sexta-feira, 1 de maio de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
Grand Torino
quinta-feira, 23 de abril de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
Empezando bien el día
- Bom dia, pai!
- Hola, buenos días!
- Vem dar-me o pequeno-almoço.
- Que quieres para desayunar?
- O que é que disseste? Que língua estás a falar?
- Perguntei, em espanhol, o que queres comer ao pequeno-almoço. Tens que começar a treinar!
- Tu sabes falar espanhol?
- Por supuesto que sí!
- Eu também sei falar espanhol!
- Ai sim!?
- Sim. Por qué no te callas!?
- Hola, buenos días!
- Vem dar-me o pequeno-almoço.
- Que quieres para desayunar?
- O que é que disseste? Que língua estás a falar?
- Perguntei, em espanhol, o que queres comer ao pequeno-almoço. Tens que começar a treinar!
- Tu sabes falar espanhol?
- Por supuesto que sí!
- Eu também sei falar espanhol!
- Ai sim!?
- Sim. Por qué no te callas!?
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Licor de poejo
Agora que penso um pouco (e um pouco, no meu caso, já é coisa para doer), constato que este licor de poejo levou quase três anos a ser confeccionado. Ah pois é! Se estão a pensar em igualar o menino, preparem-se que isto é assim uma espécie de mestrado, no que ao tempo de preparação diz respeito. Tudo começou na vindima de 2006. Mau ano para o tintol caseiro que, apesar de potável, não reunia os mínimos olímpicos para chegar às goelíadas 2007. Vai daí, se não dá para beber, toca a destilar o vinho. Resultado: aguardente vinícola, feita no alambique velhinho do pai, com a ajuda dos colegas, isto ainda em 2007. Não ficou má, mas como por aqui se prefere a bagaceira, a outra para ali foi ficando, encostada a um canto. Foi então que surgiu a ideia do licor de poejos. Não era tarde nem era cedo, só que faltavam os ditos. É certo que se podiam comprar no supermercado mas não ia ter a mesma piada, não é verdade? Pois bem, vai de plantar uns poejinhos, das melhores proveniências. Estávamos em Setembro do ano passado. De lá para cá, água, que o poejo é erva que gosta da muita água, e ei-los a meterem-se pelos olhos dentro. Chegamos finalmente ao ponto em que temos aguardente vinícola e poejos. Pode-se passar então à fase final que, como se há-de perceber, é a mais simples de todas, apesar de durar cerca de um mês a completar. Comecemos…

Ingredientes (tudo com 7 que é para dar sorte)
70cl de aguardente vinícola
70cl de água
700g de açúcar
Poejos
Preparação
Coloque um molho de poejos dentro de um frasco e encha-o com a aguardente. Deixe macerar durante 15 dias, agitando de vez em quando. Passados os quinze dias, prepare uma calda da seguinte maneira: ponha a água a ferver com outro molho poejos; assim que começar a ferver, retire os poejos e deite o açúcar; deixe ferver três minutos, apague o lume e deixe arrefecer. Entretanto filtre a aguardente (pode utilizar um filtro de papel de máquina de café). Junte por fim a aguardente e a calda, mexa, coloque em garrafas e deixe estagiar durante pelo menos 15 dias.
Et voilà...

Neste momento o meu licor ainda está a estagiar, pelo que não posso atestar o resultado final. Assim que o provar, actualizarei este post.
Nota: segundo me informei, há quem faça este licor utilizando vodka, em vez da aguardente. Se alguém experimentar (ou tenha experimentado), esta ou outra receita, por favor deixe um comentário que a gerência agradece muito o intercâmbio cultural.
Alka Seltzer, sff. Pode deixar o frasco.
Estou a desmoer um foda-se do tamanho de uma barragem.
PS - Obrigado Hug mas já não "vieste" a tempo. Foi ontem, dia 16.
PS - Obrigado Hug mas já não "vieste" a tempo. Foi ontem, dia 16.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Sem comprimidos de fósforo, nem nada
Agora reparo. Antes de ontem foi dia 14 de Abril, ou seja, antes de ontem faltava exactamente um mês para o concerto de Antony and the Johnsons. E eu não me fui especar à porta do Coliseu!
Ena! Estamos a melhorar!
Ena! Estamos a melhorar!
quarta-feira, 15 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
Sinto que talvez não esteja preparado para ir além dos 5 anos
- Filha, este sábado a ver se vamos ao pinhal apanhar pinhas para o churrasco.
- Sábado é dia de equitação, pai.
- Isso é de manhã, não é? Vamos de tarde então.
- De tarde não dá. Tenho uma massagem marcada na Betty.
PS - Espero já ter reajustado o maxilar, amanhã por esta altura. A recuperação da fala, talvez mais lá para o fim da semana.
- Sábado é dia de equitação, pai.
- Isso é de manhã, não é? Vamos de tarde então.
- De tarde não dá. Tenho uma massagem marcada na Betty.
PS - Espero já ter reajustado o maxilar, amanhã por esta altura. A recuperação da fala, talvez mais lá para o fim da semana.
Falava eu em pena
Dando seguimento à temática moranguística*
* - ou banda sonora mais do que adequada para o post anterior, conforme lembrado pelo vizinho abraçadeiro.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
Às vezes, tenho pena dos adeptos do Benfica
sexta-feira, 10 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
The Cinematic Orchestra @ Aula Magna
A forma não era a melhor e as cadeiras da Aula Magna são tramadas para se estar sentado duas horas, quando se está cansado e com horas de sono a menos. Mesmo assim, um concerto que foi um miminho! Exactamente dentro daquilo que estava à espera, com algumas surpresas positivas que vão ficar na memória. Em primeiro lugar, o concerto de abertura de Grey Reverend, um brooklinista, com voz e guitarra de alto nível, e o seu regresso a palco para acompanhar os Cinematic Orquestra em alguns temas, destacando-se To Build a Home, já no encore. Pena foi que um par de jovens atrás de mim (e não eram os únicos) tenham decidido tagarelar durante toda a actuação de abertura. Realmente, por mais que tente, não consigo compreender a lógica de se ir dar à língua para um concerto! Mas adiante… Ficará também em memória ROM a vocalista que acompanhou os Cinematic neste concerto – Heidi Vogel de seu nome – e o seu vozeirão, capaz de encher a Aula Magna de soul. Por fim a bateria de Luke Flowers, que foi para mim uma actuação dentro da actuação. Aliás, desde Carter Beauford que uma bateria ao vivo não me tocava assim. 5 estrelas. Num outro contexto, outra coisa que não esquecerei, foi ver dois bilhetinhos para este concerto irem para o lixo sem serem utilizados. Bom, bom era se dessem para serem convertidos em bilhetes para David Byrne! Isso é que era!
E posto isto, os meus agradecimentos a quem de direito, por mais um concerto com o “selo” SA, e um clip - de boa qualidade, logo não meu - para mais tarde recordar.
E posto isto, os meus agradecimentos a quem de direito, por mais um concerto com o “selo” SA, e um clip - de boa qualidade, logo não meu - para mais tarde recordar.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
E todos por um
Já o tinha dito aqui anteriormente: “O melhor da minha empresa são as pessoas… e o pior também.” Lembro-me várias vezes desta frase, no decorrer dos dias de trabalho. Como o de hoje. Tinha acabado de regressar do almoço e, de boca em boca, corria a notícia que o Sr. D., um dos nossos contínuos, fora assaltado, quando se deslocava para ir entregar algum correio. Atirado ao chão por dois gandulos e com uma faca no pescoço, foi obrigado a entregar tudo o que tinha de valor. Na contabilidade do acto, um telemóvel pessoal e algum dinheiro que, não sendo muito, é bastante, para a complicada saúde financeira do Sr. D.. Pior ainda, o rombo na saúde psíquica – ainda menos famosa – com o susto que, com certeza, vai deixar mazelas.
Estava ainda a ser informado de alguns detalhes, toque a rebate. Num ápice, todo o departamento mobilizado e, com entusiasmo, todo o departamento a querer contribuir. “E o Auto de Notícia?” “E a queixa na polícia?” “Temos de o apoiar!” “Que tal um jantar de confraternização?” E o óbvio, claro!
No final do dia, já o Sr. D. experimentava o telemóvel novo e o dinheiro perdido tinha-lhe sido restituído, pelos colegas. O jantar será para breve.
Quanto a mim, reconheci que a frase lá de cima talvez peque por excesso de negativismo, pelo que, a partir de agora será: “O melhor da minha empresa são as pessoas… e o melhor são muito mais que o pior.”
Estava ainda a ser informado de alguns detalhes, toque a rebate. Num ápice, todo o departamento mobilizado e, com entusiasmo, todo o departamento a querer contribuir. “E o Auto de Notícia?” “E a queixa na polícia?” “Temos de o apoiar!” “Que tal um jantar de confraternização?” E o óbvio, claro!
No final do dia, já o Sr. D. experimentava o telemóvel novo e o dinheiro perdido tinha-lhe sido restituído, pelos colegas. O jantar será para breve.
Quanto a mim, reconheci que a frase lá de cima talvez peque por excesso de negativismo, pelo que, a partir de agora será: “O melhor da minha empresa são as pessoas… e o melhor são muito mais que o pior.”
Enjoado
Deixei de ver televisão regularmente faz uns aninhos valentes. Telejornais inclusive. Simplesmente não aguentava tanta trampa. À hora do jantar prejudicava-me o apetite, depois do jantar, a digestão. Na altura decidi: trampa por trampa, prefiro os jornais que sempre escolho a que leio. Passado um tempo, fartei-me de jornais. Trampa por trampa, a Internet, que é de borla. Ultimamente, até na Internet vou tendo aversão a manter-me minimamente informado. Acho que enjoei de tanta trampa.
A dita
- Tamboril não temos.
- Grande gaita! Então dê-me raia, safio, cação, lula, corvina, salmão, amêijoas e camarões.
… a que se juntaram batata, cebola, alho, pimento, tomate, coentros, malagueta, louro, mais uns pozinhos de perlimpimpim e a cataplana virou caldeirada. Gabada por todos os comensais, diga-se de passagem, apesar da falta de meios. E no fim a promessa: a próxima vai ficar melhor.
- Grande gaita! Então dê-me raia, safio, cação, lula, corvina, salmão, amêijoas e camarões.
… a que se juntaram batata, cebola, alho, pimento, tomate, coentros, malagueta, louro, mais uns pozinhos de perlimpimpim e a cataplana virou caldeirada. Gabada por todos os comensais, diga-se de passagem, apesar da falta de meios. E no fim a promessa: a próxima vai ficar melhor.


terça-feira, 31 de março de 2009
Na linha com os tachos
Começou com umas cervejinhas na Portugália, para aproveitar até ao fim aqueles dias que se metem pelas noites dentro. Evoluiu para tintinho-com-tapas, observando o lusco virar fusco, da copa de serviço. Quando demos por ela, já eram lanches ajantarados, leia-se bem “alanchados” e bem ajantarados. Na semana passada, sempre em espiral crescente, houve um engraçadinho que se lembrou de fazer um arroz de lampreia, que nos fez ver o dia mudar de número, no local de trabalho. Como não sou de ficar atrás, amanhã mostro a habilidade com uma cataplana de tamboril. Teme-se o melhor…
segunda-feira, 23 de março de 2009
Sean Riley and the Slowriders @ Vila Nova de São Pedro


Finalmente o fim do ciclo “ir a concertos com um mês de antecedência” com os Sean Riley and the Slowriders, em Vila Nova de São Pedro, no sábado passado. Noite fria, a condizer com audiência escassa e pouco ligada. Concerto a começar atrasado, com som longe do ideal e a acabar cedo demais mas, utilizando as sapientes palavras de alguém que prefere ficar no anonimato, já tive pior a pagar. Descontando os pontos negativos, o saldo foi ainda assim positivo. Foi positivo, em primeiro lugar, porque “a mi me gusta la” música dos Sean Riley and the Slowriders, segundo porque os rapazes a transpõem bem para ambientes ao vivo, terceiro porque concertos acompanhados de imperial a 60 cêntimos são meio caminho andado para fazer o menino feliz. Mas atenção! Não se pense que as bojecas foram decisivas nesta opinião. Para a Mrs. Crama, a quem esta dinâmica etílica passa ao lado, a deslocação a Vila Nova de São Pedro, também valeu muito a pena. Voltando à música, pouco há a dizer. Gosto daquele rock que funda raízes nos blues, no gospel e na country, gerando sonoridades que se identificam de imediato com a América profunda. Gosto do conjunto de músicas que deu origem a Farewell, álbum de estreia desta banda originária de Coimbra, que me cativou logo à primeira audição e que foi, para mim, um dos melhores álbuns nacionais de 2007. Destaque ainda para a simpatia dos rapazes e para mais um CD autografado para a colecção. Com novo álbum já gravado e a caminho das bancas fica o veredicto: a repetir brevemente.
PS1 - Já sabem que videos de qualidade não é aqui. É na porta ao lado.
PS2 - Rita: bem hajas pelo mail de aviso.
domingo, 22 de março de 2009
Volver
sábado, 21 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
Este é mesmo em Março
Sean Rilley and the Slowriders
Semana da Juventude de Azambuja
MOJAVI - Associação de Jovens de Vila Nova de S. Pedro
21/03/2009 - 22:00 horas
Mais informação sobre a banda aqui
Semana da Juventude de Azambuja
MOJAVI - Associação de Jovens de Vila Nova de S. Pedro
21/03/2009 - 22:00 horas
Mais informação sobre a banda aqui
terça-feira, 17 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Outra vez não!!!
JP Simões, Couple Coffee e Sérgio Godinho, no Musicbox, a 16/04/2009.
Repito, 16 de Abril. A-B-R-I-L! Não M-A-R-Ç-O!
Para fixar de uma vez: Março, mês 3; Abril, mês 4.
Eu sei que sou capaz!
PS - E quem comentar este post também não é sexy.
Repito, 16 de Abril. A-B-R-I-L! Não M-A-R-Ç-O!
Para fixar de uma vez: Março, mês 3; Abril, mês 4.
Eu sei que sou capaz!
PS - E quem comentar este post também não é sexy.
domingo, 15 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
Vals Im Bashir
terça-feira, 10 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
domingo, 8 de março de 2009
A (tentar) não perder, em Abril
Infelizmente, é quase certo que ele não tocará esta, caso contrário o título do post não tinha o "tentar" entre parentesis. Ainda assim, fica como wishlist. Pode ser que o David passe por aqui e atenda o pedido.
David Byrne - Songs of David Byrne and Brian Eno
Coliseu dos Recreios - Lisboa
28/04/2009 - 21:30
Bilhetes: de 20€ a 40€
sexta-feira, 6 de março de 2009
A não perder, em Abril
The Cinematic Orchestra
Aula Magna - Lisboa
02/04/2009 - 22:00
Bilhetes: 25€ (plateia) 30€ (doutorais)
SA: Era esta a música de que te falava, se bem que já a deves conhecer daqui
JP Simões, Couple Coffee e Sérgio Godinho
Musicbox - Lisboa
16/04/2009 - 23:00
Bilhetes: a indicar brevemente
Luanda: Não podes adiantar nada sobre este concerto? Permitir uma espreitadela rápida para lá do pano, para ficarmos com (ainda mais) água na boca?
Aula Magna - Lisboa
02/04/2009 - 22:00
Bilhetes: 25€ (plateia) 30€ (doutorais)
SA: Era esta a música de que te falava, se bem que já a deves conhecer daqui
JP Simões, Couple Coffee e Sérgio Godinho
Musicbox - Lisboa
16/04/2009 - 23:00
Bilhetes: a indicar brevemente
Luanda: Não podes adiantar nada sobre este concerto? Permitir uma espreitadela rápida para lá do pano, para ficarmos com (ainda mais) água na boca?
Quem comentar este post não é sexy
Eu: "Olhe, desculpe. Podia dizer-me onde é que são as festas Ávinho?"
Alguém prestes a divertir-se bastante: "Aqui mesmo, no sítio onde você está."
Eu: "Mas não era para haver um concerto dos Deolinda?"
Alguém a tentar controlar o riso com todas as forças: "É sim, aqui mesmo à frente de onde tem o carro... mas daqui a exactamente um mês!"
The Curious Case of Benjamin Button
quarta-feira, 4 de março de 2009
268
Vai-se por ali abaixo e aquilo parece a lista de notas de um aluno exemplar, ou então, os resultados de uma prova de tiro com arco de um campeão da modalidade. Eritrócitos: na mouche; Hemoglobina: na mouche; Leucócitos: na mouche; Glicemia: na mouche; Tudo na mouche! Até a Gama Glutamiltransferase (o parâmetro fetiche do pessoal que, como eu, gosta de uma boa pinga) está na mouche! Chega o colesterol, esse estafermo, e pumba: 268mg/dl – risco elevado. Filho de uma grande… nota de vinte! É melhor ir ao médico, diz o papelinho. Para quê!? Já sei o que vou ouvir! Que os lanchinhos com os colegas à base de chouriço, paio, morcela, queijo e outros eteceteras são para esquecer, que o meu lema “One icecream a day keeps the doctor away” tem uma pequena imprecisão, que as minhas feijoadas, essas obras primas da poesia gastronómica, me entopem as veias. É claro que eu sei disso, eu tenho net em casa! “Ah e tal... há uns comprimidos que se calhar tens de tomar.” Nem pensar! Mal por mal, começo com a dieta (só a palavra assusta-me). Ó meus deuses, ao que eu cheguei! Bom, mas parece que tem mesmo de ser, tenho de acabar com esse bandido do colesterol, tenho de tratar-lhe da saúde. Seja, os dias dele estão contados.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Estes gajos e a mania da publicidade!
A ideia era isto ficar em segredo absoluto, na esperança que a falta de divulgação tivesse como resultado a total ausência de assistência. Depois aparecia eu a convencer a banda que o concerto tinha sido deslocalizado uns quilometrozinhos, para um local que por coincidência era a minha casa. Era uma boa ideia, não era? Acontece que com cartazes na rua e informações no MySpace, a ideia foi “prus béléléu”. Ora como "perdido por cem, perdido por mil", fica a nota de agenda para quem quiser aparecer. Se quiserem, vão comigo que eu vou lá ter.Deolinda nas festas Ávinho
Aveiras de Cima
4/4/2009 – Quarta-Feira – 22:00 horas
Momento twitter
Levantar-me da cama doeu tanto, mas tanto, que estive para pedir uma epidural.
Agora vou trabalhar mas parto com dor.
Agora vou trabalhar mas parto com dor.
B10
- E o que fazes com o biodiesel?
- Bem, faço uma cena muita maluca! Nem tás bem a ver!
- O quê?
- Ponho-o no depósito do carro! E mais! Depois dou à chave, ponho o motor a trabalhar e ando!!!
- Estás a brincar! Ganda maluco!
Pois é! O pópó já anda a B10 (biodiesel a 10%). Se continuar com esta proporção, os 80 litros já produzidos darão para sensivelmente 6 meses e representarão cerca de 1400km percorridos à conta das batatas fritas de um punhado de gente. É uma brincadeira é certo, e algo para além disto é totalmente inviável, mas é engraçado – o estudo do processo, a implementação do processo produtivo e o convívio com os colegas – e sabe bem saber que se dá um destino melhor a um resíduo altamente poluente que, neste caso, iria parar a um qualquer aterro ou, pior ainda, ao esgoto. E o destino que era (e em alguns casos ainda é) habitual para os óleos vegetais usados é realmente algo que não me sai da cabeça, desde que me debrucei nesta coisa do biodiesel. Como foi possível? Anos e anos a poluir o meio ambiente e ao mesmo tempo a desperdiçar um resíduo tão valioso, ou melhor, tão facilmente valorizável? Realmente… Haja petróleo… Felizmente começam a aparecer os oleões e ao nível empresarial a recolha já é legalmente obrigatória. Que estas medidas sejam acompanhados de civismo e bom senso é o que se deseja.
Por aqui, neste momento, preparo-me já para a segunda fase: o que fazer com a glicerina?
Para os cépticos que (ainda) não acreditam…
- O quê?
- Ponho-o no depósito do carro! E mais! Depois dou à chave, ponho o motor a trabalhar e ando!!!
- Estás a brincar! Ganda maluco!
Pois é! O pópó já anda a B10 (biodiesel a 10%). Se continuar com esta proporção, os 80 litros já produzidos darão para sensivelmente 6 meses e representarão cerca de 1400km percorridos à conta das batatas fritas de um punhado de gente. É uma brincadeira é certo, e algo para além disto é totalmente inviável, mas é engraçado – o estudo do processo, a implementação do processo produtivo e o convívio com os colegas – e sabe bem saber que se dá um destino melhor a um resíduo altamente poluente que, neste caso, iria parar a um qualquer aterro ou, pior ainda, ao esgoto. E o destino que era (e em alguns casos ainda é) habitual para os óleos vegetais usados é realmente algo que não me sai da cabeça, desde que me debrucei nesta coisa do biodiesel. Como foi possível? Anos e anos a poluir o meio ambiente e ao mesmo tempo a desperdiçar um resíduo tão valioso, ou melhor, tão facilmente valorizável? Realmente… Haja petróleo… Felizmente começam a aparecer os oleões e ao nível empresarial a recolha já é legalmente obrigatória. Que estas medidas sejam acompanhados de civismo e bom senso é o que se deseja.
Por aqui, neste momento, preparo-me já para a segunda fase: o que fazer com a glicerina?
Para os cépticos que (ainda) não acreditam…


sábado, 28 de fevereiro de 2009
Lavadeira
Sempre gostei de começar do esboço, pelo que, de entre as várias especialidades da marcenaria, não posso dizer que o restauro de peças antigas de madeira, seja das minhas preferidas. No entanto, tem sido isto mesmo que me tem ocupado parte do tempo, nos últimos dias. Em concreto, encontro-me a tentar recuperar um candeeiro que trouxe de casa da minha avó. Encontrou-o a Mrs. Crama, sobre um dos móveis, rodeado de um monte de serradura. Perante o avançado ataque de caruncho, propôs-me a avó, trazê-lo para restauro. A princípio não estava muito inclinado, pois sei que estas coisas levam bastante tempo a serem concluídas, se se quiser fazer um trabalho bem feito, mas depois de ouvir a estória do candeeiro, não podia deixá-lo ser destruído pelos bichinhos carpinteiros. Foi comprado, o dito, pelo meu bisavô, na feira de Trancoso, e oferecido à minha avó, tinha ela cerca de 5 anos. Tenho em mãos, portanto, um candeeiro com 87 anos, mais coisa menos coisa. Trata-se de uma figura estilizada de uma lavadeira, com a base (mulher) em madeira e um globo de vidro que era envolto num pano e que simulava a trouxa de roupa à cabeça. Havia ainda um pequeno xaile, que a “mulher” trazia à volta dos braços, que também não resistiu ao efeito do tempo.
Quando comecei o trabalho, ainda pensei em fazer apenas um tratamento contra os insectos xilófagos (anobium punctatum) e pedir a alguém que me fizesse as peças em tecido, mas assim que o comecei a desmontar e limpar vi que os estragos eram já bastante profundos sendo inevitável um trabalho de fundo. Ir ao osso, como se costuma dizer. Agora que contabilizo o tempo que já gastei nesta tarefa e que hei-de gastar ainda, não consigo deixar de pensar que, com muito menos trabalho e muito mais rapidamente, faria uma peça equivalente nova. Mas por outro lado, não teria 87 anos, nem seria o candeeiro da minha avó, não é verdade?
Quando comecei o trabalho, ainda pensei em fazer apenas um tratamento contra os insectos xilófagos (anobium punctatum) e pedir a alguém que me fizesse as peças em tecido, mas assim que o comecei a desmontar e limpar vi que os estragos eram já bastante profundos sendo inevitável um trabalho de fundo. Ir ao osso, como se costuma dizer. Agora que contabilizo o tempo que já gastei nesta tarefa e que hei-de gastar ainda, não consigo deixar de pensar que, com muito menos trabalho e muito mais rapidamente, faria uma peça equivalente nova. Mas por outro lado, não teria 87 anos, nem seria o candeeiro da minha avó, não é verdade?




sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Estou de volta pró meu aconchego
Depois de uns dias nas berças, queimo os últimos cartuxos destas mini-férias em actividades doméstico-oficinais. E que bem que sabem uns dias em casa, sem o compromisso diário do emprego! Levantar-me de manhã sem ter de travar batalhas com o despertador; estar mais tempo com as pirralhas (a pequena e a mor); andar de bicicleta e de mota sem ser pelos intervalos da chuva; tratar dos aquários; brincar aos marceneiros, aos jardineiros e aos mecânicos; a leitura, esse hábito que vai descambando em vício; e pelo meio, os petiscos, claro! Têm sido assim os meus dias. Tudo isto e mais uma neurose que se avoluma à medida que a segunda-feira se aproxima. Não sei como mas preciso rapidamente de começar a tratar do processo de reforma. Para a semana que vem, não falho a ida à Segurança Social: “Por favor, ainda têm daquelas reformas do Banco de Portugal? Vá lá procurar no armazém, se não tiver pode trazer uma daquelas da Caixa Geral de Depósitos.”
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Eu sei que é um bocado à mete-nojo
Do alto deste post, nove dias de férias me contemplam.
Ps - Vejam o lado positivo. Podiam ser 44.
Ps - Vejam o lado positivo. Podiam ser 44.
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