terça-feira, 27 de novembro de 2007
domingo, 25 de novembro de 2007
Artur Pizarro & Vita Panomariovaite
Quarta-feira, às 21:00 horas, na sala principal do Teatro São Luiz, tem lugar um concerto de Artur Pizarro e Vita Panomariovaite, que assinala o lançamento do CD deste duo, com obras de Tchaikovsky, Rachmaninov e Rimsky-Korsakov.
Apesar de ainda não ter conseguido confirmar, penso que serão interpretadas:
Suite no.2 in C op.53 de Tchaikovsky
Six Morceaux op.11 de Rachmaninov
Capriccio Espagnol op.34 de Rimsky-Korsakov
PS - Juca: a ver se não te baldas!
Josh Rouse
sábado, 24 de novembro de 2007
KNX Partner
5 horas de sono. 100 km de viagem. 10 horas de formação. 5 horas de sono. 100 km de viagem. 10 horas de formação. 5 horas de sono. 100 km de viagem. 10 horas de formação. 100 km de viagem. 5 horas de sono. 100 km de viagem. 10 horas de formação. 50 km de viagem. 3 horas de trabalho. 50 km de viagem. 5 horas de sono. 100 km de viagem. 10 horas de formação.
Resumem-se assim os últimos três dias desta semana e dois da semana passada.
Estou cansado, mas sabe bem a sensação do dever cumprido. Ao contrário da maioria das acções de formação, esta pode-se dizer que foi “a doer”. A matéria era interessante – programação em KNX – mas a exigência e a dificuldade não ficaram atrás de qualquer cadeira da universidade, culminando hoje com a realização de um teste teórico e um outro prático, aos quais era necessário obviamente passar para obter a respectiva certificação. Passei. Está feito.
A academia onde frequentei este curso, para além de dar cursos de formação profissional é estabelecimento de ensino técnico-profissional, pelo que deu para matar saudades do ambiente dos meus tempos de escola. Começo das aulas às 8:00 (em ponto), intervalos onde dois dedos de conversa se esgotam num instante, a fila na cantina e almoço tomado à pressa… Vá lá, a comida desta cantina era bem melhor que a do meu tempo, mas mesmo assim, espero só voltar a matar saudades daqui a mais dez anos.
Uma coisa que não se alterou, nestes dez anos, foi a alergia do sexo feminino aos cursos tecnológicos. Numa escola com cerca de 400 alunos só consegui ver uma moçoila. É impressionante como elas deixam passar estas oportunidades! Será que as gajas não percebem a vida fácil que poderiam levar num ambiente assim, excessivamente masculino? Uma miúda no meio 400 gajos é uma lorde! Uma rainha com 400 escravos! Ou vá, 390 escravos e dez gajos com excelente potencial para serem seus grandes amigos. É que nem precisa sequer de andar, que há com certeza marmanjos dispostos a carregá-la em ombros onde ela quiser ir! Cafezinho? Alguém paga. Apontamentos? É o que se quiser! Ah pois é! Sempre ali, tratada nas palminhas. E com um pouco de sorte, após a conclusão do curso, ainda arranja um emprego numa área onde toda esta bela vida se mantém. Eu que o diga…
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
O que faz falta é motivar a malta
Durante a visita a uma academia de formação:
“Estes aqui pertencem a um grupo de estudantes alemães que estão cá a tirar um curso. São extraordinários, os alemães. Educados, respeitadores, sempre atentos e interessados… uma maravilha de alunos.”
“E os nossos?” – pergunto eu, quase que adivinhando a resposta.
“Os portugueses são complicados. Se motivados, são dos melhores do mundo. Desmotivados, são a coisa mais ruinzinha que pode haver. O pior é que é muito fácil desmotivar um português. Normalmente, basta pôr-lhe outro português ao lado.”
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Para quem não recebeu o mail
Caros Praceteiros
Passado que está quase um ano, desde o nosso último jantar-convívio, acho que está na altura de sugerir a realização de um novo evento dentro da mesma temática.
Assim, propunha que no dia 30/11/2007 (sexta-feira), nos reuníssemos na Tertúlia, onde nos entregaríamos nas mãos do Xor Manaia, para que ele saciasse a nossa fome e sobretudo a nossa sede. Depois poderíamos rumar ao Music Box onde, a troco de uns míseros 10€ (já com uma bebida incluída no preço), poderíamos desfrutar dos concertos dos Woman in Panic, Cartell 70 e dos fantabolásticos Alloy Mental, podendo ainda ficar para a sessão after-hours.
Fico à espera das vossas respostas e deixo como anexo uma musiquinha dos Alloy para vos abrir o apetite.
Peter Crama
boomp3.com
Conheço uma avó assim
Num tribunal de uma pequena vila, o advogado de acusação chamou a sua primeira testemunha; uma avó de idade avançada.
Aproximou-se da testemunha e perguntou:
- D. Glória, a senhora conhece-me?
- Claro. Conheço-te desde pequenino e francamente, desiludiste-me. Mentes descaradamente, enganas a tua mulher, manipulas as pessoas e falas mal delas pelas costas. Julgas que és uma grande personalidade quando não tens sequer inteligência suficiente para ser varredor. É claro que te conheço.
O advogado ficou branco, sem saber que fazer. Depois de pensar um pouco, apontou para o outro extremo da sala e perguntou:
- D. Glória, conhece o defensor oficioso?
- Claro que sim. Também o conheço desde a infância. É frouxo, tem problemas com a bebida, não consegue ter uma relação normal com ninguém e na qualidade de advogado, bem ... é um dos piores que já vi. Não me esqueço também de referir que engana a mulher com três mulheres diferentes, uma das quais, curiosamente, é a tua própria mulher. Sim, também o conheço. E muito bem.
O defensor, ficou em estado de choque. Então, o juiz pediu a ambos os advogados que se aproximassem do estrado e com uma voz muito ténue diz-lhes:
- Se algum dos dois perguntar ao raio da velha se me conhece, juro-vos que vão todos presos!
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Deus é grande
Sabem o que é que acontece a um carro a gasóleo quando é abastecido com gasolina?
Calma, calma! Eu sei que é coisa para o meu calibre, aliás, nem sei como é que ainda não fiz uma destas. Porém, desta feita a proeza não foi minha. Foi de alguém que me está a suplicar para não contar a ninguém e que já me prometeu mundos e fundos em troca do meu silêncio. Já adivinharam? Pois é. A vingança é mesmo um prato que se serve frio. Depois de anos de enxovalhanço público eis o meu momento de glória:
MRS. CRAMA: DUHH!!! A GASOLINA, O PÓPÓ NÃO ANDA!!!
PS – O carro está bem.
domingo, 18 de novembro de 2007
sábado, 17 de novembro de 2007
Restaurante A Escola
Este ano, a festa foi feita com os prémios acumulados (pequenos infelizmente) pela sociedade do Euromilhões e o programa consistiu num passeio à Comporta, seguido de um almoço no restaurante A Escola.
A primeira vez que visitei este restaurante também foi com colegas de trabalho, se bem que o âmbito do evento era outro. Surpreendeu-me a qualidade da refeição naquele lugar entre Alcácer e a Comporta. Voltei depois com a Mrs. Crama, e mais uma vez a satisfação foi total, não dando por mal empregues os quilómetros percorridos até aos Cachopos.
O restaurante tem como particularidade estar instalado num edifício que foi em tempos uma escola primária. Apesar de ter sofrido obras de adaptação, principalmente no interior, nota-se que houve o cuidado de manter preservados certos pormenores como os quadros de ardósia, ou a vitrina com livros escolares antigos, que nos remetem para a realidade de uma escola de há 50 anos.
Quando chegámos tínhamos à nossa espera uns aperitivos servidos no espaço exterior onde em tempos foi o recreio. Depois passou-se a uma das duas salas para a refeição propriamente dita. Começou-se com um sortido de entradas todas elas muito bem preparadas. Bacalhau com grão, feijão-frade com atum, linguiça assada, coelho de coentrada, salada de pimentos, cenoura aberta, queijo e azeitonas. Seguiu-se um excelente ensopado de cherne, em que sobressai a qualidade e a frescura do dito. Depois foi a vez de provar a empada de coelho bravo, prato vencedor de vários concursos de gastronomia. Também estava muito boa. Para finalizar um sortido de frutas e um outro de doces. A acompanhar a refeição provaram-se o branco da casa e um tinto do Dão, seguidos de licor de bolota e aguardente da casa servidos em cabaças. Como aperitivos tivemos vermute e do moscatel. De realçar que por causa do problema do álcool vs. condução, alugou-se o minibus do vizinho Manel, que tal como em 2000 fez de motorista do grupo.
Restaurante A Escola
Estrada Nacional 253 - Cachopos
7580-308 ALCÁCER DO SAL
Tel: 265612 816
Antímio
Afinal a rã não se chama Eva. Chama-se Antímio e se o que dizem sobre este tipo de rãs é verdade, então o Antímio diz que vai chover.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
A Eva
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Não doi nada
A minha empresa associou-se à próxima acção de recolha de alimentos que o Banco Alimentar contra a Fome irá promover, nos próximos dias 1 e 2 de Dezembro. A ideia seria, dentro do conjunto de colaboradores, criar uma lista de voluntários que assegurassem a campanha de recolha em pelo menos um espaço comercial.
Em conversa com uma das colegas responsáveis pela organização interna da acção, fiquei a saber que, após alguns dias de distribuição do e-mail, a adesão à iniciativa tem sido praticamente residual, o que, segundo ela, era alvo de alguma estranheza. Aparentemente não compreendia que uma acção deste tipo, em que não é pedido mais do que um pouco do nosso tempo livre para uma causa incontestavelmente nobre, e que até poderia servir para alguns momentos de confraternização entre colegas, não tivesse mais adesão. Pois a mim, pelo contrário, nada disto me espanta. É apenas mais um exemplo da falta de consciência social do povo português, neste caso aplicado ao universo dos colaboradores de uma empresa grande.
Há um discurso generalista que aponta a falta de sentido cívico como uma das causas, senão mesmo a grande causa, de sermos a cauda da Europa em inúmeros aspectos. Fuga ao fisco, sinistralidade automóvel, mau estado das infraestruturas, péssimos índices de educação e formação… a lista é quase infindável, mas quando toca a realmente fazermos algo contra o status quo, ficamos em casa, a ver telelixo e a ruçar os sofás, ou reclamamos refastelados na cadeira da esplanada. Vivemos tempos de primazia do “eu” sobre o “nós”, do “meu” sobre o “nosso”. E se o mal é “deles”, então “eles” que se safem. O máximo que fazemos é assinar umas petições on-line, reencaminhar uns e-mails lamechas de proveniência muitas vezes duvidosa ou pôr umas bandeiras nas janelas, mas se toca a ter que mexer o rabo, alto e pára o baile. Até o conceito de manifestação teve de ser adaptado. Agora fazem-se buzinões ou marchas lentas. Andar a pé, só se for para contestar a perda de um direito ou de uma regalia. Aí já fia mais fino. Agora:
- “Darfur? Isso já lá devem estar muitos”.
- “Votar num referendo? Epá, está tão bom tempo para ir para a praia.”
- “Dar sangue? Faz dói-dói.”
- “Ajudar o Banco Alimentar? A um sábado!!!???”
É claro que não podemos ir a todas, nem se consegue mudar tudo de uma vez, mas se não fizermos nada, então nada será feito. Como disse o outro: “Uma viagem de mil quilómetros começa com um só passo.”
Quanto a mim, esta não quero falhar. Conheço relativamente bem a realidade do Banco Alimentar e acho que o facto de se recolherem directamente alimentos, e não dinheiro, ajuda a credibilizar e dá mérito à iniciativa. Por outro lado agrada-me a ideia de integrar um grupo de pessoas que se vai poder orgulhar de ter ajudado a recolher uns valentes quilos de alimentos que, no final de um processo complexo, chegarão a pessoas que de outro modo não os teriam.
Dia 1 lá estarei. Alguém quer ajudar, ou fazer companhia?
Mais informação: Banco Alimentar
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Saved by the bandit
“Mas isto está tudo louco!? Já nem os motards se aproveitam!?” – Foi o que se me assomou à cabeça, hoje a meio da tarde, quando o condutor da Honda Bandit azul travou quase a fundo à minha frente. Isto em plena Av. Infante D. Henrique, sem trânsito. Três faixas, nem um carro, ou qualquer tipo de obstáculo, em várias centenas de metros, e ele vai de espremer a manete direita!
Reparo então que olha para o lado direito. Ahhh!
Bem hajas pá! Não estava a ver o radar, não senhor!
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
sábado, 10 de novembro de 2007
I rest my case
- Tens as chaves de casa?
- Tenho.
- E a carteira?
- SIIIM!!!
- Os documentos da mota…
- Porra que és chata!
Algum tempo depois, a caminho da auto-estrada…
- Trouxeste o identificador da via verde?
- F$%&#$!
- És sempre a mesma coisa!
- Tu é que és!
- Até parece que sou eu que me esqueço das coisas!
- Quem é que se esqueceu de perguntar pelo identificador?
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Comó aço
A garganta numa chaga só.
O nariz. Ping ping.
Já disse afónico?
Uma borbulha no meio da testa. Tipo unicórnio.
É bom ir para as reuniões bem preparado.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
5ª frase da página 161
A corrente da 5ª frase da página 161 chegou aqui à chafarica trazida pela Rita (hás-de cá vir). Depois de consultar as regras fiquei com impressão que esta cadeia é assim um bocado… vamos dizer chochita. Algo sem graça, sei lá.
Pegando na mesma temática podia-se ter feito uma coisa muito mais estimulante. Por exemplo: um gajo qualquer decidia enviar esta cadeia a 5 gajos, esses tais gajos faziam lá a treta de afixar a frase, mas, e aqui é que residia a grande diferença, tinham de depositar 1€ numa conta à ordem, e só então depois, cada um deles passaria a outros 5 gajos, ou gajas, que aqui a unificação dos géneros é só forma de simplificar a escrita. Haveria ainda uma regra importante: quando a cadeia chegasse a um blog sem graça nenhuma, sem qualquer tipo de interesse e cujo blogger tivesse nascido, na Rua da Palma, freguesia de Santa Justa, concelho de Lisboa, a oito de Setembro de mil nove e setenta e dois, então o dono desse blog levantaria todo o dinheiro que existisse na conta à ordem e a corrente acabaria.
Fazendo as contas, considerando que esta cadeia já anda por aí há uns meses e se estimarmos que entretanto houve pelo menos dez passagens antes de cá chegar, teríamos:
5+25+125+625+3.125+15.625+78.125+390.625+1.953.125+9.765.625 = 12.207.025€
12.207.025€ aqui pró menino! Isso é que era uma cadeia digna de ser passada. OK, Rita?
Ainda outra coisa. Eu não vou passar esta cadeia porque estas cadeias fazem-me lembrar o jogo do “Passa a morte”. Era tramado o “Passa a morte”. A primeira vez que me passaram a morte, como é óbvio, entrei em pânico.
“Então e agora!? O que é que eu faço!? Será que há remédios para isto!? Ou vai ter que ser com injecções!? Será que tenho de ir para o hospital? Oh meu Deus! Vou morrer! Eu não quero morrer!!!”
Depois lá me explicaram que bastava, com um toque, passar a morte a outra pessoa que nada me aconteceria. Fiquei mais descansado. A partir daí, passavam-me a morte, e eu na minha infantilidade, ia passá-la a outro colega de brincadeira. Ora quando isso acontecia, a morte continuava a rodar pelas crianças até que inevitavelmente voltava à minha pessoa. Achei que aquilo não tinha muita lógica. Tentei então a táctica do “devolver à procedência”, que era, passar a morte imediatamente a quem me a tinha passado, na esperança de a morte circular em sentido inverso até chegar ao instigador de toda aquela treta, que era, ao fim e ao cabo, quem merecia ser morto. Aquilo até resultou inicialmente, os outros ficavam um pouco confundidos mas lá iam devolvendo a coisa para trás, mas passados uns tempos começou a acontecer a criança que me passava a morte, e a quem eu a devolvia, adoptar exactamente a mesma táctica, e isso era tramado porque passávamos horas a dizer “passa a morte”, “passa a morte”, “passa a morte”, “passa a morte mil vezes”, “passa a morte infinitos”, “passa a morte infinitos mais um”… o que nos fazia perder todas as outras brincadeiras, para além de obrigar à intervenção de uma das mães, normalmente já enfurecida, que arrastasse um de nós para casa, para acabar com o impasse.
Foi então que, num rasgo de génio, acontecimento raríssimo ao longo de toda a minha vida, me lembrei de um método que resolveria o problema do “Passa a morte”. Quando me passavam a morte, eu sorrateiramente chegava-me à beira de um adulto, esses seres meio alienados de tudo quanto era importante na vida, dava-lhe um toque rápido, algo que duraria na pior das hipóteses um milésimo de segundo e, nesse milésimo de segundo dizia as palavras mágicas “passa a morte”. Ao adulto, que possivelmente só ouveria algo como “pssmt”, todo o episódio deveria parecer apenas um princípio de um ataque de epilepsia, numa criança já de si pouco normal, pelo que aquilo ficava por isso mesmo. Eu afastava-me rapidamente e seguia o meu caminho “Livrinho da Silva”, e o desgraçado do adulto lá ficava, alheio à sua própria desgraça, com a morte a encubar-se-lhe nas entranhas.
Estava encontrada a solução para o “Passa a morte”. No entanto, esta não era uma solução tão fácil de implementar como pode parecer à partida. Apesar de tudo, eu tinha a noção de que ficar com a morte não devia ser uma coisa agradável, pelo que só passava a morte a adultos de quem não gostasse, que eram pessoas que, diga-se em abono da verdade, não abundavam. Porém com umas idas à padaria, ou à peixaria, a coisa lá se resolvia, excepto uma vez que tentei passar a morte ao jardineiro que tomava conta do jardim junto à escola e que assentava a mão em quem fosse apanhado a roubar camarinhas nos arbustos. Dessa vez o que safou foi o bom par de pernas que tinha, caso contrário acho que tinha ficado com a morte para sempre. Safa!
Posto isto, acho que é óbvio que eu não vou passar esta cadeia a nenhum blogger, porque por enquanto não existe nenhum de quem eu não goste assim tanto.
Vou por isso utilizar a táctica de passar esta cadeia a pessoas, de quem não gosto muito e que não vão fazer a mínima ideia do que lhes coube em sorte. E assim, os nomeados são:
- a senhora que me atropelou de marcha atrás.
- a outra senhora que também me atropelou de marcha atrás.
- o meu vizinho da segunda casa a contar da esquerda que deixa sempre o carro estacionado no passeio quando o pode fazer de um modo que não prejudica ninguém.
- o senhor que ontem foi metade da viagem a cortar as unhas no comboio.
- à palhaça Picolé, da Praça da Alegria, porque têm de ser cinco pessoas, e eu agora não me lembro de mais ninguém.
E com esta conversa toda, reparo agora que não escrevi a frase. Aqui fica. É do livro “Zen e a Arte de Manutenção de Motocicletas”:
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Gunzoners - Inauguração de nova sede
Os GUNZONERS têm o prazer de vos convidar para a inauguração da sua nova sede.
A sede fica em frente ao LIDL da Serra das Minas
Confirma ou simplesmente aparece.
Pergunto eu
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Mais uma para a Mrs. Crama contar aos netos
Era uma vez um menino que era um cabeça-de-alho-chocho.
Um dia esse menino esqueceu-se de actualizar a assinatura do comboio, mas lembrou-se a tempo de tirar um bilhete.
“Que belo menino que eu sou! Já não sou um cabeça-de-alho-chocho!” - pensou o menino.
No final do dia, o menino ficou de comprar peixe para o jantar de toda a família, que o aguardava, em sua casa. Só que o menino, depois de comprar o peixe, distraiu-se e apanhou o comboio errado.
O revisor apareceu e disse que o bilhete não servia e que aquele comboio nem parava na estação do menino.
O menino ficou muito triste e aflito.
O revisor ficou com pena do menino e não lhe passou uma multa, mas disse-lhe que ele teria de comprar um bilhete, em Santarém, e que só estaria de volta a casa, duas horas depois.
O menino ainda ficou mais triste e aflito. Afinal ainda era um cabeça-de-alho-chocho.
O menino telefonou para a menina e pediu que o seu pai o fosse buscar a Santarém, pois ainda assim chegaria a casa mais rápido.
O pai do menino pôs-se a caminho de Santarém.
Quando o comboio estava quase a chegar à estação do menino, teve de parar, para deixar passar um comboio mais rápido.
O menino lembrou-se então de pedir ao revisor se este não lhe podia abrir a porta para ele sair.
O revisor disse que não podia abrir a porta.
O menino fez uma cara muito triste e foi-se sentar outra vez no seu lugar.
O revisor teve tanta pena do menino que foi pedir ao maquinista que parasse o comboio na estação, para o menino puder sair.
O menino ficou muito feliz e agradeceu muito ao revisor. Depois ligou para a menina a saber se o seu pai já tinha saído.
O pai do menino já ia no Cartaxo, mas deu meia volta e eles jantaram felizes para sempre.
Parabéns João
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Norberto Lobo
Por coincidência, descobri também que um dos espectáculos da sua actual digressão será dado no Centro Cultural do Cartaxo, no dia 1 de Dezembro, onde actuarão também os Lobster. O bilhete custa 4€.
Por mim, está confirmadíssimo.
Fica um video para abrir o apetite.
Mais informações:
norbertolobo.com
Norberto Lobo @ My Space
Editora: Bor Land
Aeroporto de Vale Felizes - Almeida (Actualização)
Porreiro pá
domingo, 4 de novembro de 2007
The Straight Story
Realização: David LynchElenco: Richard Farnsworth, Sissy Spacek, Jane Galloway Heitz, Joseph A. Carpenter, Donald Wiegert, Harry Dean Stanton
Nacionalidade: França / Reino Unido / Estados Unidos da América
Ano: 1999
Título em português: Uma História Simples
Classificação cramalheirística: * * * *
(mín: * - máx: * * * * *)
Diálogos (Sur)reais
- Oh mãe deixa-me ver as tuas mãos.
- O que é que têm, filha?
- O que é isto branco nas unhas?
- Foi um verniz especial que eu pus.
- Fica-te bem! Assim ficas uma gaja boa!
Vol-au-vent au chèvre et jambon
Para além da receita indicada em baixo, foram feitos alguns folhados em que o presunto foi substituído por doce de framboesa, e outros só com queijo, para serem servidos com mel e nozes.
Dado tratar-se de um prato com pouco processamento, é fundamental assegurar uma boa qualidade dos ingredientes. Destaco o queijo utilizado, produzido pelo Sr. Adolfo, na Granja dos Moinhos, na Maçussa. Estava tão bom que metade de um queijo foi consumido com umas fatias de pão alentejano e um copo de vinho. A sorte foi que tinha
1 queijo de cabra tipo chèvre (250g)
200g de presunto fatiado
1 ovo
sábado, 3 de novembro de 2007
Bugs Bunny On Ice
Antes que se faça tarde
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Lisboa
O conceito “ir para fora, cá dentro” levado ao extremo, com uma visita à cidade que me acolhe todos os dias. Ver, cheirar e sentir aquilo que passa despercebido na pressa dos dias úteis. Aproveitei para dar um passeio de eléctrico, enquanto os há. A estreia do pirralho nos amarelinhos, e logo no mítico 28. Começa no Martim Moniz, sobe para a Graça, desce pela Voz do Operário seguida pela Calçada de S. Vicente e num instante estamos no Miradouro de Santa Luzia, uma das melhores vistas da cidade. Depois, é sempre a descer até à Baixa, pelo Limoeiro da má memória, passando pela imponente Sé. De novo a subir, agora para o Chiado, onde terminou a nossa viagem. A partir dali saboreou-se Lisboa a pé, juntamente com os muitos turistas de cabeça no ar e câmaras a tiracolo. A Brasileira, o Largo Camões, o Elevador da Bica, o Bairro Alto, a Calçada do Duque, o Largo do Carmo, o Elevador de Santa Justa e de novo na Baixa. Ufa! Com esta estafa, nada melhor que tratar do corpo. A melhor bifana da cidade e umas castanhas bem apregoadas, já ao fim da tarde, no Rossio. Soube bem… Lisboa.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Cara semi-chapada
Hoje, ao chegar a casa, cruzei-me com um vizinho que me fez lembrar o David Duchovny. No emprego, tenho um colega que é parecido com o George Clooney. Já uma outra colega, que foi transferida há uns meses para o meu departamento, é a cara da Angelina Jolie. Na semana passada, numa loja de electrodomésticos, fui atendido por uma sorridente Cameron Diaz. A lista poderia continuar quase indefinidamente.
Admito que tenho a panca de identificar parecenças entre celebridades e pessoas com quem me cruzo no meu dia-a-dia. É claro que quando comento as minhas associações com alguém – leia-se Mrs. Crama – normalmente esse alguém chama-me demente e outras coisas simpáticas, mas isso é apenas mais uma razão, bastante fraquinha por sinal, quando comparada com outras, que tem para me chamar demente e outras coisinhas simpáticas.
E isto a propósito do quê?
Olha! Boa! Ia escrever qualquer coisa mas agora varreu-se-me.
Ah! A propósito: a Drew Barrymore está grávida.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Xarope (mágico) para a tosse
Uma cerveja preta
Uma laranja cortada em duas metades
250g de açúcar mascavado
Tudo, numa panela a ferver até atingir o ponto de xarope
Foi esta mezinha que ontem preparei para o pirralho assim que se tornou óbvia a tosse e o catarro. O açúcar mascavado foi substituído por 300g de açúcar refinado mas o sabor é basicamente o mesmo.
O que é certo é que, coincidência ou não, o pirralho parece melhor e agora toda a gente sabe que isso é devido ao “xarope mágico” do pai.
Por falar nisso… cof, cof… acho que estou aqui com uma tossezita…
Patti Smith
Parece que ontem a noite foi mesmo desta senhora. Diz quem lá esteve que cantou e encantou, fazendo do Coliseu dos Recreios palco de mais uma noite memorável. Segundo dizem também, este foi o ponto alto de um concerto todo ele de grande nível.
E nós aqui em casa, com pena. Muita pena.
Mas onde é que pára a porra do meu subsídio?!
domingo, 28 de outubro de 2007
Perfeito, perfeito
Dormir uma hora de bónus.
Acordar sem pressas.
Sol, céu azul e uma brisa suave.
A manteiga a derreter no pão.
O leite com café de cevada.
Tratar do jardim e arrumar a lenha para o Inverno.
Passeio de bicicleta.
Levar o pirralho aos baloiços e ao seu restaurante preferido.
Almoço na esplanada.
25ºC! Quem disse Novembro?
Tarde no pinhal a procurar duendes e fadas, e pelo meio enche-se um saco de pinhas para a lareira.
Alguns momentos de leitura.
Uma cerveja fresca para brindar aos últimos raios de sol.
sábado, 27 de outubro de 2007
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Novo aeroporto
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Outra vez
Ao dar uma vista de olhos pelo jornal constato a notícia. À noite na televisão, volta a ser dado destaque à classificação das escolas do concelho de Almeida no ranking dos exames nacionais. Não me espanta, mas que fico triste, fico.
Desigualdade, discriminações e preconceitos
Inserida no Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades, estará patente ao público, no átrio principal da Estação do Rossio, diariamente das 12:00 às 20:00, até dia 21 de Novembro do corrente a exposição Desigualdades, Discriminações e Preconceitos.Preferências
Pois eu prefiro o lince ao ministro.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Hoje e sempre
- Platão
domingo, 21 de outubro de 2007
Férias 2008
Conforme foi dito aqui, as férias de praia foram cenário de imensos problemas. Para além de decisões difíceis que tínhamos de tomar constantemente, ainda se verificaram várias ocorrências muito desagradáveis. Primeiro, se a malta vai para as Caraíbas na época dos furacões, espera-se “ver” furacões. Pois meus amigos, de furacões, nada. Nem de escala 5, 4, 3, 2 ou 1, nem sequer uma tempestadezinha tropical, nada. Solzinho a brilhar, brisas ligeiras… enfim uma autêntica seca. Depois, prometeram-nos praias de imaculada areia branca e o que é que se viu? Pois posso dizer que vi algumas algas na areia, um ramo de palmeira e, vejam só o cúmulo, um coco! Está bem que eram cinco da manhã e ainda não tinha sido feita a limpeza da praia, mas por amor de Deus… um coco! Também se pode dizer que fomos completamente enganados com a água do mar. Prometeram-nos águas cristalinas, calmas e 27ºC de temperatura e não foi nada disso que tivémos. Lá cristalinas eram elas mas chegámos a registar 25ºC. Leram bem, 25ºC!!! Se era para tomar banho em águas a 25ºC tínhamos ido para Espinho. Isto para não falar nos vagalhos de 30cm e da meia dúzia de tsunamis com 50cm que apanhámos.
Perante isto, e depois de alguma desilusão e muita pesquisa, está encontrada a praia das férias do ano que vem.
Esqueçam as Caraíbas, Maldivas, Seicheles… Esqueçam até a Quarteira.
Coreia… É o que está a dar.
sábado, 20 de outubro de 2007
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Tobias II
É um belo gato. Não fosse a vida artística a que se dedica com fervor e teria assegurada carreira como estrela de cinema ou top-model felino. O Garfield ao pé dele não passa de um rude plebeu. Ele não. Ele tem sangue azul a correr-lhe nas veias. Nota-se que está habituado à fidalguia e é evidente a linhagem nobre, patente no modo altivo como refila com os que ousam perturbá-lo. Nem sei como deixa os serviçais da sua residência oficial deixarem-no na rua, quando se atrasa nos passeios pela coutada. Nessas alturas, recorre aqui aos aposentos alternativos. Nós cá estamos para lhe fazer a vénia. O Pirralho anda encantada.
Zen e a arte da manutenção de motocicletas, de Robert M. Pirsig
Quando viajamos de férias numa motocicleta, vemos as coisas de uma maneira que é completamente diferente de qualquer outra. Num carro, estamos sempre num compartimento e, em virtude de estarmos habituados a isso, não temos consciência de que através da janela daquele carro tudo o quanto vemos é apenas mais TV. Somos observadores passivos e tudo passa por nós enfadonhamente, numa moldura.Numa motocicleta, a moldura desaparece. Estamos completamente em contacto com tudo. Estamos na cena e não já, apenas, a observá-la, e o sentimento de presença é avassalador. Aquele cimento que zune a uns doze centímetros abaixo dos nossos pés é o material verdadeiro, a mesma coisa sobre a qual caminhamos, está ali mesmo, tão enevoado que não conseguimos concentrar o olhar nele, mas podemos em qualquer altura baixar o pé e tocar-lhe, e tudo isso, toda a experiência, nunca se apaga da consciência imediata.
(…)
A não ser que gostemos de berrar, não se trava grande conversa numa motocicleta em movimento. Em vez disso, ocupamos o nosso tempo a tomar consciência das coisas e a meditar nelas. Em paisagens e sons, no estado do tempo e em coisas que recordamos, no veículo e na região rural onde nos encontramos, a pensar nas coisas com grande vagar e tempo de sobra, sem sermos apressados e sem termos a impressão de que estamos a perder tempo.
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Tiro no pé
in DN Online
Fazendo as contas
45 anos x 300000 pratos/ano x 1,5 tiros/prato x 30 gramas de chumbo/tiro =
607,5 toneladas de chumbo
Acho que não deve estar mal.
Ouvi dizer que se fosse urânio era bem pior.
PS - Se alguém corrigir os algarismos significativos, leva chumbo.
Com tanto espaço!
Se fossem lá prá casinha deles...
PS - Porque não uma Cimeira da Malhada Sorda? Isso é que era!
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Dos nomes de meninas
Gosto muito do nome Ana. Acho que é um nome tão bonito que não vejo necessidade de o complementar com outro nome próprio. Para mim, as Anas são sempre, e só, Anas. Mesmo que depois sejam Sofias, Margaridas, Cristinas… o que for. Como toda a regra tem excepção, há uma Ana a quem eu chamo Rita, mas isso é porque já lhe chamava Rita havia algum tempo, quando descobri que afinal também era Ana. E depois, porque também gosto muito do nome Rita. Por coincidência (…que las hay las hay), são os nomes das minhas duas afilhadas. Sou o orgulhoso padrinho de uma Ana e de uma Rita.
Depois de toda esta conversa, acho que se torna óbvio qual o nome que daria a uma 2ª pirralha… Claro, era Maria.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
domingo, 14 de outubro de 2007
sábado, 13 de outubro de 2007
In Rainbows
Enquanto escrevo estas linhas, ouço o último álbum dos Radiohead – In Rainbows. Descarreguei-o há pouco naquele que foi o primeiro download de mp3 pelo qual paguei. E fi-lo exactamente para suportar uma decisão que é de louvar e que irá mudar o status quo do mercado mundial de música. Comercializar este álbum de um modo directo, sem intermediários, e exclusivamente através da net será um xeque-mate que obrigará as editoras a reverem a sua posição no mercado. Acho que é óbvio neste momento que a introdução de softwares anti-cópia, cada vez mais pesados, em CD´s que muitas vezes se tornam ilegíveis em leitores perfeitamente normalizados, a manutenção de preços que o mercado considera altos e os processos em tribunal contra sites de Internet e consumidores já mostraram que não deterão a revolução iniciada com o advento do mp3. “Se não os podes vencer, junta-te a eles.” É uma verdade milenar e não compreendo como é que uma indústria que movimenta biliões não o consiga perceber e não encontre meios para se encaixar nesta nova realidade. Mas eles, e os terroristas da RIAA a quem delegaram a defesa dos seus interesses, é que sabem. A propósito, In Rainbows é excelente. Provem.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Enolog 2007 (#7)
Apesar de ainda estar muito “fresca”, e como tal ainda não totalmente estabilizada, já foi provada. O aroma é o típico deste tipo de aguardentes. Na boca (e garganta) está suave, o que conjugado com a pouca persistência do “rosário” resultante do abanar da garrafa, me leva a crer que o seu teor alcoólico deve andar à volta dos 30º. Para mim está óptima para a tomar como a aprecio: um dedalzinho numa chávena de café onde antes bebi um bom expresso, com muita espuma. E sempre na companhia de alguém que me acompanhe. Foi isso que aconteceu na passada quarta-feira, onde aproveitando um almoço com colegas, pedi a opinião a quatro apreciadores. Todos deram nota positiva à Aguardente Bagaceira Crama’s 2007.
R.I.P.
- Oh pai! Por que é que a pele da rã secou?
- Porque esteve muito tempo fora do aquário.
- As rãs são como as sereias, não é pai? Não podem estar muito tempo fora de água.
- É isso filha.
- Sabes, eu acho que ela saltou do aquário dela porque queria ir para o aquário da Fofinha.
- Se calhar foi isso…
- Pois… só que o aquário da fofinha estava fechado e ela não conseguiu entrar, e a pele dela secou, e morreu, e agora é uma estrelinha no céu. Não é pai?
- É filha.
(…)
- Olha, sabes, agora que já não tenho uma rã, gostava de ter um cachorrinho com uma trela cor-de-rosa. Está bem pai?
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Mamajuana
Lá me explicaram que se trata de uma bebida que possivelmente teve a sua origem num preparado com fins medicinais, mas que devido ao seu agradável sabor se popularizou como bebida nacional. Também lhe atribuem propriedades afrodisíacas. Chamam-lhe o viagra dominicano, e responsabilizam a bebida pela alta taxa de natalidade do país (é comum encontrar mulheres com sete ou mais filhos).
Em conversa com os “locais” percebi que não existe uma receita exclusiva de mamajuana. O princípio é comum a todas, mas cada dominicano tem uma receita familiar com os seus toques particulares. Basicamente trata-se de uma infusão de várias ervas, folhas, especiarias, cascas ou raízes de árvore, numa bebida alcoólica, ou mistura de bebidas.
As receitas mais comuns levam rum, vinho tinto e mel, e como elementos aromatizantes: timacle, osua, marabelí, palo de manguei, palo índio, bohuco caro, brasil, canelilla, entre outros.
Como lembrança, comprei uma garrafa da bebida já preparada e um saco das ervas e cascas aromatizantes para preparar mamajuana em casa. Agora ando a apurar aquela que será a minha receita. A melhor do mundo como é óbvio. Enquanto a mamajuana do Crama não está pronta, vou ali abrir a outra garrafinha. Vai um copito?

quarta-feira, 10 de outubro de 2007
E a vencedora é...
As nomeadas para Melhor Bebida das Férias são:
Cerveja Brahma
Rum Brugal
Mojito
Daiquiri
Marguerita
Mono Sucio
Mamajuana
Pina Colada com “Bitamina”
Café Diablo
O Diário de Anne Frank - Versão Definitiva, de Anne Frank
Como esperado, o livro A Fórmula de Deus leu-se num ápice. Uma viagem de sete horas e dois dias de dolce fare niente chegaram para virar o calhamaço. O Diário de Anne Frank.
Apesar de já conhecer a história, a leitura deste livro tem agora outro impacto depois de em Junho ter visitado a casa onde Anne e a sua família viveram escondidos. Foi precisamente na casa de Anne Frank, agora convertida em museu, que este livro foi comprado.
Siga…
Melhor do Mundo
Pelos comentários do post aqui de baixo pode transparecer à primeira vista que eu perdi a jogar à sueca e no mini-golf. De facto, numa análise superficial dos acontecimentos, até admito que fui batido nestas duas nobres modalidades, mas o que realmente se passou foi que eu estava a tentar alcançar um objectivo muito superior… perdendo. Ah pois é! Vou explicar. Depois de ver este clip, aqui há uns dias…
… cheguei à conclusão que o Ricardo (Ricardo a primeiro-ministro já) tem toda a razão naquilo que diz. Vai daí, pus-me a pensar nas coisas em que eu me poderia candidatar a “Melhor do Mundo”. Ora, a comer pudins, apesar de ser muito bom, não consigo (ainda) bater o Ricardo. A sorver Häagen-Dazs’s, tenho um oponente implacável na pessoa do Xôr Violas. No ténis, enquanto não defrontar esse miudito que anda para aí – acho que é qualquer coisa Federer – também ninguém acredita que sou o Melhor do Mundo.
Então onde, ou em quê, é que eu poderia ser o “Melhor do Mundo”?
Foi então que em plenas Caraíbas, a meio de um buraco facílimo, e quando já seguia distanciado dos meus adversários, com um resultado de 15 abaixo do par, se me fez luz. Eu iria ser o Melhor do Mundo a perder no mini-golf. E assim foi. Falhanço atrás de falhanço, lá fui paulatinamente construindo o meu título. Depois, porque gostei da táctica, sagrei-me também Melhor do Mundo a perder à sueca. E acreditem que não foi fácil. O apuramento da técnica, a finesse, a aparente casualidade com que eu perdi tanto no mini-golf como na sueca, contra adversários tão fraquinhos, foi digna de um Melhor do Mundo. Mas um Melhor do Mundo por larga distância.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Praia Bavaro (República Dominicana)
Seis do Ribatejo, na República Dominicana, durante oito dias. Uma viagem cheia de dilemas, trilemas e outros problemas. Praia ou piscina? Buffet ou restaurante à la carte? Mojito, daiquiri ou pina colada com vitamina? Ténis ou mini-golf? Lancha rápida ou catamaran? Enfim só problemas. Como se não bastasse este tipo de arreliações, ainda perdi os campeonatos de sueca e de mini-golf. O que safou foram as corridas de gaivotas, onde me revelei imbatível.
Resumindo: comer, beber, dormir, passear, e... pois.
PS - A próxima já está a ser programada. Aceitam-se inscrições.
Quieres hablar?
Hoje acordei assim
Acho que estou com uma camada de jet lag que não m'aguento, ou então estou a começar a ressacar da falta de Mamajuana.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Excelente notícia
























