domingo, 1 de fevereiro de 2009

Zodiac


Realização: David Fincher
Elenco: Jake Gyllenhaal, Robert Downey Jr., Mark Ruffalo, Anthony Edwards, Chloë Sevigny, Dermot Mulroney, Brian Cox, Clea DuVall
Ano: 2007
Título em português: Zodiac

Babel


Realização: Alejandro González Iñárritu
Elenco: Cate Blanchett, Brad Pitt, Adriana Barraza, Gael Garcia Bernal, Rinko Kikuchi, Koji Yakusho, Mahima Chaudhry
Ano: 2006
Título em português: Babel

Fizeste-me levantar às 9 da manhã para isto!


Se eu estivesse nas bancadas, então sim, ias ter razões para chorar!
Panisgas!

sábado, 31 de janeiro de 2009

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A cola não funcionou


Estamos um dente mais velhos!

Vende-se rica vocação (por falta de uso)

Quando vejo um pobre desgraçado a tentar enfiar um Porsche de 200.000€, num apertado lugar de estacionamento proibido, para não pagar 1 ou 2 euros no parque de estacionamento que fica a poucos metros, não sou capaz de deixar de pensar que, ao contrário deste que aqui escreve, há pessoas que não têm vocação para serem ricas.

Os meus cinemas são melhores que os vossos



Lonely Carousel - RODRIGO LEÃO (Beth Gibbons)

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

La Frontière de l'Aube


Realização: Philippe Garrel
Elenco: Louis Garrel, Laura Smet, Clémentine Poidatz, Olivier Massart
Ano: 2008
Título em português: A Fronteira do Amanhecer

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

É só problemas #3

Mas onde é que já se viu!?
Primeiro foi a inscrição na escola primária, agora dentes a abanar!?
Com 5 anos e meio!?
Mas está tudo doido!?
Deve ser esta coisa do Obama, só pode!
Então eu lembro-me perfeitamente de me cairem os dentes, devia ter para aí 12 ou 13 anos!
Como é que agora é aos 5!?
Cola.
Cola para dentes, é o que eu preciso!

É só problemas #2

Eu: Sabes quem é que vem cá tocar em Fevereiro?
Ela: I’m From Barcelona!?
- Já tinhas ouvido?
- Não mas para me estares a perguntar, dessa maneira, só podia ser um grupo que eu quisesse ver. Vamos, não vamos?
- Por mim… mas o concerto vai ser igual ao que já vimos.
- Não faz mal. E o Pirralho? De certeza que também gostava de ir...
- Bom, se ela foi ao Sudoeste com 3 anos, ao Avante com 4, acho que não deve haver problema em ir ao Lux com 5.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

É só problemas #1

- Pai, sabes que é que vem tocar a Aveiras?
- Não, filha. Quem?
- Os Deolinda!
- Ah é filha!
- É! E tu vais levar-me a vê-los!
- Oh que chatice, pá! É tão difícil ser teu pai!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Cztery noce z Anna


Realização: Jerzy Skolimowski
Elenco: Artur Steranko, Kinga Preis, Jerzy Fedorowicz, Redbad Klynstra
Ano: 2008
Título em português: Quatro Noites com Anna

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Adeus João

Uma das vozes da minha juventude partiu, ficando apenas a sua música para o recordar. Nas fotos deste clip, a imagem que dele guardarei: em palco, com o seu baixo, rodeado dos restantes elementos d' A Naifa, a fazer música que marca, como o João. Grande João.

Dúvida

Não sei por que insistem em chamar enxada ao embolhador de mãos.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Boletim Agrícola

Confirma-se a crise no sector agrícola. Este ano, a produção de tangerina resume-se a três exemplares deste citrino, pelo que se equaciona o pedido de atribuição de subsídios governamentais. Maus resultados também no subsector das ervas aromáticas. Salsa, salva, hortelã e erva-cidreira têm sido devastadas com as baixas temperaturas e com os ataques das pragas de caracóis e lesmas. Para compensar, as chuvas deste inverno vieram dar um forte impulso à cultura do poejo, o que é, sem dúvida, uma boa notícia para a indústria da açorda. Entretanto, na esperança de melhores dias e já a preparar a temporada primavera/verão, tiveram início os trabalhos de preparação dos solos para a, cada vez mais importante, cultura do morango. Este ano pretende-se quintuplicar a cota deste fruto, de modo a garantir a 100% o abastecimento da República da Pirralholândia. Foram assim preparados novos terrenos com importação de substratos seleccionados oriundos da região da lezíria ribatejana. Um investimento forte do qual se espera um bom retorno. Na agenda fica a renovação da cultura da laranja e a preparação dos alfobres de abóbora.

sábado, 17 de janeiro de 2009

The Curse of the Jade Scorpion


Realização: Woody Allen
Elenco: Woody Allen, Helen Hunt, Charlize Theron, Dan Aykroyd
Ano: 2001
Título em português: A Maldição do Escorpião de Jade

As velas ardem até ao fim, de Sándor Márai

Feijoada de choco

Mais um dia dedicado aos biocombustíveis, mais um petisco a permear a elaboração de umas litradas de biodiesel. Enquanto na oficina se prepara metóxido e a transesterificação do óleo vegetal usado, na cozinha, o belo do refogado abre caminho à feijoada de chocos. Se alguma vez misturo as águas, dá merda da grossa mas até lá tem corrido tudo bem e assim se se vão passando belos dias na companhia de amigos de trabalho. Gosto muito de cozinhar para os amigos de trabalho. Primeiro, porque é tudo pessoal de bom alimento, daqueles que satisfaz ver comer. Sim, porque há um prazer especial em ver alguém virar três discos de uma feijoada preparada por nós; segundo, porque ao me auxiliarem na preparação da refeição, contrasta bastante com o ambiente da minha cozinha doméstica. É bastante diferente (para melhor) ouvir como resposta a um "Pica-me aí 2 cebolas.", um "Sim, chefe!", em vez de um "Não és tu que estás a cozinhar!? Safa-te!". E no fim ainda arrumam tudo e lavam a louça sem protestar. Ah! Se fosse sempre assim! Na preparação destas refeições é que dá para ver como deve ser boa a vida daqueles chefes com reputação firmada, rodeados de ajudantes para as tarefas corriqueiras que os deixam totalmente disponíveis para o processo criativo. Sortudos! Bom mas passemos ao que me traz aqui, a feijoada de chocos:

Ingredientes
1kg de feijão manteiga
1kg de choco (grande, cortado em tiras)
1kg de camarão 40/60
2 cebolas médias
6 dentes de alho
3 cenouras
3 tomates
1 molho de coentros
3 malaguetas
1dl azeite
Sal, pimenta, louro, paprika q. b.

Preparação
De véspera, coze-se o feijão. Antes também cozem-se os camarões (água, sal e uma malagueta) e descascam-se, reservando-se o caldo da cozedura.
Pica-se a cebola, o alho e a malagueta para um tacho grande. Rega-se com o azeite e deixa-se refogar ligeiramente. Junta-se a cenoura logo seguida do tomate sem pele (há quem tire também as grainhas mas eu não me dou a esse trabalho). Envolve-se bem e deixa-se cozinhar mais uns minutos, mexendo de modo a não queimar. Junta-se o choco que há-de libertar bastante líquido. Deixa-se cozinhar até cozer. Se for necessário refrescar, utiliza-se o caldo do camarão (não mais de um um copo). Quando tudo se apresentar bem cozinhado junta-se o feijão, do qual se reserva cerca de 200g, que depois de esmagado, se junta para dar mais textura ao molho da feijoada. Junta-se também o camarão descascado. Ajusta-se de sal e restantes temperos. Depois de tirar do lume junta-se os coentros picados e deixa-se apurar 10 minutos antes de servir.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Carocho

Nunca pensei chegar a este ponto. Estou completamente agarrado. Primeiro era só uma para experimentar. Depois gosta-se e repete-se. Entretanto o vício instala-se. Quando se dá por ela, já se está a meter às duas e às três de cada vez. Tentam-se alternativas mas não satisfazem, são inúteis. A cada tentativa de recuperação sucede uma recaída. E o abismo cada vez mais perto...
Não sei como, mas tenho de deixar as bolinhas de massapão!

Era o livro de reclamações se faz favor

U-ou-u! Pára tudo!
Quêêêê!!! O meu pirralho... inscrito na escola primária!?
Aquela alcagoita que ainda mal se vê do chão!?
Na, na, na! Não pode ser! Só pode ser um engano! Na primária!? No way!
Mas... mas.. Então ainda ontem... semana passada... era assim!
Epá está tudo doido! Só pode!
Mas desde quando, 5 anos e meio é só isto!?
Impossível! Alguém vai ter que se explicar muito bem! Exijo justiça! Têm de rolar cabeças!


PS - Entretanto se alguém souber onde posso arranjar retardante de crescimento, assim baratinho, ficava muito agradecido.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Entre les murs


Realização: Laurent Cantet
Elenco: François Bégaudeau, Nassim Amrabt, Laura Baquela, Cherif Bounaïdja Rachedi, Juliette Demaille, Dalla Doucoure, Arthur Fogel, Damien Gomes
Ano: 2008
Título em português: A Turma

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Feliz Natal

Acabo de ver isto na TV e como não tenho culpa de o Late Night dar quase um mês mais tarde que nos states. E como o Natal é quando o homem quiser: Feliz Natal!

Nota mental: inventar uma máquina para extrair o talento do Victor Wooten e o concentrar em comprimidos ingeríveis.

Jó é o meu nome do meio

Numa acção de formação, ouço um alegado entendido discorrer sobre a problemática da aversão à mudança, no seio da empresa. Como se tratasse de um mal geral, uma epidemia que afecta toda a gente. Contraponho. Numa empresa que sofre de orientação estratégica hiperactiva, onde tudo muda porque sim e porque não e em que nada "pára quieto" dois segundos, o problema não está na aversão à mudança mas sim na paciência para a mudança.

Há dois dias na UCI

Primeiro empanturra-se o bicho. Centenas de contactos, e-mails, moradas, notas, fotos, videos, ficheiros ponto doc e ponto xls, tudo lá para dentro. Plano de saúde para o bicho (o também chamado backup)? Nada! O bicho é novo, aguenta. Depois o bicho cansa-se e... kaput, ai minha nossa senhora virgem santíssima e filho dela e a família toda e os amigos nos valham.
Nos dias de hoje, a avaria repentina do telemóvel é uma espécie de AVC sócio-profissional.
O meu está em coma induzido e com poucas esperanças de recuperação.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Especial


Os primeiros sinais foram dados na altura da trasfega entre cubas. A côr e o aroma, já bastante definidos, indiciavam estar na presença de um bom vinho. Muito provavelmente o melhor desde que me iniciei nestas andanças, corria o ano da graça de 2002. No Natal, com a abertura da cuba, confirmaram-se as suspeitas. No dia do engarrafamento, com a adega inundada de notas de baunilha, já não restavam dúvidas. Agora, provado que está por palatos de várias sensibilidades, a opinião é unânime. O 2008 é colheita especial. E alguns anos em garrafa só lhe vão fazer bem.

Clic

F... cold!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

In Bruges


Realização: Oliver Stone
Elenco: Colin Farrell, Brendan Gleeson, Ralph Fiennes, Clemence Poesy, Jordan Prentice, Jérémie Rénier
Ano: 2008
Título em português: Em Bruges

Problema técnico fez com que se visse partes do filme trocadas entre si. Por decisão conjunta dos espectadores decidiu-se levar a sessão até ao fim. No final devolveram o dinheiro do bilhetes.
E agora estou com um problema de consciência: é que mesmo com a falha técnica, In Bruges valeu cada centavo dos 3,80€, pelo que aquelas moedas não deviam estar ali no bolso do casaco.
São tramados, os princípios.

O Jogador, de Fiódor Dostoiévski

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

My hips don't lie

Acabo de bater o recorde familiar de hula-hoop na Wii Fit e neste momento oscilo entre dois sentimentos distintos. Por um lado sinto-me satisfeito por estar a ganhar algo que pode ser muito bem uma réstea de forma, apesar do gingarelho me dizer que engordei mais meio quilo. Por outro, temo que se continuo a praticar hula-hoop a este ritmo, em breve mexerei as ancas melhor que a Shakira o que, parecendo que não, é qualquer coisa de aterradora.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

La maison d'oiseaux

- Ó pai, quando é que me fazes a casa para os passarinhos?
- É para já. Até tenho ali uma caixa de garrafas de vinho em madeira mesmo boa!
- Éééé! E eu posso ajudar-te?
- Podes mas vou demorar mais tempo a fazê-la.
- Não faz mal, eu ajudo na mesma!

Próxima etapa: casa de bonecas.

Pente 2

Ano novo, cabelo novo.
Não...
Ano novo, pouco cabelo novo.
Não, ainda não.
Ano novo, cada vez menos cabelo novo.
Sim é mais ou menos isto.

PS - Ah! Mas o que sabe bem sair de casa de manhã, pela fresquinha, quase careca! É só pensamentos mentoliptos!

domingo, 4 de janeiro de 2009

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Simples

O despertar ainda mais bem disposto do que é normal.
Um dia de trabalho especialmente calmo.
Um café, à beira-rio, em muito boa companhia.
Este video, enviado por um colega, que me arrancou um sorriso.
Os sorrisos que me recebem, ao chegar a casa.

Gosto de dias simples, como hoje.
E no entanto, a apetência natural para complicar...
Porquê?
A vida é bela quando é simples.



Que 2009 seja todo ele feito de dias simples e belos. São os votos da gerência para todos os que por aqui vão passando.

Natal - 4º Round

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Contigo, cinco

- Filha, ajuda-me a pôr a mesa, se faz favor.
- Está bem. Quantos adultos é que somos?

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

O bolo-rei resolve

Uma manca, um ranhoso e agora o pirralho com escarlatina. Por aqui vamos ter uma espécie de Natal dos Hospitais. Enfim, nada que uma postonga de bacalhau e uma fatiunga de bolo-rei não resolvam.
Agora vão-me dar licença mas tenho uma mesa grande para pôr e as garrafinhas de vinho para preparar.
Àqueles que por aqui vão passando, desejo um Feliz Natal.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Falta-me um bocadinho assim

Sem retirar uma vírgula ao último post, dá para me explicar, alguém que trabalhe na Sony, ou que seja batido no Grand Turismo 5 Prologue, como é que se consegue levar a cabo uma prova que consiste em ultrapassar 15 adversários, numa única volta de cerca 1:20 minutos, limitado a um carro que não tem muito mais potência que o dos ditos adversários?
Se não for incomodar muito, agradecia dicas na caixa de comentários. É que queria ver se resolvia esta coisa do melhor piloto de todos os tempos antes de 2009. Tá? Agradecido desde já.

PS – Já tentei ir pelas boxes e não deu.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Ás

Eu já era bom, muito bom.
A partir de hoje, estou a caminho de me tornar o melhor piloto de todos os tempos.

Natal - 2º Round




sábado, 20 de dezembro de 2008

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

1ª Gala Cramalheiras d'Oiro


Olá! Boa noite a todos. Bem-vindos à primeira gala dos Cramalheiras d’Oiro, o galardão que distingue os melhores concertos a que o manajeiro deste pasquim teve o prazer de assistir, durante o presente ano.
2008 foi um ano de muitos e bons concertos, pelo que a escolha de apenas uma mão cheia, será sempre algo injusta, até porque não considero haver parâmetros objectivos que definam o que distingue um bom de um menos bom concerto. O critério, neste caso, foi apenas um: dêem-me 15 segundos para relembrar os concertos de 2008. Quais os que vêem primeiro à cabeça? As respostas seguem sem mais demoras, até porque a minha vida não é propriamente isto. Passemos então ao primeiro prémio do que promete ser uma longa noite, perdão, um longo post.

O seu nome dispensa apresentações e, gostando-se ou não, é inegável o talento deste autor, cantor e instrumentista. Em 2008, apresentou o seu último álbum, “Dreams in Colors”, numa tournée que percorreu o país de norte a sul e que terminou num autêntico espectáculo de consagração, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Senhor de palavra fácil, juntou ainda nas suas actuações uma componente visual sem precedentes no panorama nacional, bem como períodos de entretenimento a raiar a stand-up comedy. De salientar ainda a excelente qualidade da banda de acompanhamento, de onde sobressaía uma menina, Rita Redshoes de seu nome, que se encarregou de assegurar primeiras partes que transformavam os concertos em autênticos eventos 2 em 1.
Senhoras e senhores, neste momento já não devem restar dúvidas, o vencedor da categoria

“Portuguese do it better” é:
David Fonseca @ Olga Cadaval – Sintra

Seguimos já para o segundo prémio.
Dizia Juca Chaves, humorista brasileiro, que há três coisas, no mundo, imparáveis. Fogo pelo monte acima, água pelo monte abaixo e mulher quando quer dar, ninguém segura. Pois os vencedores deste próximo prémio, quando querem dar um grande concerto, também ninguém os segura. Depois de uma actuação, o ano passado, no Sudoeste, nada digna do seu estatuto, estes rapazes reconciliaram-se definitivamente com o público português, numa noite de Maio, ali para as bandas do Campo Grande, onde mostraram por que é que os seus dois últimos álbuns – Alligator e Boxer – são considerados inquestionavelmente de antologia.
Senhoras e senhores, os vencedores da categoria:

“Quando querem, ninguém segura” são os:
The National @ Aula Magna – Lisboa

Concertos são momentos de energia e a energia, como se sabe, não se mede. Mede-se, isso sim, os efeitos que ela produz. No caso da banda vencedora deste próximo prémio, a energia dos seus concertos mede-se na escala de Richter e os aparelhos de medição instalados, no início de Julho, à beira Tejo, registaram valores de topo da escala.
São apenas quatro mas valem por um exército. Uma bateria demolidora, um baixo frenético, riffs impossíveis de um dos grandes magos da guitarra da actualidade e letras ácidas na boca de um vocalista cheio de carisma. Assim se resumem os vencedores da categoria:

“9,2 na escala de Richter” e que são os:
Rage Against the Machine @ Optimus Alive – Passeio Marítimo de Algés

Certos concertos, devido ao tipo de música mais melancólica, ou introspectiva, transformam-se em autênticos convites à evasão e à divagação, seja pelas paisagens sonoras neles retratadas, seja por cenários cinematográficos de filmes alojados nas nossas mentes. São concertos que se transformam como que em terapia, de onde se sai de alma aquecida e ego massajado e no caso deste ano, houve, não um, mas dois, onde o tratamento foi completo. Senhoras e senhores, os vencedores do prémio

“Isto é melhor que um spa” foram:
Malcolm Middleton @ Santiago Alquimista – Lisboa
e
Jay Jay Johanson @ CAE – Portalegre

No fim daquela noite, já a caminho de casa, o sentimento de satisfação era duplo. Por um lado tinha sido um excelente serão musical, sob os ritmos quentes da bossa-nova, interpretados por uma banda de grande talento e cantados por uma voz de embevecer; por outro, havia a vaidade de saber que aquele momento tinha sido registado para a posteridade e, como tal, eu iria fazer parte, se não da história, pelo menos de uma estória. E ela aí está, sob a forma 12x12, com capa azul, num escaparate perto de si. Chama-se Young and Lovely – 50 anos de Bossa Nova e os seus autores e vencedores do prémio:

“Augusto, meu filho, que te vi nascer” são os:
Couple Coffee and Band @ Musicbox - Lisboa

Eles sabem que não são, nem nunca vão ser, os melhores. Muitos deles – chegam a ser 29 – nem se consideram músicos na verdadeira acepção da palavra, na medida em que têm outras profissões de origem. (Um pouco como este blogger que vos escreve. Como dizia lá em cima: a minha vida não é isto e na verdade estou aqui mas estou a perder milhares de euros. Mas adiante.) O que interessa é que eles se divertem com o que fazem e têm um imenso prazer quando outros partilham dessa diversão. É por isso que os concertos desta banda são autênticos momentos de celebração. Não havendo um aniversariante para emprestar um mote, ou outro qualquer motivo, celebra-se apenas o facto de se estar ali, banda e público, a partilhar um determinado binómio espaço/tempo. E isso é tudo quanto basta. Teve ainda a particularidade, este concerto em concreto, de ser o mais globalizante a que provavelmente já assisti. Ali estavam dois tugas, em Inglaterra, a ouvir 12 suecos e uma francesa, no meio de uma plateia onde ouvi falar pelo menos 5 idiomas estrangeiros, e a língua mãe em dois sotaques diferentes, tudo isto representando pelo menos três continentes. Ah! Se toda a globalização trouxesse este prazer!
Senhoras e senhores, os vencedores do prémio

“Não há festa como esta” são os:
I’m From Barcelona @ Scala – London

Agora vou-vos contar um segredo. Xiu! Então é assim: Quando acham que assistiram a grande concerto e querem confirmar junto do resto da audiência se foi mesmo bom, ou não. Sabem como é que fazem? No fim desse concerto, quando acendem as luzes da sala, olham em vosso redor, se virem muitas pessoas com cara de quem teve bom sexo, é sinal que foi um bom concerto. Não quer dizer que tenham ocorrido interacções sexuais na realidade (e daí quem sabe…) mas a exposição a um grande concerto tem efeitos muito semelhantes. Para desenvolver esta capacidade de detectar um grande concerto é preciso uma certa perspicácia natural mas dá sempre para treinar a habilidade, principalmente, em salas de pequenos-almoços de hotéis. Os sinais a procurar são: um andar revigorado, faces ligeiramente ruborizadas, pele tonificada, olhares luminosos e sorrisos que teimosamente se esgueiram, aparentemente sem motivo, pelos cantos dos lábios. E é claro que há o método mais directo que é de ir perguntando pela audiência: então, gostaste? Ou então, ainda mais directo: foi tão bom para vocês como foi para mim? Pois no fim do concerto da banda vencedora do último prémio da noite, vi muita cara de bom sexo, e quando ouvi a Rita a perguntar, a mim e à Mrs. Crama: “então, gostaram?”, não restavam dúvidas, tinha sido um grande concerto.
Senhoras e senhores, no fim mas não enfim, os vencedores do prémio

“Orgasmo musical” são os:
The Gutter Twins @ Santiago Alquimista - Lisboa

E assim termina a primeira gala dos Cramalheiras d’Oiro. Para os que nos seguiram aí em casa, tenham uma muito boa noite e até para o ano. Para os que aqui estão, deixem-se ficar, serão servidos croquetes e o bar está incondicionalmente aberto.
Agora, vão me dar licença mas tenho de ir tirar a roupa da lixívia. Fiquem bem!
Ah! E vejam se para o ano trazem o fatinho de cerimónia. Pelo menos aquele de ir ver a madrinha. Está bem?

Senilidade, de Italo Svevo


Desde logo, com as primeiras palavras que lhe dirigiu, pretendeu avisá-la de que não tencionava comprometer-se com uma relação muito séria. Falou, pois, mais ou menos assim: — Amo-te muito e, para teu bem, desejo que ambos concordemos em agir com precaução. — As suas palavras eram tão prudentes que se tornava difícil acreditar que fossem ditas por amor de alguém e, com um pouco mais de franqueza, teriam soado assim: — Gosto muito de ti, mas na minha vida jamais poderás passar de um brinquedo. Tenho outros deveres, a minha carreira, a família...
A família? Apenas uma irmã, que não o incomodava, nem física nem moralmente, pequena e pálida, alguns anos mais nova que ele, mas mais velha pelo carácter ou talvez pelo destino. Dos dois era ele o egoísta, o jovem; ela vivia para ele como uma mãe que se esquece de si mesma, mas isso não o impedia de se lhe referir como a outro destino importante ligado ao seu e que pesava sobre o seu, e assim, sentindo os ombros vergados sob o peso de tanta responsabilidade, atravessava a vida cauteloso, deixando de parte todos os perigos mas também o prazer e a felicidade. Aos trinta e cinco anos sentia na alma a ânsia insatisfeita de prazeres e de amor, tocada já pela amargura de não os ter desfrutado, e no cérebro um grande medo de si próprio e da fraqueza do seu carácter, na realidade mais suspeitada do que conhecida por experiência.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Zen e a Arte da Manutenção de CDI

Acerta cem,
Serás ninguém.
Uma falha,
Deus te valha.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Acidentais sem aspas, por favor


“É a minha mulher… err… ela caiu das escadas…”

ESQUEÇAM! Nunca, jamais em tempo algum! Se alguma vez, a vossa mais-que-tudo cair de umas escadas (vá, batam todos na madeira) e tiverem que levá-la a um centro de saúde, ou hospital, com um pé de banda e algumas escoriações, não profiram, sob circunstância alguma a frase lá de cima. Digam que ela foi apanhada no meio de uma batalha campal entre Super Dragões e os No Name Boys, que ela levou com os sapatos que eram para o Bush, qualquer coisa, menos "é a minha mulher... ela caiu das escadas". Mesmo que façam a vossa maior cara de choné-que-não-faz-mal-a-uma-mosca, fica o aviso: eles não engolirão! Vão por mim. O Crama sabe.

PS - A mais-que-tudo está bem.

Sem ela, sinto-me nu


Quando era gaiato, há um par de meses portanto, gostava de gozar com as mulheres em geral e com a minha mãe em particular, por andarem sempre carregadas de malas e saquinhos atafulhados de tudo e mais alguma coisa.
Na passada sexta-feira, ao receber de volta a malfadada pasta, deixada nas Caldas, e ao rever o seu conteúdo, dei por mim a pensar na forma engenhosa que o destino arranjou para me chamar… ora deixa ver qual é o termo… sim, é parvo mesmo. Imaginei também o que teriam pensado os meus quatro colegas que, em regime de estafeta, fizeram o obséquio de me a fazer chegar, caso a tivessem aberto e contemplado o seu interior. É que se há algo que prova a minha perfeita anormalidade, isso é, com certeza, o conteúdo da minha pasta. Por fora, parece uma vulgar pasta para portátil, em pele castanha. Por dentro… bem, lá dentro vem aquilo que, hoje em dia, considero indispensável para sair à rua, num vulgar dia de trabalho e que é, basicamente, tudo menos um portátil. A saber: carteira com documentos, cartões e dinheiro, chaves de casa num porta-chaves-canivete-suiço-pen-usb, chaves de casa dos pais, pacote de lenços de papel, pen usb, canivete dos petiscos de alta estima comprado em Vila Nova da Baronia e que anda sempre comigo, leitor mp3, estojo com lapiseiras, esferográficas e caneta, auricular bluetooth, carregador do auricular bluetooth, busca-pólos electrónico, chave multi-usos (fendas e philips), 2 canivetes suíços (um de 9 funções incluindo alicate e outro de 10 funções), guarda-chuva, panamá impermeável, caderno de anotações, telemóvel-palmtop, auricular do telemóvel, um livro para a leitura diária e uma catrefada de papeis de proveniência incerta e destino desconhecido. Isto nos dias normais. Num dia em que precise de levar o portátil, junte-se então mais uma pasta com o dito, respectivo carregador, rato, disco portátil, meia dúzia de discos graváveis e mais uma ou duas pens just in case.
Penso que é claro agora, para aqueles que me chamam de cabeça-de-alho-chocho, que eu não sou um gajo esquecido. O que se passa é que tenho muito de que me esquecer!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Cramologia I

Considere a seguinte situação:
Crama desloca-se às Caldas da Rainha em trabalho. Vai de carro e leva uma pasta.

Responda à seguinte pergunta:
De que se esquece Crama?

Respostas
a) Da pasta.
b) Do carro.
C) Crama não é de se esquecer das coisas.

Se respondeu
a) Parabéns! Passou. É um expert em Cramologia.
b) Vai a oral. Compreende os princípios da Cramologia apenas hoje não foi o seu dia de sorte.
c) O que é que você anda a fazer neste curso?

W.


Realização: Oliver Stone
Elenco: Josh Brolin, James Cromwell, Ellen Burstyn, Elizabeth Banks,
Ano: 2008
Título em português: W.

A ida ao cinema às quintas é feita quase sempre às cegas. Não havendo jornal ou site onde consultar a programação do CC-Cartaxo vai-se à confiança, um pouco: ou sim ou sopas. Hoje deu sopas.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A Viagem do Elefante, de José Saramago

Aos lanches e a tudo o que dá sabor à vida!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

De princesa para princesa


Hoje, o Pirralho visitou um palácio do qual o pai conhece até as entranhas. Não viu os reis (que esses andam sempre muito ocupados) mas viu princesas, aias, guardas, sapos... e ainda vendeu as rifas da escolinha e ganhou presentes. Tão cedo não esquecerá.
- Ó mãe, tens de me preparar o meu vestido de princesa para levar à festa de Natal!
- Nem penses!
- Mas a SA vai levar o dela!

Bem hajas SA!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Do fim-de-semana

Argemela

Ribeira do Paul

Chá

Socorro, criei um monstro!

Desde há uns tempos, sempre que se entra no carro:
- Põe aquela do la-la-la-la-la! (ndr: We’re from Barcelona)
- Não, quanto muito ouvimos o CD desde o princípio.
- Não põe só a do la-la-la-la-la e a I am built a treehouse! (ndr: Treehouse)
- Não é I am built, é I have built!
- Sim essa e a do la-la-la-la-la, a 3 e a 4 e depois a 3 e depois a 4… assim, a viagem toda!

sábado, 6 de dezembro de 2008

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Sempre

Eu fazia fotografia em batizados, casamentos, festas de formatura. As que mais vendiam eram as de formatura, no Teatro Municipal. Eu fotografava os formandos, sentados no palco, em suas becas ridículas, e parentes de roupa nova, sentados na plateia. Começava da primeira fila do lado esquerdo e fotografava, de cinco em cinco filas, levantando minha velha Rôlei sobre a cabeça, com o visor virado para baixo. Não escapava ninguém. Tudo tinha que ser feito com velocidade, para, antes de acabar a cerimônia e as pessoas se dispersarem, eu poder revelar e vender as fotos. Os pobres (eu sabia pela roupa que usavam) compravam sempre. Eu punha as fotos nas mãos deles, que inicialmente pensavam que era de graça, ou custava barato, e quando eu dizia o preço, tinham vergonha de recusar. Pobre sempre se fode.

- Rubem Fonseca, em O Caso Morel

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Aboborostar

Na escolinha. Turma de pirralhos de 5 anos.
Professora: “Meninos, digam-me: o que se pode fazer com uma abóbora?”
Pirralho, de mão no ar, toda contente: “Pode-se fazer limonada!”
Turma toda a rir: “Ah! Ah! Ah! Não se pode fazer nada limonada!”
Pirralho quase fora de si: “PODE! PODE! O MEU PAI FAZ LIMONADA COM ABÓBORA!”

E pronto, agora lá tenho de ir explicar na escola que de facto se pode fazer limonada com abóbora (e não limonada de abóbora). Basta cortar a abóbora em pedaços, juntar açúcar e deixar que se forme calda de abóbora. Depois, junta-se em quantidades a gosto, sumo de limão, água e a calda, et voilá: limonada com abóbora, a bebida que junta a vitamina do limão e os sais minerais da abóbora! Hummm… Ou se calhar não. Não conto nada. Vou chamar-lhe Aboborostar e vendo a bebida, nos ginásios, em latinhas todas pipis. Fico rico em três tempos e o pirralho tem a sua doce e vitaminada vingança. Ah! Ah! Ah! (Riso maquiavélico)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Resumindo

500km de comboio.
Pessoas que insistem em partilhar as conversas e a música com quem não lhes pediu nada.
Uma reunião totalmente improdutiva e em que a todo o momento temi a entrada do coelho branco, ou que me dissessem que estava a ser filmado.
Duas refeições de merda.
Não vi o pirralho.
Valeu o livro.

E o vosso dia? Também foi uma caquinha?

O Caso Morel, de Rubem Fonseca


Um dos previlégios de ser português é poder desfrutar, sem intermediários, da literatura brasileira... (cont.)

Lisa

Chama-se Lisa Hannigan, tem 27 anos, vem da Irlanda e ficou conhecida por ser a voz ao lado do Damien Rice, em músicas dos álbuns O e 9. Depois da separação do “projecto” Damien Rice, Lisa Hannigan enveredou pela carreira a solo, tendo lançado recentemente o seu primeiro álbum de originais – Sea Sew. Dona de uma voz que me faz querer visitar a Irlanda, Lisa seria com certeza uma das minhas assalariadas se tivesse dinheiro suficiente para contratar cantores particulares. Enquanto não enriqueço, e enquanto não se proporciona um concerto neste cantinho, ficam alguns clipes que uso para desougar, à laia de sugestão de audição.

Do novo álbum


De uma parceria com Gary Lightbody para um álbum de beneficência


E por fim, esta cover de uma música de Nick Cave, que me leva a crer que uma noite de copos com a Lisa deve ser para nunca mais esquecer.


Mais informações aqui:
Site oficial
MySpace

PS – Rita: se alguma vez pensares em trazer cá esta menina, não te preocupes com o hotel que a estada fica por minha conta.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Depois do cabaz grego

Este fim-de-semana decorreu mais uma campanha de recolha de alimentos do Banco Alimentar Contra a Fome. Infelizmente, ao contrário do ano passado, não participei na acção mas para compensar, ali para os lados da Luz, houve uma alma caridosa que de uma assentada contribui com um frango e seis milhões de melões. Abençoada alma!

sábado, 29 de novembro de 2008

London



Pois é! Já cá estou, cheio de pena por não ter ficado lá mais uns dias. Tanta coisa que ficou por ver! Londres parece inesgotável. Quanto mais se conhece mais nos apercebemos de coisas que não vamos conseguir ver ou fazer. E não estou só a falar dos monumentos ou de atracções para turista ver. Estou a falar de andar de double-decker, beber pints nos pubs, tomar o chá das cinco ou uma refeição em espaços todos “trendy”, usufruir daqueles parques maravilhosos, apreciar o humor que põem na mais pequena conversa… Ai, ai! Que belos dias se podem passar em Londres! Infelizmente o consumo de recursos (leia-se guito, money, argent…) corta pela raiz as hipóteses de prolongamento da estadia, ou regresso a curto prazo. De qualquer maneira, tenho quase como certo que será uma cidade onde hei-de voltar no futuro. Espero é, na altura, apanhar tão bom tempo como desta vez. Tirando a manhã de domingo, que começou com neve (sim, neve!) passando depois a chuva intensa, apanhámos quase sempre céu limpo ou pouco nublado. É claro que estava frio, muito frio, mas nesse aspecto íamos muito bem prevenidos. Com estas condições, deu para fazer aquilo que mais gosto nestas visitas: passear a pé. E como passeamos! Acho que fizemos mais de 100km nos dias que lá estivemos. Chegávamos estafadíssimos ao hotel mas era aquele cansaço que sabe bem, por sabermos que foi proveitoso. É aquela velha máxima do “quem corre por gosto não cansa”. E depois houve o concerto dos I’m from Barcelona que foi… nem sei como descrever… foi uma festa, uma festa no mais profundo sentido da palavra, alegria em estado puro. Os janados daqueles suecos realmente sabem pôr pessoas bem dispostas como ninguém. E não é só a música, pop-rock adocicado e saltitão, que é responsável por isto, é também a alegria e satisfação sinceras que se percebem na sua actuação, é a facilidade com que interagem com o público, deixando claro que não há nenhuma barreira entre palco e plateia, que toda a sala é “party territory” destinado a ser usufruído por todos sem regras nem tabus. É claro que isto também só é possível com uma boa “casa”, ou seja, com pessoas civilizadas mas que estejam predispostas a se divertirem despudoradamente o que foi o caso, tirando a fase “da vergonha” logo no início do concerto. Enfim… muito, muito bom! Para a Mrs. Crama, foi o melhor concerto de sempre. Ficou impressionadíssima. Eu tenho mais dificuldade em atribuir estes títulos absolutos mas se houvesse uns Crama de Ouro, dava-lhes o prémio “Não há festa como esta”. Por outro lado, também não fui apanhado tão de surpresa pois já tinha visto muitos clipes no YouTube e já desconfiava que a coisa se passava mais ou menos daquela maneira mas, mesmo assim, superou as minhas (altas) expectativas.
Ficam mais uns clipes da Crama TV, também conhecida pela YouSuck TV, dos momentos altos concerto.

Este é o momento em que o Emanuel chama uma aniversariante ao palco e com a Paper Planes faz entrar o concerto em full party mode.


Aqui a dupla Oversleeping/We're from Barcelona


A apoteose já no final com Treehouse


PS - A quem de direito: desculpa o déjà vu. :(

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Souvenirs

I'm back!

Ah! Pensavam que era o fim!? Julgavam que a miséria por aqui tinha acabado? Que o bom senso tinha prevalecido e o ridículo terminado? Que na blogosfera ia se poder agora respirar? Que os vossos dias iam enfim melhorar?
Wrong!
A emissão segue dentro de momentos.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008