terça-feira, 7 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
The Cinematic Orchestra @ Aula Magna
A forma não era a melhor e as cadeiras da Aula Magna são tramadas para se estar sentado duas horas, quando se está cansado e com horas de sono a menos. Mesmo assim, um concerto que foi um miminho! Exactamente dentro daquilo que estava à espera, com algumas surpresas positivas que vão ficar na memória. Em primeiro lugar, o concerto de abertura de Grey Reverend, um brooklinista, com voz e guitarra de alto nível, e o seu regresso a palco para acompanhar os Cinematic Orquestra em alguns temas, destacando-se To Build a Home, já no encore. Pena foi que um par de jovens atrás de mim (e não eram os únicos) tenham decidido tagarelar durante toda a actuação de abertura. Realmente, por mais que tente, não consigo compreender a lógica de se ir dar à língua para um concerto! Mas adiante… Ficará também em memória ROM a vocalista que acompanhou os Cinematic neste concerto – Heidi Vogel de seu nome – e o seu vozeirão, capaz de encher a Aula Magna de soul. Por fim a bateria de Luke Flowers, que foi para mim uma actuação dentro da actuação. Aliás, desde Carter Beauford que uma bateria ao vivo não me tocava assim. 5 estrelas. Num outro contexto, outra coisa que não esquecerei, foi ver dois bilhetinhos para este concerto irem para o lixo sem serem utilizados. Bom, bom era se dessem para serem convertidos em bilhetes para David Byrne! Isso é que era!
E posto isto, os meus agradecimentos a quem de direito, por mais um concerto com o “selo” SA, e um clip - de boa qualidade, logo não meu - para mais tarde recordar.
E posto isto, os meus agradecimentos a quem de direito, por mais um concerto com o “selo” SA, e um clip - de boa qualidade, logo não meu - para mais tarde recordar.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
E todos por um
Já o tinha dito aqui anteriormente: “O melhor da minha empresa são as pessoas… e o pior também.” Lembro-me várias vezes desta frase, no decorrer dos dias de trabalho. Como o de hoje. Tinha acabado de regressar do almoço e, de boca em boca, corria a notícia que o Sr. D., um dos nossos contínuos, fora assaltado, quando se deslocava para ir entregar algum correio. Atirado ao chão por dois gandulos e com uma faca no pescoço, foi obrigado a entregar tudo o que tinha de valor. Na contabilidade do acto, um telemóvel pessoal e algum dinheiro que, não sendo muito, é bastante, para a complicada saúde financeira do Sr. D.. Pior ainda, o rombo na saúde psíquica – ainda menos famosa – com o susto que, com certeza, vai deixar mazelas.
Estava ainda a ser informado de alguns detalhes, toque a rebate. Num ápice, todo o departamento mobilizado e, com entusiasmo, todo o departamento a querer contribuir. “E o Auto de Notícia?” “E a queixa na polícia?” “Temos de o apoiar!” “Que tal um jantar de confraternização?” E o óbvio, claro!
No final do dia, já o Sr. D. experimentava o telemóvel novo e o dinheiro perdido tinha-lhe sido restituído, pelos colegas. O jantar será para breve.
Quanto a mim, reconheci que a frase lá de cima talvez peque por excesso de negativismo, pelo que, a partir de agora será: “O melhor da minha empresa são as pessoas… e o melhor são muito mais que o pior.”
Estava ainda a ser informado de alguns detalhes, toque a rebate. Num ápice, todo o departamento mobilizado e, com entusiasmo, todo o departamento a querer contribuir. “E o Auto de Notícia?” “E a queixa na polícia?” “Temos de o apoiar!” “Que tal um jantar de confraternização?” E o óbvio, claro!
No final do dia, já o Sr. D. experimentava o telemóvel novo e o dinheiro perdido tinha-lhe sido restituído, pelos colegas. O jantar será para breve.
Quanto a mim, reconheci que a frase lá de cima talvez peque por excesso de negativismo, pelo que, a partir de agora será: “O melhor da minha empresa são as pessoas… e o melhor são muito mais que o pior.”
Enjoado
Deixei de ver televisão regularmente faz uns aninhos valentes. Telejornais inclusive. Simplesmente não aguentava tanta trampa. À hora do jantar prejudicava-me o apetite, depois do jantar, a digestão. Na altura decidi: trampa por trampa, prefiro os jornais que sempre escolho a que leio. Passado um tempo, fartei-me de jornais. Trampa por trampa, a Internet, que é de borla. Ultimamente, até na Internet vou tendo aversão a manter-me minimamente informado. Acho que enjoei de tanta trampa.
A dita
- Tamboril não temos.
- Grande gaita! Então dê-me raia, safio, cação, lula, corvina, salmão, amêijoas e camarões.
… a que se juntaram batata, cebola, alho, pimento, tomate, coentros, malagueta, louro, mais uns pozinhos de perlimpimpim e a cataplana virou caldeirada. Gabada por todos os comensais, diga-se de passagem, apesar da falta de meios. E no fim a promessa: a próxima vai ficar melhor.
- Grande gaita! Então dê-me raia, safio, cação, lula, corvina, salmão, amêijoas e camarões.
… a que se juntaram batata, cebola, alho, pimento, tomate, coentros, malagueta, louro, mais uns pozinhos de perlimpimpim e a cataplana virou caldeirada. Gabada por todos os comensais, diga-se de passagem, apesar da falta de meios. E no fim a promessa: a próxima vai ficar melhor.


terça-feira, 31 de março de 2009
Na linha com os tachos
Começou com umas cervejinhas na Portugália, para aproveitar até ao fim aqueles dias que se metem pelas noites dentro. Evoluiu para tintinho-com-tapas, observando o lusco virar fusco, da copa de serviço. Quando demos por ela, já eram lanches ajantarados, leia-se bem “alanchados” e bem ajantarados. Na semana passada, sempre em espiral crescente, houve um engraçadinho que se lembrou de fazer um arroz de lampreia, que nos fez ver o dia mudar de número, no local de trabalho. Como não sou de ficar atrás, amanhã mostro a habilidade com uma cataplana de tamboril. Teme-se o melhor…
segunda-feira, 23 de março de 2009
Sean Riley and the Slowriders @ Vila Nova de São Pedro


Finalmente o fim do ciclo “ir a concertos com um mês de antecedência” com os Sean Riley and the Slowriders, em Vila Nova de São Pedro, no sábado passado. Noite fria, a condizer com audiência escassa e pouco ligada. Concerto a começar atrasado, com som longe do ideal e a acabar cedo demais mas, utilizando as sapientes palavras de alguém que prefere ficar no anonimato, já tive pior a pagar. Descontando os pontos negativos, o saldo foi ainda assim positivo. Foi positivo, em primeiro lugar, porque “a mi me gusta la” música dos Sean Riley and the Slowriders, segundo porque os rapazes a transpõem bem para ambientes ao vivo, terceiro porque concertos acompanhados de imperial a 60 cêntimos são meio caminho andado para fazer o menino feliz. Mas atenção! Não se pense que as bojecas foram decisivas nesta opinião. Para a Mrs. Crama, a quem esta dinâmica etílica passa ao lado, a deslocação a Vila Nova de São Pedro, também valeu muito a pena. Voltando à música, pouco há a dizer. Gosto daquele rock que funda raízes nos blues, no gospel e na country, gerando sonoridades que se identificam de imediato com a América profunda. Gosto do conjunto de músicas que deu origem a Farewell, álbum de estreia desta banda originária de Coimbra, que me cativou logo à primeira audição e que foi, para mim, um dos melhores álbuns nacionais de 2007. Destaque ainda para a simpatia dos rapazes e para mais um CD autografado para a colecção. Com novo álbum já gravado e a caminho das bancas fica o veredicto: a repetir brevemente.
PS1 - Já sabem que videos de qualidade não é aqui. É na porta ao lado.
PS2 - Rita: bem hajas pelo mail de aviso.
domingo, 22 de março de 2009
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sábado, 21 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
Este é mesmo em Março
Sean Rilley and the Slowriders
Semana da Juventude de Azambuja
MOJAVI - Associação de Jovens de Vila Nova de S. Pedro
21/03/2009 - 22:00 horas
Mais informação sobre a banda aqui
Semana da Juventude de Azambuja
MOJAVI - Associação de Jovens de Vila Nova de S. Pedro
21/03/2009 - 22:00 horas
Mais informação sobre a banda aqui
terça-feira, 17 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Outra vez não!!!
JP Simões, Couple Coffee e Sérgio Godinho, no Musicbox, a 16/04/2009.
Repito, 16 de Abril. A-B-R-I-L! Não M-A-R-Ç-O!
Para fixar de uma vez: Março, mês 3; Abril, mês 4.
Eu sei que sou capaz!
PS - E quem comentar este post também não é sexy.
Repito, 16 de Abril. A-B-R-I-L! Não M-A-R-Ç-O!
Para fixar de uma vez: Março, mês 3; Abril, mês 4.
Eu sei que sou capaz!
PS - E quem comentar este post também não é sexy.
domingo, 15 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
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