primeiros a entrar no Le Trabendo; do Jason e do Jack, que fizeram a abertura do concerto da Regina, e com quem estive a conversar um pouco no final da noite; do Olivier, com quem fui no comboio a trocar impressões sobre música, em francinglespanholês por assim dizer. Para além disto, ouvir a Fidelity faz-me pensar no conceito de amizade e nas várias formas em que esta se gera, se expressa e se assume. Faz-me pensar que um abraço se pode dar de muitas formas e não só com os braços. Um abraço pode ser dado com uma palavra, ou até com uma música.

sábado, 25 de agosto de 2007

It's a Boy Girl Thing

Realização: Nick Hurran
Elenco (vozes): Samaire Armstrong, Kevin Zegers, Sharon Osbourne, Maury Chaykin, Mpho Koaho
Nacionalidade: Canada/UK
Ano: 2006
Título em português: É Coisa de Rapaz ou Rapariga?

Classificação cramalheirística: * *

(mín: * - máx: * * * * *)

Procuram-se (II)

Segundo as primeiras informações - não confirmadas - chegadas ao Centro de Comando Estratégico da Praceta, a banda mencionada neste post, são os Fanfarre Haut Debit, captados neste vídeo, em plena Rua de Santa Catarina, no Porto.

Aguardam-se futuros desenvolvimentos a todo o instante. Ou talvez não.

Hoje, aqui...

... cheira a terra molhada.

Melhor que qualquer música

"Pai!!! Estava com tantas saudades tuas!"

Procuram-se

Sabe-se que são cerca de dez e que são franceses. Fazem-se acompanhar de tuba, trompetes, clarinetes, djambé, tarola e eu sei lá mais o quê. Tocam que é um espectáculo e têm um som ao qual se torna impossível ficar quieto. Ontem no Bairro Alto, quais tocadores de flautas encantadas, arrastavam atrás de si uma multidão, até aparecer a polícia que acabou com a festa, debaixo de um protesto generalizado.
Dão-se alvíssaras a quem der indicações do seu paradeiro, ou em alternativa um contacto válido.


PS – O vídeo é do mais rafeiroso que pode haver, e não faz qualquer justiça à performance dos senhores, mas foi o melhor que se pode arranjar.

Garrafeira Alfaia

Os meus apetites pediam-me umas cervejinhas com tapas. Uma caracoletazinha na brasa, uma ameijoazinha à Bulhão Pato, até, quem sabe, um peixinho da horta, mas nada feito. Lisboa em Agosto é mesmo uma imensa paisagem… desértica. Depois de bater com o nariz em muita porta, não restou outro remédio senão rumar ao Bairro Alto.
O destino acabou por ser a Garrafeira Alfaia, onde se comeram umas tapas sim, mas acompanhadas de vinho, pois então. Cerveja aqui é palavra proscrita como fez questão de salientar o empregado que me serviu, pela expressão de pasmo que fez, quando lhe pedi uma imperial com a qual pretendia esmagar a sede que me assolava. A oferta no que toca a petiscos centra-se nos enchidos, presuntos, queijos e azeitonas. Para beber há vinho. À garrafa ou a copo. O espaço é agradável, sobretudo se se poder desfrutar da castiça esplanada. Lá dentro o ganho em privacidade paga-se com um pouco de calor a mais. O serviço, apesar de não ter comprometido, não teve, digamos, um desempenho constante. O preço é nivelado pela oferta do Bairro, ou seja, alto. Um prato com um misto de enchidos quentes, pão e quatro copos de vinhos ficaram por 30€. Veredicto: um bom local para começar a noite, mas convém não levar os giglers muito abertos.

Garrafeira Alfaia

Morada:
Lisboa, Rua do Diário de Notícias, 125
Telefone:
213433079
Horário:
Segunda a sexta das 14h00 às 01h00
Sábado das 16h00 às 01h00

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

World Press Photo 2007

Há as categorias Sports Action, Sports Features, Contemporary Issues, Daily Life, Portraits, Arts and Entertainment e Nature, todas com imagens e histórias extraordinárias. Mas foram as Spot News, General News, People in the News, ou seja, aquilo que é notícia, que me deram um murro no estômago e que me confirmam que, como canta o outro senhor:

Something´s wrong in the world today...


Oded Balilty, Israel, The Associated Press

Arturo Rodriguez, Spain, The Associated Press

Akintunde Akinleye, Nigeria, Reuters

Mohammed Ballas, Palestinian Territories, The Associated Press

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Diálogos com Agostinho da Silva, de Antónia de Sousa

“Ainda hoje, sabe, quando eu passo por Barca de Alva ou Figueira Escalhão ou em qualquer um daqueles lugares, eu sinto que pertenço àquela terra.
(…)
Se eu fosse ao Algarve, antes do Algarve turístico que eu detesto, encontrava também chamado por aquele mar, por aquela costa admirável, porque minha gente também foi de lá. Se vou para o Alentejo, donde é outra minha gente, que foi pastora por lá, pois eu naturalmente também me sinto do Alentejo. De maneira que não lhe posso dizer. Se quiser dizer que sou beirão e do Porto e do Alentejo e do Algarve e de outras terras por onde tenho andado, com mais ou menos tempo, também posso dizer que sou. Não me matriculo assim.”

Nem eu.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Prendinhas (I)

A poucos dias do meu aniversário, acho por bem deixar aqui uma lista de presentes, não vão os meus amigos repetirem-se nas oferendas. Por coincidência, a lista completa representa a minha garagem de sonho, se tiver que me restringir a um top ten. E então reza assim:

Para as grandes viagens
BMW R 1200 RT

Para ir às compras
Vespa GTS 250

Para o monte
KTM 450 EXC

Para o monte, quando não tiver paciência para estar sempre no chão
Yamaha YFZ 450

Para ir à Vidigueira
Harley Davidson Night Rod

Para os track days
Ducati Desmosedeci RR

Para o trânsito de Lisboa
KTM Duke III

Para passeios tranquilos
Triumph Bonneville T-100

Para passeios menos tranquilos
Yamaha V-Max 1200

Porque é a Vespa mai linda do universo e, quem sabe, do mundo
Vespa 150 GL

Vá, agora cheguem-se à frente, não se acanhem.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Sedinhas – Grande Escolha 2002

A segunda enoposta vai para um vinho degustado há um par de meses, o qual por fruto da boa impressão causada, ainda permanece na minha alembradura. Trata-se do Sedinhas – Grande Escolha 2002, produzido por António Caetano de Sousa e Faria Girão, na Casa das Torres, propriedade localizada na região do Douro, mais concretamente em Mesão Frio. Segundo o produtor, foram engarrafadas 10266 garrafas, sendo que pelo menos a 9830, a 9833 e a 9834 já não existem, dado terem sido consumidas durante uma refeição que reuniu alguns companheiros de armas, no restaurante Alazão, ali para os lados de Alcântara, onde é servido como vinho da casa(!), a 10,50€ a garrafa. Nessa refeição, o Sedinhas acompanhou maravilhosamente uns bifinhos grelhados de vitela barrosã, combinação que me deixou com vontade de voltar. De realçar que este restaurante comprou um total de 6400 garrafas, que somadas a alguns lotes exportados, fazem deste vinho uma raridade nos circuitos habituais de comercialização.

Férias

Portugal é Agosto
e Lisboa é paisagem

sábado, 18 de agosto de 2007

World Press Photo 2007

17 August 2007 - 09 September 2007

Horário:
De Terça a Quinta 10.00 - 20.00
Sextas e Sábados 10.00 - 22.30
Domingos 10.00 - 20.00
Encerra à Segunda

Morada:
Museu da Electricidade/Central Tejo
Fundação EDP
Av. de Brasília
Lisboa
Tel +351 21 002 81 05

Abriu ontem ao público.
Quero ver se vou lá durante a próxima semana. Será o chamado dois em um. Vejo a exposição do World Press Photo e retrato-me de uma falha que já começava a ser ridícula - nunca ter visitado o Museu da Electricidade.
Se mais alguém estiver interessado, já sabem, canais habituais.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

The Simpsons Movie

Realização: David Silverman
Produção: James L. Brooks, Matt Groening, Al Jean
Elenco (vozes): Dan Castellaneta (Homer), Julie Kavner (Marge), Nancy Cartwright (Bart/Maggie), Yeardley Smith (Lisa)
Nacionalidade: EUA
Ano: 2007
Título em português: Os Simpsons: O Filme

Classificação cramalheirística: * * *

(mín: * - máx: * * * * *)

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Antes de ir para a cama

Elvis Presley morreu há 30 anos.
E como também eu tive a minha fase "Elvis"...

Durmam bem, ou não durmam melhor.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Caril de frango com espinafres e mescla de cenoura

O dia tristonho inviabilizou a ida ao Portugal dos Pequeninos. Passeios de bicicleta e outras actividades outdoor também não davam muito jeito. Solução: se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé.
Ao almoço, um saltinho até à Índia.

Mescla de cenoura

Ingredientes

2 cenouras
3 dentes de alho
2 colheres de sopa de óleo de girassol
1 colher de sopa de azeite
Coentros em pó q.b.
Pimenta preta q.b.
Sal q.b.

Preparação

Rale as cenouras. Pique o mais finamente que puder e deite numa tijela. Junte o alho esmagado, o óleo de girassol, o azeite, o vinagre, os coentros em pó, o sal e pimenta preta. Mexa bem e reserve.

Caril de frango com espinafres

Ingredientes

750g de peito de frango
350g de espinafres
2dl de natas
4 colheres de sopa de óleo de girassol
1 cebola (aprox. 150g)
4 dentes de alho
20g de gengibre
1 colher de café de caril
1 colher de café de cominhos
1 colher de café de coentros em pó
1 colher de pimentão doce
1 colher de açafrão
½ colher de café de piri-piri em pó
3 tomates chucha (aprox. 200g)
1 ramo de salsa
Sal q.b.
Pimenta preta q.b.
1 Chapata

Preparação

Aqueça o óleo e frite a cebola picada fina. Junte os dentes de alho esmagados naquele utensílio que agora não me lembra o nome. Junte também o gengibre microscopicamente picado e as especiarias. Salteie durante dois minutos. Corte o tomate aos bocados e deite no tacho. Depois de cozinhado o tomate, aumente o lume e junte o frango cortado em pedaços grandes. Tempere de sal e pimenta a gosto e envolva. Depois de cozinhar mais uns minutos junte as natas. Quando levantar fervura novamente, junte os espinafres e a salsa muito bem picada. Retire do lume assim que começar ferver. Sirva com a chapata, com arroz basmati cozido apenas em água, sal e um fio de azeite e com a mescla de cenoura.

Ao jantar, fomos até ao Brasil. Mas isso fica para outro dia.

Quem me dera

Enquanto escrevo umas coisas, está a dar na televisão o concerto de Peter Bjorn & John, em Paredes de Coura.
Neste momento passa isto.

Ai quem me dera...

Piper-Heidsieck Brut

Continuando na temática do vinho, dou aqui início a um separador dedicado aos néctares que se notabilizaram ao passarem por este modesto gorgomilo. Não, não é crítica enófila. Não tenho aspirações a essa nobre arte. São vinhos que me souberam bem, ponto. Eventualmente poderão ser postadas outras beberagens que eu nestas coisas sou assim tipo todo-o-terreno.

Para começar então, fica aqui um exemplar de um tipo de vinho com o qual gosto de iniciar certas refeições especiais. Espumante pois claro, ou Champagne neste caso, dado que é proveniente (segundo dizem) da região com o mesmo nome.
Este Piper-Heidsieck Brut acompanhou na perfeição ostras “ao natural”, paté de sapateira e camarões tigre. Como único defeito, o preço do dito. Cerca de 30€ nos sítios do costume. Enfim… um dia não são dias.

Vinhos de Portugal, de Ceferino Carrera

A menos de um mês da época das vindimas, é tempo para dedicar os períodos de leitura à temática da vinicultura e da enofilia. Entre os manuscritos da família, e outras obras que me darão dicas para o próximo mês, destaco o livro que me acompanhará nas viagens de comboio nos próximos dias: “Vinhos de Portugal – Da vinha ao vinho – variedades e regiões”, de Ceferino Carrera.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Quality time

A estreia de um clássico como brincadeira que antecede a ida para a cama.

domingo, 12 de agosto de 2007

Carapaus alimados

Apesar de ser uma receita relativamente popular, principalmente no Algarve de onde é oriunda, só recentemente provei carapaus alimados. Foi durante um almoço de trabalho, num restaurante ali para os lados de Alcântara-Terra. A refeição foi muito agradável e os carapaus estavam muito bem preparados pelo que fiquei de pesquisar a receita para a preparar chez moi, o que aconteceu hoje ao almoço.
De realçar que os carapaus têm que ser comprados de véspera e que estes têm de estar bem frescos para que o prato saia bem.

Ingredientes

1kg de carapaus pequenos (aprox. 15cm)
8 batatas pequenas
4 tomates
1 cebola
1 dente de alho
1dl de azeite
5cl de vinagre de vinho tinto
Oregãos q.b.
Sal (muito)

Preparação

Arranje os carapaus retirando a cabeça e as tripas. Lave-os muito bem e coloque-os em camadas alternadas de sal e carapaus num escorredor de modo a que saia o líquido da salmoura. Guarde no frigorífico durante pelo menos 24 horas. Após este tempo os carapaus ficam ligeiramente ressequidos. Lave-os em água corrente de modo a retirar o excesso de sal. Leve ao lume uma panela grande apenas com água. Quando levantar fervura junte os carapaus e deixe cozer durante 5 minutos. Entretanto pique a cebola, o dente de alho e a salsa para uma tigela e junte o azeite e o vinagre, com um toque de oregãos. Mexa bem. Depois de os carapaus estarem cozidos retire-os para um recipiente com água fria. Entretanto ponha a cozer as batatas com casca e uma pitada de sal. Alime os carapaus, que consiste em retirar-lhes a pele, a serrilha lateral e uma ou outra espinha mais saliente. Reserve. Depois de cozidas, retire a pele às batatas e disponha numa travessa. Junte o tomate cortado às rodelas e temperado com uma pitada de sal. Coloque os carapaus por cima e cubra com a marinada de cebola e salsa.

Feijoada de feijão branco

Gosto que me façam companhia enquanto cozinho, pelo que não me importo que os meus convidados cheguem antes, ou até muito antes, dos horários normalmente estabelecidos para as refeições. Foi o que aconteceu no sábado em que confeccionei esta feijoada. O Zé e a Sónia apareceram aqui em casa eram 10:30, o que fez com que a preparação do almoço decorresse em simultâneo com umas cervejinhas na esplanada e a colocação da conversa em dia. Isto por um lado torna o acto de cozinhar ainda mais prazenteiro, mas por outro, devido às distracções, fez com que não tivesse anotado todos os passos e medidas da receita, pelo que alguns dos valores indicados não foram rigorosamente aferidos como é hábito. De qualquer das formas a feijoada estava muito boa, razão pela qual vou anotar aqui aquilo de que me lembro, para quando quiser repetir a receita ter pelo menos uma “base de trabalho”.

Ingredientes

2 orelhas de porco
1 chispe de porco
1 focinho de porco
500g de rojões de porco
1 chouriço
1kg de feijão branco
3 cenouras
2 cebolas
6 dentes de alho
2 folhas de louro
1 ramo de coentros
2dl de azeite
2,5dl vinho branco
Sal q.b.
Pimenta q. b.
Paprica q.b.
Tabasco q.b.

Preparação

De véspera, lave o feijão e deixe de molho. Arranje também as carnes, limpando muito bem e removendo as pilosidades.
No próprio dia coloque a cozer numa panela de pressão as orelhas, o chispe e o focinho.
Coza também o feijão em panela de pressão. Reserve ambas as águas das cozeduras.
Numa panela grande (bem grande) refogue ligeiramente no azeite a cebola e os alhos picados finos, junte de seguida a cenoura cortada em semi-rodelas, as rodelas de chouriço e os rojões. Vá mexendo até a carne alourar, juntando de seguida o vinho branco e o louro. Entretanto desosse o chispe e corte em pedaços a orelha e o focinho. Assim que a cenoura se apresentar ligeiramente cozida junte o feijão e de seguida as carnes. Ajuste o molho da feijoada através da adição de água da cozedura das carnes e do feijão. Rectifique o sal e tempere com paprica e tabasco a gosto. Antes de apagar, junte o ramo de coentros picado muito finamente. Envolva e deixe repousar, pelo menos 15 minutos antes de servir. Acompanhe com arroz branco.

sábado, 11 de agosto de 2007

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Mas quem é que anda a comer cócó?

6 Novembro
Rufus Wainwright
Coliseu
25-35€

7 Novembro
Interpol
Coliseu
25-28€

14 Novembro
Bonde do Rolê
Lisboa - Santiago Alquimista
Preço a definir

16 Novembro
Editors
Pavilhão do Restelo
Preço a definir

18 Novembro
NOFX
Local a definir
Preço a definir

19 Novembro
Marilyn Manson
Pavilhão Atlântico
25-30€

26 Novembro
Josh Rouse
Aula Magna
23-28€

Mas quem é que se lembra de trazer esta maralha toda, ainda por cima, num mês onde vai haver

ISTO

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Rui Guerra

Uma hora de almoço diferente.

Na Casa da Cultura da Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais
R. Conselheiro Mariano de Carvalho, 67/68
Olivais Velho
Horário: das 11:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00

À saída, ainda houve tempo para apreciar o chafariz e o coreto de Olivais Velho, localizados na Praça da Viscondessa dos Olivais. Um cenário que nos faz esquecer que estamos a 300m da Gare do Oriente e do Parque das Nações.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

"Fumos"

Se fosse cicerone de um estrangeiro que quisesse conhecer a parte mais castiça de Lisboa, levava-o à tasca onde almocei hoje. Na gíria “interna” é conhecida por “Fumos”, e fica na Rua do Cascão, uma daquelas ruas íngremes entre Santa Apolónia e o Panteão Nacional. No total não cabem lá mais de 8 pessoas, e isto com boa vontade. Luxo, requinte, variedade e conforto são palavras totalmente desconhecidas. Na melhor das hipóteses, fica-se sentado em frente à ventoinha, que foi o lugar que me calhou por cortesia dos comensais que me acompanharam. A refeição consistiu em bacalhau assado na brasa, acompanhado por batatas também assadas e feijão frade. O preço é fixo para habitués (7€), e inclui, para além do prato principal, sopa, vinho, pão, fruta, café e cheirinho. Mas não foi nada do que escrevi até aqui que me cativou nesta tasca. O melhor mesmo, é ser atendido pela D. Lurdes, que com os seus raspanetes, e com o seu à-vontade típico de Alfama, nos faz sentir como se estivéssemos a almoçar em casa da avó rezingona. Um must…

domingo, 5 de agosto de 2007

Festival Sudoeste 2007 – 3º dia [Fotos]


Festival Sudoeste 2007 – 3º dia

Não foi propriamente um programa de fim-de-semana familiar convencional, mas acabou por ser um dia muito bem passado.
A tarde começou com uns Eta Carinae, ouvidos com pouca atenção enquanto se tratava da barriga. Depois houve que fazer a escolha entre Tiago Bettencourt e Air Traffic, tendo-se optado pelos últimos.

Um bom concerto, cheio de guitarras enérgicas, que serviu de aperitivo para os dois momentos altos da noite.

Sérgio Godinho, um senhor. Entre temas do mais recente “Ligação directa” e clássicos como Brilhozinho nos Olhos, e claro, O Primeiro Dia, galvanizou uma plateia entusiasmada. Terminou em apoteose com Quatro Quadras Soltas.

Patrick Wolf , um grande janado. Cantou, tocou, dançou no palco e no meio do público, saltou, atirou a guitarra, o violino, microfones e afins, trepou colunas, fez crowd surf, despiu-se (literalmente), enfim deu, não só um grande concerto, mas um grande espectáculo.

Infelizmente, Magic Position, a última do alinhamento, coincidiu com o esgotar das baterias do pirralho, pelo que aos primeiros acordes de Koop, houve que bater em retirada, para minha grande pena. Para além dos Koop, gostava de ter ouvido Groove Armada e Vanessa da Mata, mas paciência, fica para a próxima.

Máscara Ibérica

Desvanecido que está o sururu sobre integracionismos e Ibérias, menciono agora aqui uma exposição que andava para visitar há algum tempo, ensejo que acabei por lograr na passada sexta-feira. Chama-se “Máscara Ibérica” e decorre, na Estação do Rossio, até 2 de Setembro. Nela estão expostas uma série de máscaras e fatos, oriundos principalmente do Nordeste da Península Ibérica, bem como dezenas de imagens da máscara no seu contexto ritualístico. Como actividades complementares, podem-se adquirir peças de artesanato e livros sobre o tema, bem como provar vinhos e outras bebidas da casa Ramos Pinto. Se passarem pelo Rossio, aproveitem. A entrada é livre.

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Fora o resto

"Eu ainda acho cada dia que passa demasiado curto para todos os pensamentos que quero ter, para todos os passeios que quero dar, para todos os livros que quero ler e para todos os amigos que quero ver."
- John Burroughs

Parabéns Zeca

Faria hoje 78 anos.

O Meu 2º Festival

Depois das Bratz, do Noddy e do Ruca.

Mãe - Já dissete à tia onde é que vais no sábado?
Tia - Conta-me lá, onde é que vais!?
Pirralho - Vou ao Sudoeste ver o Patrick Wolf!
Tia - Ah é!
Pirralho - Sim, e era para ver o Mika, só que ele não comeu a sopa toda e ficou doente da garganta e já não vai.
Pai - É verdade! Sabes quem é vai lá estar também, no sábado?
Pirralho - Não!
Pai - Vê lá se adivinhas... "Hoje é o primeiro dia do resto da tua vida".
Pirralho - SÉRGIO GODIIIIINHO!!! ÉOU! ÉOU! ÉOU!

Aviso

Encontra-se diluída a raiva, e a inveja, àqueles que assistiram ao concerto da Aimee Mann, no passado dia 25 de Julho, no Coliseu dos Recreios. Como prova disso, fica aqui este clip da encantadora senhora.
Aimee: Para a próxima não falho. Juro.


Estão a ver! Estão a ver! Consegui ver isto até ao fim sem me esgadanhar.

Agora, quem vier para aqui dizer que vai hoje ao Sudoeste, assistir ao concerto de Manu Chao, não sabe ao que se habilita. Ai, não sabe não!

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

A minha mota...

...tem o melhor som da cidade.

Tertúlia

Imagine um local onde, durante a semana, se pode almoçar a preços muito razoáveis, desfrutando de uma cozinha tradicional, sem pretensões, mas de boa qualidade. Várias centenas de nomes lhe virão à cabeça, por hipótese. Acrescente à equação a possibilidade de poder degustar um cafezinho, dos melhores lotes que Campo Maior produz, em amena cavaqueira, enquanto ouve boa música. O número inicial reduz-se. Agora imagine que nesse mesmo local, e depois de um soalheiro dia de praia, pode beber uma excelente imperial (uma só é difícil), complementada com uns belos caracóis, caracoletas assadas, amêijoas, navalhas, etc., etc. O número fica ainda mais pequeno. Imagine ainda poder assistir a um jogo dos “grandes”, em tela gigante, num ambiente digno dos mais castiços bares irlandeses, rodeado de adeptos que realmente gostam de futebol. Já ficamos com um grupo muito restrito de locais. Para finalizar, imagine um “tasco” onde 80% dos clientes são tratados pelo próprio nome, no que parece ser um café de aldeia, apesar do mesmo se localizar às portas da capital, e onde esses clientes são recebidos com simpatia pelo Hélder, pela Patrícia, e cia. lda., e em dias especiais, pela boa disposição em pessoa: Mr. Manaia. Aí só resta um nome. Chama-se Tertúlia e fica na Damaia, junto aos Correios.

segunda-feira, 30 de julho de 2007

… e depois de Almeida sempre!

Campo Maior visita a Azambuja. O Porto junta-se-lhes. Os três tomam de assalto a Damaia e pedem reforços. Acorrem da Buraca e de S. Domingos de Rana. Vitória incontestável onde todos ganham. Não satisfeitos, conquistam a Costa da Caparica e planeiam, para Setembro, a invasão de Almeida. Santarém e Alfragide também participarão.

sábado, 28 de julho de 2007

Oh fáxavor, quanto é?

Quanto será que estes gajos levam para vir cantar isto aqui à minha rua?


PS - Pimponeta: estás a anotar?

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Aviso

Este blog está interditado, até indicação em contrário, a pessoas que assistiram ao concerto de Aimee Mann.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Esquisito? Eu?

Pretensiosismos à parte, não me considero um gajo esquisito, nem acho que tenha grandes pancas. É claro que toda a gente que me conhece, com a Mrs. Crama à cabeça, não concorda com esta afirmação, mas isso é porque tenho a tendência para conhecer pessoas que têem esse péssimo hábito de discordar de mim.

Verifica-se no entanto que, de há uns tempos a esta parte, desenvolvi um gosto requintado, quiçá ecléctico. Algo para o qual me posso declarar um tipo “esquifoso”. Para que conste, gosto de ser atropelado. É verdade. Acho uma piada do catano sentir o fresquinho da chapa e da fibra de vidro no lombo. Mas não é atropelado da forma tradicional: gajo a atravessar uma qualquer rua, ou estrada, viatura em velocidade excessiva, travagem falhada e tungas, o mesmo gajo agora estatelado com fracturas múltiplas e a sujar o alcatrão de sangue. Não. Isso não é para mim. Até porque este tipo de atropelamento, chamemos-lhe convencional, para além de já ter muitos adeptos, faltando-lhe portanto originalidade, normalmente é coisa para aleijar, e ir parar ao hospital, ou a sítios piores, e eu assim não me dá muito jeito. Não senhora. Vai daí, e fruto de alguma experiência, fui apurando as minhas preferências nesta área, pelo que estou neste momento em condições de parametrizar aquele que é o meu atropelamento preferido. Para ser atropelado como deve de ser, têm de se verificar quatro condições:

1ª - O carro tem de me atropelar de marcha-atrás.

De marcha-atrás porque esta mudança tem uma grande desmultiplicação o que faz com que os carros andem mais devagar. Assim, é mais fácil evitar aquelas cenas das fracturas e do sangue. É como acontecia quando jogava ao “baliza à baliza”: Atropelamentos mas não vale bajardas. (É mesmo bajardas que se escreve apesar do corrector dizer que não existe esta palavra e querer substitui-la por bojardas. Ndr: tenho de arranjar um corrector com idioma praceteiro).

2ª - O carro deve ser um sedan.

Esta fui apurando ao longo do tempo. Depois de experimentar hatchcbacks, Opeis Corsa e coisas do género, cheguei à conclusão que o terceiro volume é fundamental. É que o sucesso do atropelamento, leia-se a capacidade de sair mais ou menos ileso, passa essencialmente pela facilidade com que se consegue “aderir” ao carro, ganhando a velocidade deste e evitando assim ser derrubado para o chão e passado a ferro, ou melhor, passado a pneu. Neste aspecto, os carros sem mala tornam-se complicados porque simplesmente não há sítio para agarrar, nem para nos apoiarmos. Imaginem fazer uma pega de caras a um touro desprovido de cornos. É mais ou menos a mesma coisa, aliás, nem sei como é que os touros ainda não se lembraram de ir para as touradas sem cornos. Se por um lado ficava mais difícil pôr bandarilheiros a falar fininho, por outro, a aviar forcados, ia ser às paletes. Voltando aos atropelamentos, a mala é fundamental. Existindo mala, a única dificuldade que resta é virarmo-nos de frente para o carro, assim que levamos o toque, saltar para cima dela, abrir os braços de modo a alcançar as laterais do carro, bater com a cabeça no vidro traseiro, se possível repetidamente, para que o condutor se aperceba da nossa presença e assim dê como concluído o atropelanço. Parece complicado, mas não é. Como disse atrás, fruto da experiência, posso afirmar que o Volvo S40 é um carro perfeito para se ser atropelado. Tentem é evitar os que tenham aleiron porque parecendo que não, dificulta.

3ª - O carro deve ser conduzido por uma mulher.

Esta é mesmo só por espírito de contradição. É que já ando farto de ouvir dizer que as mulheres são melhores condutoras… blá, blá, blá… mais cumpridoras… blá, blá, blá… mais atenciosas… blá, blá, blá… seguros mais baratos… blá, blá, blá… quando se sabe que isto não passa de um mito urbano. Assim, sempre que sou atropelado, é menos uma que se pode gabar de conduzir melhor que todos os homens. “Filha, atropelaste um gajo de marcha-atrás! How dumb can you be?”

4ª - A mulher, a tal que vai a conduzir, tem de ser antipática e mal-educada.

É que se não for, pode ser que ela saia do carro, peça desculpa, queira-nos levar ao hospital, ou pagar um chazinho, e isso faz perder muito tempo. Como normalmente sou atropelado quando vou para o trabalho, ou quando regresso a casa, não dá muito jeito a conversa fiada, porque isso só me iria fazer perder o comboio. Assim, as melhores atropeladoras são aquelas que depois de nos albarroarem, e quando ainda estamos com a cara colada ao vidro traseiro, se voltam com o sobrolho franzido: “Oh parvalhão, não te importas de sair de cima do meu carro, palhaço!”. Basta desmontar da viatura da senhora, que ela arranca logo em grande velocidade, e cada um vai à sua vidinha. É uma limpeza.

Agora já sabem. Se conhecerem alguma mulher, antipática, mal-educada, que tenha um sedan e faça marcha-atrás sem olhar pelos espelhos retrovisores, por favor dêem-lhe o meu contacto. Agora ganhei-lhe o gosto e não quero outra coisa.

terça-feira, 24 de julho de 2007

As Pessoas Felizes, de Agustina Bessa-Luís

Terminado Os Indiferentes, segue-se o As Pessoas Felizes, de Agustina Bessa-Luís.

Cativou-me desde logo o primeiro parágrafo:

“Há muitas coisas belas na terra, mas nada iguala a recordação de um dia de Verão que declina, e temos onze anos e sabemos que o dia seguinte é fundamental para que os nossos desejos se cumpram. Quem conservar este sentimento pela vida fora está predestinado a um triunfo, talvez um tanto sedentário, mas que tem o seu reino no coração das pessoas. O coração das pessoas!”

A ler vamos...

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Obviamente nego

Parece que foram transmitidas, este fim-de-semana, num programa musical de um dos canais de difusão nacional, imagens do concerto de Chemical Brothers na Estação do Rossio, onde alegadamente se pode observar um gajo com cara de esgazeado, aos pulos, consumando aquilo a que se convencionou chamar: a desbunda total.

Confrontado com este facto, logo de manhã, por colegas de trabalho, apressei-me a desmentir que fosse o filho de meu pai, que aparece na dita reportagem, informando que se tratam claramente de imagens manipuladas, que mais não são do que uma manobra para denegrir publicamente a minha imagem e a minha reputação.

Pois gostaria aqui de frisar de forma categórica, que tudo não passa de uma tremenda cabala, que aquele não sou eu, e se alguém ousar afirmar o contrário, isto vai ser resolvido em tribunal e à paulada.

PS – Ainda bem que não passaram imagens do concerto de Digitalism.

sábado, 21 de julho de 2007

Ai ia, ia

Faz por esta altura sensivelmente um ano.
Lá para os lados de Almeria.
Entre mergulhos no Mediterrâneo e canhas com tapas à beira da piscina.

Conselho

Se adquirirem algo no IKEA, não contratem a entrega no domícilio, porque aí cairão no domínio de uma entidade tenebrosa designada MCR.
Hoje, passados 11 dias da compra de uma simples cama, posso, com certeza, afirmar que Kafka trabalhou na MCR.

Faro

Será que é este ano? – Perguntavam-me.
Duvido. – respondia eu.
E não foi. Apesar dos convites, da companhia e da animação que sei que seria certa.
Ainda não é desta que me estreio em concentrações. Isto se se descontar o copo ao final do dia na concentração do Montijo, de 2003.
Faro não é bem a minha concentração.
Acho que sou mais Vidigueira, ou Góis. E claro, as antigas de Sintra.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

África minha

Continuando com sugestões de colegas de trabalho, aqui fica mais uma musiquinha.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

No meu tempo era o Topo Gigio

- Pai deixa-me sentar ao teu colo.
- Tu tens é de ir para a cama!
- É só um bocadinho!
- Só um bocadinho mesmo! O que é que queres ver?
- Quero imprimir um patinho para pintar, e quero ver aqueles do Máximo do Parque!
Sai um patinho e o "Apply Some Pressure".
- Vá, agora cama!
- Só mais uma! A Rainha da Noite! Aquele em que ela está zangada com a princesa!
- Pois é! Já há muito tempo que não vemos essa! Mas depois cama!
- Siiiiim pai!

- E agora a do Papageno e da Papagena!
- Não! Já para a cama!
- Então aquela do Sporting: só eu sei...
- Tu sabes é muito... ala!

terça-feira, 17 de julho de 2007

Mesmo antes de ir para a cama


Durmam bem... ou não durmam melhor.

PS - Bem haja SA.

Quem me aconselha

Desde que regressei de férias que tenho andado a ritmo de mata-cavalos. Ainda por cima em várias frentes. Estou, não de rastos que também não quero exagerar, mas assim pró “cansadote”.
Felizmente, sinto-me agora a entrar num novo ciclo, que eu espero mais calmo e retemperador. Mas… e há sempre um mas, uma decisão tem de ser tomada no curto prazo, de modo a iniciar a etapa da melhor maneira. Uma escolha que tenho de fazer, já neste final de tarde. Como um caminho que termina numa bifurcação. Esquerda ou direita? Cara ou coroa?
Porque sinto que posso não estar nas melhores condições para fazer a escolha certa, e dando alguma utilidade prática a esta chafarica, peço aos caros amigos/leitores (que eu estimo em cerca de 2) um conselho.

Imperial na Portugália, ou gin tónico no Peter’s?

Faz todo o sentido

Hoje, à hora de almoço, no noticiário televisivo:

"Aulas de Yoga na praia de Quarteira"

Penso que é de salientar, e saudar, a iniciativa, deixando ainda como sugestão mais algumas que poderão ser adoptadas:

- Linha verde de apoio à vítima do urbanismo de Quarteira
- Apoio psicológico a poli-traumatizados
- Distribuição de tríptico com medidas preventivas contra o suicídio colectivo

TMN

Caros senhores da TMN,

Informa-se que o custo associado ao anúncio plublicitário colocado nos comentários deste post, é de 210€ (IVA incl.).
Informo ainda que, abrindo uma excepção sem precedentes, estou disposto a ser ressarcido em géneros, dando como sugestão a entrega de três bilhetes de 4 dias para o festival que V. Exas irão patrocionar, como demonstração da minha boa vontade e apreço pela V. empresa.
Com os melhores cumprimentos,

Peter Crama

segunda-feira, 16 de julho de 2007

São os loucos de Lisboa

Ainda não consegui compreender o que falhou.

Caramba, o homem tinha tudo para ser re-eleito!

Independente, depois de lhe ser retirada a confiança política pelo partido que o apoiava. Check.

Colocou em xeque o líder do partido que o apoiava. Check.

Confusões judiciais. Check.

Câmara em falência técnica. Check.

Alguém que me explique, como é que o Carmona ficou em segundo.

O que é que queriam que o homem fizesse? Fosse de férias para Porto Galinhas? Renomeasse o Estádio da Luz? Passasse a fumar charutos?


PS - Bem, a do Estádio era bem pensado.

Há que tempos...

... que eu não sentia o cheiro a terra molhada, como este fim-de-semana.

PS - Há muito tempo também que não trabalhava um Domingo inteiro. Rai's partam as auditorias!

sábado, 14 de julho de 2007

Canja do Crama

Sim, é uma canja. A minha canja. Admito que haja receitas semelhantes, até praticamente iguais, mas esta garanto que foi fruto da imaginação e dos ingredientes disponíveis. É uma receita que foi experimentada há já algum tempo, e que tem sofrido algumas alterações de pormenor. A versão que aqui deixo foi confeccionada hoje, e considero-a satisfatoriamente apurada.

Ingredientes:
1 frango do campo
1 cebola grande
50g de gengibre
100g de massa tipo pevide
1 ramo de hortelã
6 grãos de pimenta rosa
1 malagueta pequena seca
3 litros de água (estimado)
Vinagre de vinho tinto q. b.
Sal q. b.

Preparação
Coloque numa panela de pressão o frango, a cebola inteira, o gengibre (devidamente descascado), os grãos de pimenta, a malagueta e o sal. Encha a panela com água e leve ao lume durante cerca de 20 minutos, contados a partir do início da fervura. Depois de cozido o frango, coe o caldo da cozedura para dentro de uma outra panela e junte o ramo de hortelã inteiro. Deixe em infusão. Recolha a cebola e o gengibre cozidos e triture com um pouco de água, ou caldo. Coe o preparado, através de um passador bem fino. Junte ao caldo na panela com a hortelã e leve ao lume novamente. Entretanto desfie o frango. Quando levantar fervura, retire a hortelã e adicione o frango desfiado e a massa. Rectifique o sal se necessário. Quando a massa estiver cozida, aromatize com o vinagre (a gosto) e apague de seguida.
Também gosto de juntar ovos não desenvolvidos (aqueles que são só gemas e se vendem em caixinhas), os quais se adicionam para cozedura juntamente com a massa, mas hoje esqueci-me de os comprar. Paciência. De qualquer das formas, quem a comeu, disse que estava boa. Também não poderia se de outra maneira, dado que quem não me gabasse a canja não tinha direito a sobremesa. Ah pois…

Where's Wally?

Parabéns Carrapato

Vê se vens cá a baixo.
Temos dívidas etílicas por saldar.
Não te esqueças dos meus livros.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Parabéns Rita

A minha afilhada fez hoje cinco anos.
Como o tempo passa...

Eu gostava de poder dizer que não...

... mas o que é um facto é que eles tocaram o Hey Girl Hey Boy, e foi brutal.
Sorry...

Dance Station @ Rossio & Coliseu - Lisboa

Não há fotos, nem há vídeos. Não deu mesmo. E não deu essencialmente por dois motivos: é que trabalho é trabalho, conhac é conhac. Não deu quando foi trabalho, porque foi trabalho, e não deu quando foi conhac, porque... bem... errr... como hei-de dizer... foi um cognac bom demais para andar de máquina a tiracolo.
Saltando a parte do trabalho, o conhac começou com um passeio entre o Rossio e o Coliseu, contemplando uma Baixa como (penso que) não há memória. Gente, muita gente, divertida, sorridente, a dar vida a uma zona que tem decididamente de ser devolvida aos lisboetas e afins.
Depois, seguiu-se o concerto de Fischerspooner. Muito giro, com bailarinas, coreografias, músicas novas, enfim, muito bom. Por esta altura reuni-me aos do costume, tendo ainda, encontrado o Xor Manaia, mais parte de um grupo com quem partilhei uma fase importante da minha adolescência.
Com o gang aumentado, rumou-se novamente ao Rossio, para aquele que foi o grande momento da noite.
Esperem.
Deixem-me fazer um parágrafo.
Meus senhores:

Chemical Brothers na Estação de Caminhos de Ferro do Rossio foi uma singularidade no espaço-tempo.

Ponto final parágrafo, outra vez.
Não consiguirei explicar. Não sei escrever tão bem. Nem de perto, nem de longe. Foi um caso de, quem esteve, esteve. Quem não esteve, estivesse. Não se repetirá nada que se assemelhe. Que te lo digo yo!
A estação estava linda (bem ela é linda) e mais surpreendente, tem uma acústica fa-bu-lo-sa. É certo que o isolamento é quase nulo, pelo que os Chemical devem ter produzido ondas de choque sentidas entre Campolide e o Cais do Sodré, mas quem esteve lá dentro desfrutou de um som poderoso, cheio, mas acima de tudo definido, e isto em qualquer parte da Gare.
Com o TGV interno acelerado, voltou-se ao Coliseu para Digitalism, que trataram de não baixar a alta velocidade de cruzeiro entretanto atingida. Se descrevi Underworld de extenuantes, aquando do SBSR, para Digitalism faltam-me agora adjectivos mais superlativos. É que se tivessem actuado os sprinklers de incêndio do Coliseu, eu não tinha saído tão encharcado.
Depois acabou e foi regressar a casa com o nascer do Sol. Basicamente foi isto.
Continuando numa de agradecimentos, muitos bem-hajam a quem teve a ideia, a quem a concretizou, aos senhores que actuaram, e um bem-hajam especial àqueles que me fizeram companhia, tanto no trabalho, como no cognac.

PS - E quando se apagaram as luzes da estação antes de Chemical Brothers? Não vos digo nada!!!:)

PS 2 - Ah! Esqueci-me! Queria agradecer também ao contraplacado que tapava a Linha 3, e que levou comigo durante o concerto de Chemical Brothers. És um valente, pá!

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Outro grande bem-hajam

... a todos os que hoje se levantaram bem cedinho e estavam, às oito da manhã, na A1, mais precisamente em Santa Iria, no sentido Norte-Sul, para me acompanharem na minha viagem automobilizada até Lisboa. Foi muito bom, para um rapaz do campo como eu, habituado à pasmaceira do comboio, ter tanta gente esta manhã a acompanhar-me até à capital. A escolta, o apoio, o calor humano, e o mecânico também, as buzinadelas, a marcha lenta, enfim tudo, foi muito bom mesmo. Excelente. Magnífico. Estou profundamente grato a todos, a sério que estou, mas para a próxima deixem-me chegar a horas à reunião, se faz favor.

And the winner is...

Como mostra de gratidão por ter sido a leitora/comentadora mais regular, diria mesmo assídua, desta chafarica, a qual, lendo as bacoradas que aqui se publicam regularmente, conseguiu resistir à tentação, perfeitamente compreensível, de me insultar, isto para além de me dar óptimas dicas musicais e culinárias, decidi, dizia eu, atribuir o título de Praceteira Honoris Causa, a RITA MARIA JOSEFINA do Ervilhaz.

Este título para além do seu estatuto (basicamente de importância nula), vai acompanhado de um ingresso para o Dance Station que se irá realizar amanhã, na Estação do Rossio, e que contará com a participação dos Chemical Brothers, entre outros.

Rita: agora a sério, se quiseres (e puderes) ir ao Dance Station à borlix, diz qualquer coisa. Como foste tu que pagaste os bilhetes do Rodrigo Leão, e como ficou combinado, agora é a minha vez.

Sim, porque ler e comentar este pasquim não podiam ser só coisas más.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Valente

Passada uma semana, sou eu que declaro que a Mrs. Crama não foi valente. A Mrs. Crama É UMA VALENTE.
...
Mas isto não é novidade nenhuma.

domingo, 8 de julho de 2007

4º Aniversário Gunzoners

Hoje, de manhã.
- Então conta lá, filha, como foi a tua noite ontem? O que é que viste?
- Vi uns senhores a cantarem.
- E cantavam bem?
- Eram um bocadinho barulhentos.
- E o que vistes mais?
- Vi umas senhoras a dançarem.
- Foi!?
- É, mãe. Elas dançavam muito bem, mas depois ficaram com muito calor e despiram-se.
- Ah foi!!??
- Sim, e depois, como tinham um escaldão, por causa do sol, puseram um creme branco no corpo.
- CRAMA!!!
- O quê? O quê? Que é que eu fiz?

sábado, 7 de julho de 2007

Arrumações, pesos e compensações

Hoje, estive a arrumar os CD’s que me acompanharam na digressão europeia.
Sérgio Godinho, Tribalistas, Etta James, Jacinta, George Michael, Maria Rita, Aretha Franklin, Leonard Cohen, Arcade Fire, Regina Spektor, Ryan Adams, Cat Power, Dave Mathews Band, Diana Krall, Gotan Project, Adriana Calcanhoto, Scissor Sisters, Buena Vista Social Club e Modest Mouse.
Foram estes que fizeram a banda sonora da viagem de férias. Constatei que pela primeira vez não levei discos que não tivesse ouvido. Foram todos rodados. 8500km dá para ouvir muita música.
Para além destes CD’s mono autor, levei ainda algumas compilações caseiras. Uma delas, chamada “Catarina’s Choices” tocou enquanto eu fazia as arrumações. Durante a viagem, foi o disco mais pedido e mais rodado. É uma grande salgalhada, e reza assim:

The Gossip – Standing in the way of control
Regina Spektor – *** / Your honor
Arcade Fire – Intervention (Live)
Patrick Wolf – Magic position
Mika – Grace Kelly
Arcade Fire – Wake up
Maximo Park – Apply some pressure
Bloc Party – Sunday
TV on the Radio – Wolf like me
I’m from
Barcelona – We’re From Barcelona
Interpol – Evil
Dave Matthews Band – Dream girl
Scissor Sisters – I don’t feel like dancing

Arcade Fire – Rebellion (Lies)
The Magic Numbers – I see you, you see me

Regina Spektor – On the radio
Buraca Som Sistema – Yah! feat. Pett

Pela amostra, dá para perceber a pena que tenho por não ter levado o pirralho ao SBSR. Tenho a certeza que seria um show dentro do show, mas paciência… Para a compensar, vai hoje comigo* à festa motard! Hell yeah! Gunzoners here we go!!!

* - Não se assustem, vou de carro.

Festas do Colete Encarnado em Vila Franca de Xira

Estive lá ontem, porque a pretinha a caminho de casa disse que tinha sede, tendo de sair da A1, em Vila Franca, para pôr gasolina. Só dei uma voltinha a ver se encontrava uns colegas que moram nesta terra de toiros e toureiros, e de outros que não tais, mas não encontrei ninguém. Se calhar foi melhor assim.
Hoje há sardinha assada de borla, Xutos e Pontapés, Adiafa, Flamenco,... mas para hoje já tenho outros planos. Não é Gunzoners?

Plano das festas

QUINTA-FEIRA, 5 DE JULHO

20h30 – Jantar com as Tertúlias, no Mercado Municipal, com entrega de oferta da Câmara Municipal

SEXTA-FEIRA, 6 DE JULHO

11h00 – Animação itinerante no Mercado Municipal e Praça do Município com o Grupo “Pilha Galinhas”
19h00 – Inauguração da Exposição “75 Anos do Colete Encarnado/75 anos dos Forcados Amadores de Vila Franca de Xira” (Celeiro da Patriarcal)
19h30 - Concentração na Praça do Município. Início do desfile para a Missa Rociera
20h30 – Missa Rociera na Igreja Matriz com o “Coro de la Hermandad del Rocio de la Puebla del Rio”, seguida da actuação dos fadistas de Vila Franca, na escadaria.
21h45 – Animação itinerante nas ruas da cidade com Tunas Académicas e outros grupos
22h00 – Espera de Toiros seguida de Largada
23h00 – Actuação do “Coro de la Hermandad del Rocio de la Puebla del Rio” (Palco da Av. Pedro Victor)
Animação Musical com a Orquestra da Felicidade, do Brilho e da Glória (Palco da Av. Pedro Victor)
Animação itinerante no Largo da Câmara, Largo Telmo Perdigão e Largo da Misericórdia.

SÁBADO, 7 DE JULHO

10h00 - Concentração de Campinos e deposição de uma coroa de flores no Monumento ao Campino
10h00 – Feira de Velharias e Artesanato –até às 18h (Jardim Municipal)
11h00 – Corrida de campinos e condução de jogos de cabrestos (Campo de treinos do UDV)
14h30 – Prova de Atrelagem de Tradição (Largo 5 de Outubro)
15h00 – Missa cantada de evocação ao Forcado Ricardo Silva “Pitó”, na Igreja da Misericórdia
16h00 – Homenagem ao Campino na Praça Afonso de Albuquerque (Lg. da Câmara)
Desfile de Campinos / Desfile de Atrelagens
17h30 - Inauguração do Mausoléu ao Forcado Ricardo Silva “Pitó” (Cemitério de Vila Franca de Xira)
18h00 – Espera de Toiros seguida de Largada
18h00 – Chegada a Vila Franca de Xira do IV Cruzeiro / Regata da Moita
22h30 – Noite da sardinha assada (Postos Públicos na Rua 1º de Dezembro, junto à Travessa do Araújo e antiga Lota, na Rua Almirante Cândido dos Reis, junto à companhia de seguros e na Rua Serpa Pinto, junto à churrasqueira)
22h30 - Animação itinerante nas ruas e palcos da cidade - Tunas Académicas, Arruada com Grupos de Música Popular, Fado, Sevilhanas/Flamenco e Ranchos Folclóricos.
22h30 - Concerto com Xutos e Pontapés (Parque Urbano) - venda de bilhetes
23h00 – Baile com a Banda “Os Miúdos da Rua” na Av . Pedro Victor

DOMINGO, 8 DE JULHO

00h30 - Concerto com o Grupo de Música Popular Portuguesa ADIAFA (Palco da Av. Pedro Victor)
02h00 – Garraiada da Sardinha Assada na Praça de Toiros Palha Blanco
02h30 – Flamenco “Almagitana” (Av. Pedro Victor)
04h30 – Distribuição de caldo verde
10h30 – Espera de Toiros seguida de Largada
12h00 – Partida do IV Cruzeiro / Regata da Moita
15h00 – Animação com Folclore e Música Popular Portuguesa (Jardim Municipal)
17h00 - Animação Infantil com Teatro Dom Roberto “O Barbeiro e a Tourada”, o Palhaço Enano e a presença do homem Estátua , recordista do Guiness. Animação Infantil com o Palhaço Enano (Largo da Câmara).
17H00 – Maratona de Cycling – 4 horas a pedalar, das 17h00 às 21h00 (Jardim Municipal)
18h00 – Corrida na Praça de Toiros Palha Blanco - Cartaz
20h30 - Jantar dos Campinos (Mercado Municipal)
22H30 – Espectáculo de Fado Marialva (Largo do Câmara)
00h00 – Lançamento de Fogo de artifício no Rio Tejo
Encerramento do Colete Encarnado

Rodrigo Leão @ Belém - Lisboa

Assim que desmonto da mota, recebo um fax cerebral. Eram as pernas a informar que a energia estava no último tracinho e portanto só iam aguentar mais cinco minutos em pé. Que das três uma: ou me punha em ritmo de marcha acelerada, ou aos saltos como no concerto de Underworld, ou então me sentava, sob pena de ficar qualquer coisa plégico. Pensei: Crama, Crama, és capaz de andar a abusar um bocadinho… Nada! Posto isto, dei uma volta de reconhecimento ao recinto. Como as cadeiras lá da frente, estavam todas ocupadas, e ficar de pé nas imediações não era opção, afastei-me uns metros para trás, para junto de uns ecrãs que iriam passar as imagens do palco, e toca de sentar. Uns minutos depois estava deitado com a mochila do capacete a servir de almofada. E assim estava eu, espojado, a contemplar as estrelas por cima de mim, quando soaram os primeiros acordes de Carpe Diem. Que maravilha! Que adequado! Era mesmo disto que eu estava a precisar. Infelizmente, o meu momento zen não iria durar todo o concerto. É que Rodrigo Leão + Belém + borlix = gente. E neste caso, gente que não vem necessariamente para OUVIR o espectáculo. Sim! É que um espectáculo musical, antes de mais, OUVE-SE, mas alguém se esqueceu de pôr isso no cartaz das festas Lisboa, e de maneira que, onde eu estava, ele eram telemóveis, ele eram conversas de grupos, ele eram criancinhas aos berros, ele eram, e esta é mesmo o cúmulo, vendedores de estridente quinquilharia chinesa para criancinhas.
Não havia outra solução senão negociar com as perninhas mais um último esforço e ir lá para a frente. E assim foi. Até à última réstea. Mas valeu a pena. Foi lá que gravei estes dois vídeos com a (sofrível) qualidade habitual. Enjoy.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

13º Super Bock Super Rock

Joe Satriani, domínio.
Metallica, poderosos.
Bunnyranch, surpresa 1.
The Gift, competentes.
Klaxons, pujantes.
Magic Numbers, bonitos.
Bloc Party, festejantes.
Arcade Fire, mágicos.
Linda Martini, surpresa 2.
Clap Your Hands Say Yeah, musicais.
Maximo Park, energéticos.
The Jesus & Mary Chain, soturnos.
LCD Soundsystem, diabólicos.
The Gossip, grandes.
TV On The Radio, ecléticos.
Scissor Sisters, desbundantes.
Interpol, brutais.
Underworld, extenuantes.
Só (!) deu para ver estes. Não me importava de ter visto os restantes, mas a malta já não é nova, e tem de trabalhar e tal...
Foram quatro dias muito curtos para quatro noites muito longas.
Para o ano há mais.

Ah! E se me quiserem vir buscar, eu era aquele gajo de t-shirt branca e calças castanhas, que obrigou os Interpol e os Underworld a um encore.

Diálogos (sur)reais

À entrada do SBSR.
- Boa tarde.
- Traz alguma coisa daquelas que fazem rir?
- Ehh! Só a minha cara de parvo, xor guarda.
- Engraçadinho, hem... Toca a abrir a mala. E a carteira. E isto aqui o que é?
- F#$*&%! Já não se pode ser honesto.

Muitos obrigadinhos

Uma grande noite passa também pela companhia, e pela disposição desta.
E ontem... Ah! É verdade! I have to ramain silent.
Temos de repetir isto mais vezes... pode ser já no Dance Station!

...

I have the right to remain silent. Anything I say can and will be used against me in a court of law.





quinta-feira, 5 de julho de 2007

Rodrigo Leão @ Festas de Lisboa 2007 - Torre de Belém

Quase que me esquecia!
O senhor Rodrigo Leão actua amanhã, junto à Torre de Belém, num espectáculo integrado nas Festas de Lisboa 2007. Como se não bastasse para além do Cinema Ensemble, participam também a Sinfonietta de Lisboa - dirigida pelo maestro Vasco Pearce de Azevedo, Pedro Moreira nos arranjos e Ângela Silva, Pedro Oliveira (Sétima Legião) e Beth Gibbons (Portishead).
Começa às 22h00 e é de entrada livre.

Não querem vir? Vá lá! Os bilhetes são por minha conta.

LCD Soundsystem

A noite deveria ter sido de contenção. Jogar para o empate, como se costuma dizer. E tudo estava a ajudar nesse propósito, mas depois apareceram estes senhores, e aí… que lixe. Siga pa bingo.

PS - Mais um video caseiro de péssima qualidade. Sorry.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Ementa para o jantar

Entrada

Extracto de guaraná q.b.

Prato principal

Francesinha extra picante
Cerveja q.b.

Sobremesa

1 barra energética
1 Red Bull
3 cafés
+
1 concerto de Clap Your Hands And Say Yeah
1 concerto de The Raptor
1 concerto de Maximo Park
1 concerto de The Jesus and Mary Chain
1 concerto de LCD Sound System
+
Cerveja q.b.

Arcade Fire

Um momento magnífico, vivido por humanos que o souberam ser... e a dada altura, como que por magia, até o céu se lhes juntou.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Mudar de Humanidade

Há tempos, em deambulação pela net, dei, algures num site (que não consigo identificar), com a seguinte frase:
"A Humanidade divide-se hoje em duas metades: a metade dos que já viram Arcade Fire ao vivo, e a metade dos que ainda não viram."
Pois hoje, por volta da meia-noite, e segundo o autor da frase, eu, o Juca e o Pedro, assim como mais alguns milhares de humanos, mudamos de Humanidade.
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Edit: Afinal li a frase, ou melhor uma sua variação, aqui. Wherelse.

Mesmo antes de ir para a cama


Durmam bem... ou não durmam melhor.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Gunzoners - 4º aniversário

À 4ª é de vez. Pelo menos espero bem que sim. A ver se não aparece nada que me faça falhar mais um aniversário dos Gunzoners.
Motas, comes & bebes, música, animação, pessoal porreiríssimo, preços realistas,... o que é se pode pedir mais?
Vá lá! Como diria o João: Vamos todos que é para sermos muitos!

domingo, 1 de julho de 2007

Meu 1º festival

Não foi o meu.
Foi o do pirralho.
De pequenino...
Maratona de brincadeira e novos ídolos: as Bratz.
Não perguntem!?