quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Dos nomes de meninas

Gosto muito do nome Ana. Acho que é um nome tão bonito que não vejo necessidade de o complementar com outro nome próprio. Para mim, as Anas são sempre, e só, Anas. Mesmo que depois sejam Sofias, Margaridas, Cristinas… o que for. Como toda a regra tem excepção, há uma Ana a quem eu chamo Rita, mas isso é porque já lhe chamava Rita havia algum tempo, quando descobri que afinal também era Ana. E depois, porque também gosto muito do nome Rita. Por coincidência (…que las hay las hay), são os nomes das minhas duas afilhadas. Sou o orgulhoso padrinho de uma Ana e de uma Rita.
Depois de toda esta conversa, acho que se torna óbvio qual o nome que daria a uma 2ª pirralha… Claro, era Maria.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

domingo, 14 de outubro de 2007

sábado, 13 de outubro de 2007

In Rainbows

Enquanto escrevo estas linhas, ouço o último álbum dos Radiohead – In Rainbows. Descarreguei-o há pouco naquele que foi o primeiro download de mp3 pelo qual paguei. E fi-lo exactamente para suportar uma decisão que é de louvar e que irá mudar o status quo do mercado mundial de música. Comercializar este álbum de um modo directo, sem intermediários, e exclusivamente através da net será um xeque-mate que obrigará as editoras a reverem a sua posição no mercado. Acho que é óbvio neste momento que a introdução de softwares anti-cópia, cada vez mais pesados, em CD´s que muitas vezes se tornam ilegíveis em leitores perfeitamente normalizados, a manutenção de preços que o mercado considera altos e os processos em tribunal contra sites de Internet e consumidores já mostraram que não deterão a revolução iniciada com o advento do mp3. “Se não os podes vencer, junta-te a eles.” É uma verdade milenar e não compreendo como é que uma indústria que movimenta biliões não o consiga perceber e não encontre meios para se encaixar nesta nova realidade. Mas eles, e os terroristas da RIAA a quem delegaram a defesa dos seus interesses, é que sabem.

A propósito, In Rainbows é excelente. Provem.

Parabéns Luís

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Enolog 2007 (#7)

O primeiro produto da época enológica de 2007 está finalmente pronto para ser consumido. Trata-se de aguardente bagaceira produzida a partir da destilação do engaço/bagaço.
Depois da coagem/prensagem do mosto reservei o engaço e deixei fermentar durante uma semana para produção de álcool. A posterior destilação, tal como o ano passado, foi realizada em alquitarra a lenha, pelo “Ti Chico”, num monte no Penteado. O negócio foi a meias pelo que dos dois litros produzidos um ficou para ele.
Apesar de ainda estar muito “fresca”, e como tal ainda não totalmente estabilizada, já foi provada. O aroma é o típico deste tipo de aguardentes. Na boca (e garganta) está suave, o que conjugado com a pouca persistência do “rosário” resultante do abanar da garrafa, me leva a crer que o seu teor alcoólico deve andar à volta dos 30º. Para mim está óptima para a tomar como a aprecio: um dedalzinho numa chávena de café onde antes bebi um bom expresso, com muita espuma. E sempre na companhia de alguém que me acompanhe. Foi isso que aconteceu na passada quarta-feira, onde aproveitando um almoço com colegas, pedi a opinião a quatro apreciadores. Todos deram nota positiva à Aguardente Bagaceira Crama’s 2007.

R.I.P.

- Oh pai! Por que é que a pele da rã secou?

- Porque esteve muito tempo fora do aquário.

- As rãs são como as sereias, não é pai? Não podem estar muito tempo fora de água.

- É isso filha.

- Sabes, eu acho que ela saltou do aquário dela porque queria ir para o aquário da Fofinha.

- Se calhar foi isso…

- Pois… só que o aquário da fofinha estava fechado e ela não conseguiu entrar, e a pele dela secou, e morreu, e agora é uma estrelinha no céu. Não é pai?

- É filha.

(…)

- Olha, sabes, agora que já não tenho uma rã, gostava de ter um cachorrinho com uma trela cor-de-rosa. Está bem pai?

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Sabedoria popular dominicana


"La mujer portuguesa es muy difícil."


Mamajuana

Para mim, foi mesmo a bebida das férias. O desconhecimento era total pelo que quando a provei não fazia a mínima ideia do que estava a beber. Percebe-se logo o rum, mas é mais suave, e depois tem uma quantidade de sabores e aromas que nos levam a perguntar: mas que raio é que isto leva?
Lá me explicaram que se trata de uma bebida que possivelmente teve a sua origem num preparado com fins medicinais, mas que devido ao seu agradável sabor se popularizou como bebida nacional. Também lhe atribuem propriedades afrodisíacas. Chamam-lhe o viagra dominicano, e responsabilizam a bebida pela alta taxa de natalidade do país (é comum encontrar mulheres com sete ou mais filhos).
Em conversa com os “locais” percebi que não existe uma receita exclusiva de mamajuana. O princípio é comum a todas, mas cada dominicano tem uma receita familiar com os seus toques particulares. Basicamente trata-se de uma infusão de várias ervas, folhas, especiarias, cascas ou raízes de árvore, numa bebida alcoólica, ou mistura de bebidas.
As receitas mais comuns levam rum, vinho tinto e mel, e como elementos aromatizantes: timacle, osua, marabelí, palo de manguei, palo índio, bohuco caro, brasil, canelilla, entre outros.
Como lembrança, comprei uma garrafa da bebida já preparada e um saco das ervas e cascas aromatizantes para preparar mamajuana em casa. Agora ando a apurar aquela que será a minha receita. A melhor do mundo como é óbvio. Enquanto a mamajuana do Crama não está pronta, vou ali abrir a outra garrafinha. Vai um copito?

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

E a vencedora é...

As nomeadas para Melhor Bebida das Férias são:

Cerveja Brahma
Rum Brugal
Mojito
Daiquiri
Marguerita
Mono Sucio
Mamajuana
Pina Colada com “Bitamina”
Café Diablo

Façam as vossas votações.

O Diário de Anne Frank - Versão Definitiva, de Anne Frank

Como esperado, o livro A Fórmula de Deus leu-se num ápice. Uma viagem de sete horas e dois dias de dolce fare niente chegaram para virar o calhamaço. Como só tinha levado aquele livro, e perante a falta de algo com que combatesse o stress da vida caribenha, tive que me virar para o que tinha à mão: a leitura da Mrs. Crama.
O Diário de Anne Frank.
Apesar de já conhecer a história, a leitura deste livro tem agora outro impacto depois de em Junho ter visitado a casa onde Anne e a sua família viveram escondidos. Foi precisamente na casa de Anne Frank, agora convertida em museu, que este livro foi comprado.
Como toda a gente sabe, trata-se do relato do que foi, “durante dois longos anos, o dia-a-dia de uma adolescente condenada a uma voluntária auto-reclusão, para tentar escapar à sorte dos judeus que os alemães haviam começado a deportar para supostos «campos de trabalho»”.
Siga…

Melhor do Mundo

Pelos comentários do post aqui de baixo pode transparecer à primeira vista que eu perdi a jogar à sueca e no mini-golf. De facto, numa análise superficial dos acontecimentos, até admito que fui batido nestas duas nobres modalidades, mas o que realmente se passou foi que eu estava a tentar alcançar um objectivo muito superior… perdendo. Ah pois é! Vou explicar. Depois de ver este clip, aqui há uns dias…


… cheguei à conclusão que o Ricardo (Ricardo a primeiro-ministro já) tem toda a razão naquilo que diz. Vai daí, pus-me a pensar nas coisas em que eu me poderia candidatar a “Melhor do Mundo”. Ora, a comer pudins, apesar de ser muito bom, não consigo (ainda) bater o Ricardo. A sorver Häagen-Dazs’s, tenho um oponente implacável na pessoa do Xôr Violas. No ténis, enquanto não defrontar esse miudito que anda para aí – acho que é qualquer coisa Federer – também ninguém acredita que sou o Melhor do Mundo.
Então onde, ou em quê, é que eu poderia ser o “Melhor do Mundo”?
Foi então que em plenas Caraíbas, a meio de um buraco facílimo, e quando já seguia distanciado dos meus adversários, com um resultado de 15 abaixo do par, se me fez luz. Eu iria ser o Melhor do Mundo a perder no mini-golf. E assim foi. Falhanço atrás de falhanço, lá fui paulatinamente construindo o meu título. Depois, porque gostei da táctica, sagrei-me também Melhor do Mundo a perder à sueca. E acreditem que não foi fácil. O apuramento da técnica, a finesse, a aparente casualidade com que eu perdi tanto no mini-golf como na sueca, contra adversários tão fraquinhos, foi digna de um Melhor do Mundo. Mas um Melhor do Mundo por larga distância.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Praia Bavaro (República Dominicana)

Seis do Ribatejo, na República Dominicana, durante oito dias. Uma viagem cheia de dilemas, trilemas e outros problemas. Praia ou piscina? Buffet ou restaurante à la carte? Mojito, daiquiri ou pina colada com vitamina? Ténis ou mini-golf? Lancha rápida ou catamaran? Enfim só problemas. Como se não bastasse este tipo de arreliações, ainda perdi os campeonatos de sueca e de mini-golf. O que safou foram as corridas de gaivotas, onde me revelei imbatível.
Resumindo: comer, beber, dormir, passear, e... pois.


PS - A próxima já está a ser programada. Aceitam-se inscrições.

Quieres hablar?

"Nos gusta los portugeses. Son como nosotros (dominicanos). Trabajan mucho y ganan poco."

Hoje acordei assim

Acho que estou com uma camada de jet lag que não m'aguento, ou então estou a começar a ressacar da falta de Mamajuana.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Excelente notícia

O concerto que a Dave Matthews Band deu este ano no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, conhece agora uma edição em CD com o nome Live Trax . O registo pode ser adquirido através do site oficial, onde se pode ler «Devido às óptimas críticas e muitos pedidos, o espectáculo de 25 de Maio no Pavilhão Atlântico em Lisboa, Portugal, foi seleccionado como o 10º volume de Live Trax!». Este álbum torna-se assim a primeira edição oficial de um concerto realizado fora dos Estados Unidos.

in Blitz

Comentário: Eu sabia que as minhas palmas, os meus assobios e os meus berros haviam de ser recompensados.
OK, admito que também ajudou estarem lá mais 17.000 a fazerem o mesmo...

domingo, 7 de outubro de 2007

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Parabéns Zé

Vê lá se apareces.
Ando com saudades de uma pescaria. E claro, tens de pagar um copo.