SA: Isto esclarece a tua dúvida sobre o meu restaurante preferido?
Carrapato: És servida?
SA: Isto esclarece a tua dúvida sobre o meu restaurante preferido?
Carrapato: És servida?

A tomada de decisão não foi pacífica. Um concerto a começar às 23:30 no meio da semana é algo que requer alguma força de vontade, mesmo sendo à borlix. No entanto, bastou chegar a casa e ouvir algumas das músicas do álbum Homemade Blues para rapidamente decidir que me faria novamente aos carris, rumando ao Casino Lisboa, para assistir à actuação dos The Soaked Lamb. O mais que posso dizer é que valeu todo o minutinho de sono perdido. Pois é, belo som que têm os The Soaked Lamb! É só fechar os olhos e num instante estamos num club de New Orleans, na América louca dos anos 30, ou enfiados num soturno bar de Chicago rodeados de gangsters. Bem na realidade, nem foi preciso fechar os olhos, pois os rapazes e a menina fazem questão de se apresentar com indumentária perfeitamente enquadrada com a música que tocam. Só a envolvente do Arena Lounge destoava, mas tudo bem, a cavalo dado não se olha o dente. O som também não esteve perfeito, longe disso, mas dada a acústica do espaço penso que era difícil fazer melhor. Depois há sempre aquele ruído de fundo, inerente ao funcionamento de um casino. Mesmo assim, deu perfeitamente para desfrutar da beleza dos temas, assim como aferir a qualidade dos músicos. Neste aspecto os The Soaked Lamb brilham como um todo. É certo que se destaca a voz, e a esbelta figura, da Mariana Lima, mas não lhe ficam atrás os restantes músicos. Miguel Lima (bateria), Vasco Condessa (teclas) e Luís Alvoeiro aka Gito (contrabaixo) fornecem a base do edifício musical do grupo. Afonso Cruz e Tiago Albuquerque, formam a dupla de alas, que entre si rodam um impressionante set de instrumentos, como banjo, clarinete, saxofone, ukelele, harmónica, e eu sei lá mais o quê, para além das habituais guitarras. Engraçado também o tema em que a Mariana canta através de um megafone que emula na perfeição a sonoridade das antigas grafonolas.
Resumindo: muito bom.
Para aqueles que não foram, e que gostam deste tipo de sonoridade, tipicamente americana, não percam uma próxima oportunidade porque believe me, they’ve got the blues.
PS - Depois deste concerto, acalento agora a ideia de os rever em condições, para mim, ideais: num pequeno bar, ou quanto muito no Santiago Alquimista, enquanto se escacilha uma caixa de cigarrilhas e se manda abaixo uma garrafa de Bushmills. Isso é que era!
A história de Portugal, e a sua influência na história do Brasil, pela pena de uma jornalista brasileira cheia de humor. E começa assim:Só os jovens passam por momentos assim. Não quero dizer os novos demais; esses não conhecem, para falar verdade, momentos propriamente difíceis. É dado à adolescência o privilégio de viver antecipadamente os dias da sua vida na plena continuidade admirável de uma esperança ininterrupta e sem introspecções.
Deixamos fechado para trás das costas o portãozinho da infância... – e entramos num jardim encantado. As próprias sombras do jardim esplendem de promessa. A cada curva da vereda está uma nova sedução. E não é por se tratar de um país ainda por descobrir. Sabemos perfeitamente que toda a espécie humana tem corrido no leito desse caminho. Trata-se do encontro próprio de uma experiência universal, de que esperamos uma impressão rara ou íntima... – um pouco de nós mesmos.
Avança-se então, reconhecendo os marcos erguidos pelos que antes passaram por ali, avança-se excitado, divertido, acolhendo igualmente a boa sorte e a má – as pancadas e as carícias, como se costuma dizer –, o variegado destino comum que tantas possibilidades traz dentro de si para os que as saibam merecer ou, talvez, para aqueles a quem a fortuna sorri. E continua-se para diante. O tempo também continua para diante – até que avistamos, mergulhando mais fundo, uma linha de sombra que nos previne de que o país da adolescência terá igualmente que ser deixado para trás.
Verificar que me esqueci da carteira, quando estou mesmo a chegar à estação, é das melhores maneiras de começar um dia de trabalho. Principalmente quando faltam apenas alguns minutos para a partida do único comboio que me poderá fazer chegar a tempo a uma reunião com um administrador, um director e um cliente.A chegada de vários faxs e mails aqui ao estaminé, sobre o post do Enlarge your… sexyness, leva-me a acrescentar algo ao que já foi dito, perdão, escrito.
Como algumas pessoas não perceberam bem o conteúdo do post, ou pelo menos todo o seu alcance, sinto-me compelido a aprofundar a informação sobre uma das maneiras de se aumentar o coeficiente de sexyness, neste caso, das moçoilas.
Entenda-se então esse primeiro post como uma aula teórica, sendo que este agora corresponderá a algo parecido a uma aula prática.
Peguemos novamente no vídeo dos The Subways e analisemos a actuação da Charlotte Cooper, fazendo uma ligação entre a sua linguagem corporal e gestual, com aquilo que realmente é assimilado pela audiência masculina.
Não sei se estão a ver o potencial deste post, caras amigas e leitoras, isto é a chave para a compreensão do pensamento masculino. O cromossoma XX descodificado. Vamos lá então ver isto com olhos de gajo.
Primeiros segundos. A baixista mantém-se na retaguarda, bebe água descontraidamente como se não estivesse à frente de 20.000 galifões, deixa incidir toda a atenção no vocalista, o qual pensa que é o centro das atenções.
Traduzindo: típica cena do fazer-se difícil, fruto proibido, a laranja no ramo mais alto, parece que não está nem aí, blá, blá, blá, etc., etc. O método é antigo mas praticamente infalível. A atenção já está toda sobre ela.
Primeiros acordes. A menina chega-se à frente, levanta o braço em direcção ao céu e ensaia os primeiros movimentos.
Traduzindo: “Abram os olhos rapazes. What you see is what you get!”
A música entra na fase mais forte, o baixo começa a tocar. Aqui importa dar uma pequena explicação sobre física. O baixo tem a particularidade de tocar, tal como o nome indica, baixas frequências. Ora a frequência é a grandeza inversa do comprimento… de onda. Feito este aparte, voltemos então ao vídeo. Se repararmos um pouco antes de a linha de baixo começar, ela está de novo com o braço levantado, o que faz realçar a zona do peito. Depois, há também a pose desafiante perante o público. Então, no fundo o que nós estamos a ver é ela a dizer: “Posso não ter umas grandes mamocas mas a minha onda é maior do que o vossa. Querem apostar?”
O ritmo está agora diabólico e a baixista rodopia e pula freneticamente. É mais de um minuto em alta intensidade física.
Aqui é simples: “Ó para mim filho! Your ass is mine! Enrolo-me a ti como o cobra vais ver! Dás três voltas nas cuecas, nem tocas nos elásticos! Depois salto-te em cima de tal maneira que andas quinze dias à procura dos ossos!”
Início do minuto dois. A baixista acalma-se um pouco e vem ao microfone cantar. Está na hora do “conversar”. Se não estivesse a actuar, provavelmente fumaria também um cigarro.
Segue-se novo período de alta intensidade. Simples novamente, o designado: “Vamos a bis.”
Já no fim da música, ela volta ao micro e, enquanto toca, olha, primeiro para o público e depois para o baixo atraindo toda atenção para o instrumento e para o seu habilidoso manejo.
Não há que enganar na forma como isto é assimilado: “Querido, é bom que não me deixes mal, é bom que não me desiludas. Não sei se reparaste mas eu toco baixo, e o baixo é um instrumento que se aprende a tocar… dedilhando.”
Têm agora noção do potencial de tocar baixo?
Foi celebrado, esta semana, um contrato entre a Cramell e a Rosa dos Churros, empresa responsável pelo franchising de rolotes de farturas, na zona do Tramagal. O acordo entre as duas empresas refere-se ao fornecimento de óleo vegetal usado e a sua entrada em vigor permitirá à Cramell o arranque da sua primeira unidade industrial de produção de biodiesel. O mercado dos hidrocarbonetos ganha assim mais um player, o qual já informou a sua intenção de, até ao final do ano, dispersar em bolsa o seu capital social, correspondente a 100.000.000 de acções, com um valor nominal de 5€ cada. Correm ainda rumores segundo os quais poderá também estar para breve uma OPA da Cramell sobre a GALP, decisão que se encontra já a ser analisada pela Autoridade da Concorrência.
A propósito deste post sobre os The Subways, e do comentário sobre a sua baixista, posso acrescentar que tocar baixo, nomeadamente numa banda rock, está entre as coisas mais sexy que uma mulher pode fazer.Este post do Kraak avisou-me que está aí a rebentar o novo álbum dos The Subways, uma das bandas cujo som toca definitivamente aqui um nervo qualquer. A música dos The Subways é daquelas que me faz ter saudades do Rookie. Bastam uns acordes de músicas como I Want To Hear What You Have Got To Say, Rock & Roll Queen ou Young For Eternity e esta alminha põe-se logo a fazer figuras que já não são para a sua idade. Pode-se alegar que é simplista, cru, áspero, pouco elaborado. Se calhar é mesmo por causa disso que eu gosto. Como diria o outro: It´s only rock’n’roll but I like it.
Fica aqui um videozito como sugestão para o dia 12. ;)
- O que queres de fruta? – pergunto-lhe no final da refeição.
- Nada.
- Nada não. Tens de comer fruta.
- Maçã – responde sabendo que não há.
- Maçã, não há. Banana? – sugiro, sabendo que as bananas já estão maduras e que se estragarão em breve, se não comidas.
- Não, banana não! – responde-me já a amuar.
- Já sei o que vais comer! Uma sobremesa!
- Uma sobremesa!? – pergunta contente mas desconfiada.
- Sim, vais comer a “Sobremesa das princesas”!
- Boa!!! O que é?
- Espera…
Vou até à cozinha. Esmago uma banana até ficar em papa. Junto uma bolacha Maria triturada para dar consistência. Coloco numa taça e rego com um fio de chocolate derretido. Apresento-lhe a “Sobremesa das princesas”.
- Boa, pai! Isto é supé béda fixe!
Quanto mais convivo com a minha filha, melhor lido com os directores da minha empresa.
(Ao jantar. Pai e filha)
- Ó pai, como é que eu nasci?
- Outra vez essa pergunta!
- Não! Eu sei que eu era uma sementinha na barriga da mãe mas como é que eu lá fui parar?
- Errr… Vá come a maçã!
Mas por que é que nunca aparece uma mãe quando se precisa de uma!?
Quando um médico, um desses entes de emoções petrificadas, totalmente blindados, por inerência da profissão, à dor e sofrimento alheios, me diz: “Analgésicos? Tome tudo quanto lhe apetecer.” Eu devia saber que ia doer. Eu devia ter desconfiado.
Como compreendo agora as sábias palavras e o tom de voz do Jim Diamond:
“Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, should have known better!”
Diz lá agora Jimmy, o abcesso periapical era em cima, ou em baixo?
Impossível dormir. Apenas consigo ficar aqui, deitado enroscado, de olhos abertos, sentindo dor em estado puro.
Visitei a minha médica dentista. Ela atrasou-se cinco minutos. Não me zanguei. Não consigo zangar-me com uma pessoa que me salva de uma dor de dentes.
Li, com satisfação que o “Casa Ermelinda Freitas - Syrah 2005” venceu o troféu do melhor vinho tinto do Mundo, no prestigiado concurso dos enólogos franceses “Vinalies Internationales 2008”, em Paris. Li com a satisfação de quem conhece relativamente bem a casa da D. Ermelinda e a sua evolução nos últimos 7 anos. Há 7 anos, que a D. Ermelinda (na realidade é mais a D. Leonor e outros Freitas) me faz rumar periodicamente a Fernando Pó em busca dos néctares que por lá se produzem. Há 7 anos, que se fazem vaquinhas com os colegas, para dividir os custos das viagens, e se organizam listas de compras para familiares e amigos. Há 7 anos, que a D. Ermelinda é a principal fornecedora da adega do Crama, sendo por isso uma das pessoas por detrás de muitas refeições felizes.
Nem de propósito, pretendo fazer-lhe uma visita em breve. Possivelmente procurarei em vão por este Syrah 2005, por esta altura inflacionado e/ou esgotado para fora do meu alcance. Não faz mal, vinho bom (e a bom preço) foi o que nunca faltou pelas bandas de Fernando Pó. E depois sempre há o peixe assado nas Lagameças.
Blá, blá, blá… Florianópolis é lindo… blá, blá, blá… hotel 5 estrelas… blá, blá, blá… jacuzi na varanda do quarto… blá, blá, blá…calor… blá, blá, blá… amanhã Ubatuba… blá, blá, blá… praia… blá, blá, blá… passeio de helicóptero…
Abraço Velhote!
Divirtam-se!
Primeiro fez-se a separação, por decantação, dos produtos da reacção: biodiesel + glicerina.
Depois, uma lavagem com uma solução de ácido clorídrico (água destilada + ácido clorídrico a 34%) afim de se eliminar o hidróxido de sódio residual bem como eventuais impurezas contidas no OVU.
Agora, há que deixar repousar novamente, até a água se separar completamente do biodiesel. Entretanto, a glicerina, que irá servir na futura produção de sabão, também ficou em repouso exposta ao ar, de modo a secar.
Gostava de vos dizer isto de uma forma suave. Não sei se serei capaz. Aqui vai:
Amanhã será segunda-feira e eu estarei de F É R I A S.
PS – Bem hajas Rita. Isto é cada cavadela, cada minhoca!
Ingredientes para 4 pessoas:
1 cabeça de alho
Sal e pimenta q.b.
1 folha de louro
1 ramo de alecrim
2 malaguetas pequenas
1 casca de laranja
1 chouriço
1 copo de vinho tinto maduro
2 limões
1/2 kg de arroz
No próprio dia, retire as rodelas de limão, coloque o pato numa panela, junte o chouriço, a folha de louro, a casca de laranja, o ramo de alecrim, as malaguetas, cubra com água e leve a cozer.
Depois de cozido, retire o pato e o chouriço e coe o caldo. Desfie o pato e corte o chouriço às rodelas.
Num tacho coloque um pouco de caldo e o arroz e deixe ferver. Ajuste com água ou com caldo conforme o gosto.
Quando o arroz estiver meio cozido, junte o pato desfiado e o chouriço. Regue com o copo de vinho e com o sumo de um limão. Ajuste os temperos e deixe acabar de cozer.
Pode-se servir directamente no tacho, ou colocar num tabuleiro, pincelar com ovo e levar ao forno para tostar.
O processo em si é relativamente simples. Basta googlar “biodiesel” e rapidamente se encontram vários sites onde se podem obter informações sobre o processo.
Basicamente o biodiesel é produzido na sequência de uma reacção química, denominada transesterificação, em que os triacilgliceróis do óleo vegetal, reagem com metanol, na presença de um catalisador, produzindo glicerina e o éster metílico de ácido gordo (biodiesel). No caso da experiência de ontem, a reacção de transesterificação foi catalisada por base, tendo sido utilizado o barato e facilmente encontrável hidróxido de sódio (soda caustica).
Antes de continuar, quero alertar que apesar de ser simples fazer biodiesel é bastante PERIGOSO quando não se tomam as devidas precauções no manuseio dos compostos. O METANOL é TÓXICO e ALTAMENTE INFLAMÁVEL e o HIDRÓXIDO DE SÓDIO é TÓXICO e CORROSIVO, por isso desaconselho vivamente a realização de experiências em casa. Também não devem ser feitas tentativas de produção de biodiesel sem se estar perfeitamente ciente de todos os riscos envolvidos bem como das medidas a tomar em caso de acidente. Estamos conversados?
Voltando à experiência de ontem, o primeiro passo consistiu na obtenção de 10 litros de OVU, limpo de impurezas à custa de decantações e filtragens. Depois foi apurado o pH do óleo.
Seguiu-se a produção de metóxido (metanol + hidróxido de sódio).
Entretanto aqueceu-se o OVU a uma temperatura de 100ºC para eliminação de água residual.
Com o agitador regulado para uma velocidade que permitia o arejamento do OVU, deixou-se arrefecer até atingir uma temperatura de 54ºC. Nesta altura, adicionou-se o metóxido e deixou-se no agitador enquanto se tratava de uma tarefa muito mais importante chamada almoço.
Ah pois! É que enquanto se fez o biodiesel, também se fez um belo arroz de pato como resultado de um processo muito mais complexo. Mas isso fica para outro post.
Concluída a mistura do metóxido com o OVU, deixou-se repousar de modo a que a glicerina se depositasse no fundo do vasilhame, ficando o biodiesel por cima.
Neste momento falta efectuar a separação e a lavagem do biodiesel, por isso não percam os próximos posts.
Ainda não eram 8 horas da manhã, no rádio do carro:
“Não saia daí. Deixe-se ficar com a Comercial. Já de seguida uma sugestão de leitura trazida pela Cinha Jardim.”
Vou repetir: "sugestão de leitura / Cinha Jardim".
Quase em estado de choque, travo a fundo e encosto na berma.
“Será que dormi 15 dias seguidos?”
Pego no telemóvel e confirmo a data.
“Não, ainda não estamos a 1 de Abril.”
Ainda com o coração a mil, ligo-me à Internet à procura de notícias de terramotos, furacões, o colapso solar... Nada. Explosões nucleares, a terceira guerra mundial, algo que indicie o início do Apocalipse... Nada.
Às tantas: “… blá, blá, blá… recomendo… blá, blá, blá… Geneticamente Fúteis… blá, blá, blá… Cláudio Ramos…”
E o mundo voltou a fazer sentido.

O álbum que tem passado em repeat por aqui.
Recomendo especialmente como acompanhamento musical das lides domésticas. É do melhor. Auscultadores sem fios na cabeça e siga o baile.
solipsismo
do Lat. solu, só + ipse, mesmo
s. m.,
vida, hábitos de solipso;
Filos.,
doutrina que considera o eu como única realidade no mundo;
egoísmo.
melífluo
do Lat. mellifluu, de que corre mel
adj.,
que corre como o mel;
fig.,
suave;
harmonioso;
que tem voz branda ou doce.
histrião
do Lat. histrione
s. m., ant.,
bobo, palhaço;
fig.,
homem hipócrita, abjecto pelo seu procedimento;
charlatão;
comediante;
vil, farsante.
Depositar um saco com alguns 5kg de jornais no contentor de lixo doméstico, quando mesmo ao lado há um papelão, já conta como paralesia cerebral, não já?
Depois de me ter levantado às cinco da manhã (sim, para ir trabalhar) sinto-me em condições de revelar ao mundo que essa coisa do “Deitar cedo e cedo erguer” dar saúde é um bocado… assim… como é que hei-de dizer… treta. É certo que não ajudou o facto de ter entremeado uma reunião de 6 horas com 700km feitos no pouca-terra, mas mesmo assim, dado o estado em que me encontro, permito-me duvidar da sabedoria popular. Também já fui confirmar que a minha enorme estatura não foi aumentada nem um milímetro, pelo que a parte do crescer também não é verdade. Só me resta concluir que a versão alternativa do ditado será porventura a mais correcta. “Deitar cedo e cedo erguer, é tramado mas tem de ser.”


