É verdade, já cá estou. Nem assim se vêem livres de mim. Pois é, estou de volta, pouco são mas salvo. Sim, pouco são, porque aquilo no México é vírus atrás de vírus. Esse tal do A(H1N1) não o vi, não deu tempo, mas de outros que tais, não me livrei. Houve um que me fez engordar (mais) três quilos, vejam só o poder de devastação deste vírus! Bem que expliquei os sintomas ao técnico de saúde mas ele disse que teve a ver com burritos, chilies, cochinitas, guacamoles, quesadillas… Eu, por mim, tenho a certeza que foi um vírus e agradecia para rápido a respectiva vacina. Houve outro que me atacou as mãos e que me fazia aparecer uma espécie de hematomas, assim em forma de mojitos. Novamente me disseram que não era caso para alarme, que era uma questão de ir bebendo o líquido que se formava no hematoma. Contra minha vontade também consegui curar esta infecção, já mesmo à saída do hotel a caminho do aeroporto. Havia ainda um vírus que atacava na zona da praia e nas piscinas e que punha a temperatura da água a 27ºC! Bem, nem imaginam! Era ver os turistas a entrarem dentro de água e a caírem que nem tordos. Aguinha pelo joelho, tumba, já daí não sais! Acho que se não me arrastassem para fora de água, por esta altura já tinha guelras. E o vírus do sono que me fazia dormir doze horas por dia e descansar nas outras doze!? Bem, aquilo foi de tal maneira que agora vou estar 7 dias em casa para recuperar. Ah pois é! A entidade patronal acha que eu devo ficar em casa a descansar sete dias, sossegadinho, que é para não me cansar! Até que enfim que perceberam a necessidade da quarentena quando se vai de férias para sítios destes! Uma pessoa não pode passar de uma vida daquelas e no dia seguinte reuniões, centros de custos, auditorias e o raio que os parta a todos… é muito violento, o corpo não aguenta! Só acho que 7 dias é capaz de ser pouco. Quarentena, como o nome está mesmo a dizer, deviam ser 40 dias. Mas vamos ver como é que coisa evolui e depois logo se vê. Entretanto umas fotozitas para dar uma ideia da devastação que foram estas férias.
terça-feira, 5 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
Grand Torino
quinta-feira, 23 de abril de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
Empezando bien el día
- Bom dia, pai!
- Hola, buenos días!
- Vem dar-me o pequeno-almoço.
- Que quieres para desayunar?
- O que é que disseste? Que língua estás a falar?
- Perguntei, em espanhol, o que queres comer ao pequeno-almoço. Tens que começar a treinar!
- Tu sabes falar espanhol?
- Por supuesto que sí!
- Eu também sei falar espanhol!
- Ai sim!?
- Sim. Por qué no te callas!?
- Hola, buenos días!
- Vem dar-me o pequeno-almoço.
- Que quieres para desayunar?
- O que é que disseste? Que língua estás a falar?
- Perguntei, em espanhol, o que queres comer ao pequeno-almoço. Tens que começar a treinar!
- Tu sabes falar espanhol?
- Por supuesto que sí!
- Eu também sei falar espanhol!
- Ai sim!?
- Sim. Por qué no te callas!?
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Licor de poejo
Agora que penso um pouco (e um pouco, no meu caso, já é coisa para doer), constato que este licor de poejo levou quase três anos a ser confeccionado. Ah pois é! Se estão a pensar em igualar o menino, preparem-se que isto é assim uma espécie de mestrado, no que ao tempo de preparação diz respeito. Tudo começou na vindima de 2006. Mau ano para o tintol caseiro que, apesar de potável, não reunia os mínimos olímpicos para chegar às goelíadas 2007. Vai daí, se não dá para beber, toca a destilar o vinho. Resultado: aguardente vinícola, feita no alambique velhinho do pai, com a ajuda dos colegas, isto ainda em 2007. Não ficou má, mas como por aqui se prefere a bagaceira, a outra para ali foi ficando, encostada a um canto. Foi então que surgiu a ideia do licor de poejos. Não era tarde nem era cedo, só que faltavam os ditos. É certo que se podiam comprar no supermercado mas não ia ter a mesma piada, não é verdade? Pois bem, vai de plantar uns poejinhos, das melhores proveniências. Estávamos em Setembro do ano passado. De lá para cá, água, que o poejo é erva que gosta da muita água, e ei-los a meterem-se pelos olhos dentro. Chegamos finalmente ao ponto em que temos aguardente vinícola e poejos. Pode-se passar então à fase final que, como se há-de perceber, é a mais simples de todas, apesar de durar cerca de um mês a completar. Comecemos…

Ingredientes (tudo com 7 que é para dar sorte)
70cl de aguardente vinícola
70cl de água
700g de açúcar
Poejos
Preparação
Coloque um molho de poejos dentro de um frasco e encha-o com a aguardente. Deixe macerar durante 15 dias, agitando de vez em quando. Passados os quinze dias, prepare uma calda da seguinte maneira: ponha a água a ferver com outro molho poejos; assim que começar a ferver, retire os poejos e deite o açúcar; deixe ferver três minutos, apague o lume e deixe arrefecer. Entretanto filtre a aguardente (pode utilizar um filtro de papel de máquina de café). Junte por fim a aguardente e a calda, mexa, coloque em garrafas e deixe estagiar durante pelo menos 15 dias.
Et voilà...

Neste momento o meu licor ainda está a estagiar, pelo que não posso atestar o resultado final. Assim que o provar, actualizarei este post.
Nota: segundo me informei, há quem faça este licor utilizando vodka, em vez da aguardente. Se alguém experimentar (ou tenha experimentado), esta ou outra receita, por favor deixe um comentário que a gerência agradece muito o intercâmbio cultural.
Alka Seltzer, sff. Pode deixar o frasco.
Estou a desmoer um foda-se do tamanho de uma barragem.
PS - Obrigado Hug mas já não "vieste" a tempo. Foi ontem, dia 16.
PS - Obrigado Hug mas já não "vieste" a tempo. Foi ontem, dia 16.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Sem comprimidos de fósforo, nem nada
Agora reparo. Antes de ontem foi dia 14 de Abril, ou seja, antes de ontem faltava exactamente um mês para o concerto de Antony and the Johnsons. E eu não me fui especar à porta do Coliseu!
Ena! Estamos a melhorar!
Ena! Estamos a melhorar!
quarta-feira, 15 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
Sinto que talvez não esteja preparado para ir além dos 5 anos
- Filha, este sábado a ver se vamos ao pinhal apanhar pinhas para o churrasco.
- Sábado é dia de equitação, pai.
- Isso é de manhã, não é? Vamos de tarde então.
- De tarde não dá. Tenho uma massagem marcada na Betty.
PS - Espero já ter reajustado o maxilar, amanhã por esta altura. A recuperação da fala, talvez mais lá para o fim da semana.
- Sábado é dia de equitação, pai.
- Isso é de manhã, não é? Vamos de tarde então.
- De tarde não dá. Tenho uma massagem marcada na Betty.
PS - Espero já ter reajustado o maxilar, amanhã por esta altura. A recuperação da fala, talvez mais lá para o fim da semana.
Falava eu em pena
Dando seguimento à temática moranguística*
* - ou banda sonora mais do que adequada para o post anterior, conforme lembrado pelo vizinho abraçadeiro.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
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