terça-feira, 9 de março de 2010

Abrindo uma nova janela


Parece um post igual a todos os outros mas não é. Começou por ser um ficheiro .odt em vez de um .doc, ou seja, difere na origem, na plataforma onde foi produzido. Depois de um vírus me ter obrigado a formatar o disco do PC, decidi finalmente dar uma oportunidade ao software de distribuição livre, tendo optado pelo sistema Ubuntu/OpenOffice/Mozilla. Primeiras impressões: UAU! Segundas impressões: tudo funciona e tudo é mais rápido (bem mais rápido). Internet, mail, aplicações de escritório, filmes, fotografias, inclusive ficheiros que estão na partição do Windows, tudo é aberto e tudo pode ser editado... Sem esquecer aqueles dois pormenorzinhos: crashes=0 e cash=0.
Costuma-se dizer que a cavalo dado não se olha o dente, pois a este pode-se olhar, mandar analisar, dissecar, o que quiserem, que pelo que vi, é um puro sangue e em perfeita forma.

domingo, 7 de março de 2010

domingo, 28 de fevereiro de 2010

O meu primeiro bailado




- Então filha, estás a gostar?
- Estou a gostar do tamanho do mundo!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Teletrabalho

A parte boa é que me levantei às 8:00 e às 8:30 já estava à secretária a trabalhar.
A parte má é que o chefe não sabe disso.
A parte boa é que, num dia, fiz o trabalho de três.
A parte má é que não tenho mais 2 dias de férias por causa disso.
A parte boa é não precisar de fazer 100km para reunir com os colegas do grupo de trabalho.
A parte má é ter o PC e o telefone de casa ocupados toda a manhã e ter de subir 17 degraus sempre que quero falar ao telemóvel.
A parte boa é que estou em casa quando o Pirralho chega da escola.
A parte má é convencê-la que o pai precisa de trabalhar e não pode brincar com ela.
A parte boa é que almoço em casa.
A parte má é que se fizesse isto todos os dias perdia as açordas do Sr. F.
A parte boa é que, em casa, tenho uma “secretária” que me pode trazer o 2º pequeno-almoço, ou um cafezinho, sempre que me apetece.
A parte má é que não tenho os 12 colaboradores que realmente fazem tudo o que eu mando, ao contrário da “secretária”.
A parte boa é que posso trabalhar a partir de casa sempre que assim o entendo.
E a parte mesmo boa é que saio para trabalhar com o mesmo prazer com que trabalho a partir de casa.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O plano A é o seguinte

- Sabes mãe, eu tenho dois sonhos.
- Ai é filha! Quais são?
- Um é ter o cabelo por aqui – apontando com a mão o fundo das costas.
- Esse está quase.
- Pois está.
- E o outro?
- O outro é ter uma quinta a sério.
- Bom, esse é muito mais difícil…
- Mas eu tenho uma maneira de resolver.
- Ai sim!? Qual é?
- Nós podemos fazer batota!
- Batota! Como assim!?
- É fácil! Nós pomo-nos ao lado de uma pessoa que tenha ganho o Euromilhões… e COPIAMOS!!!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

domingo, 21 de fevereiro de 2010

B Fachada @ F. C. de Alcochete

A noite escura, a chuva, o frio e o vento mais do que justificavam um serão caseiro de convívio familiar e, quanto muito, uma sessão no cinema-aqui-de-casa depois de o Pirralho ir à cama. Acontece que isto é, não há como negá-lo, uma família de galdérios e havendo uma desculpa para sair de casa, “ala que se faz tarde” é o mote que faz regra. Ontem não foi excepção. E à pergunta: “Queres ir a um concerto com o pai?”, a resposta foi a esperada, ou seja, um sorriso de orelha a orelha a que é impossível resistir. O motivo ainda por cima afigurava-se dos melhores: poder ver (rever no meu caso) o B Fachada, era razão mais que suficiente para fazer 70km numa noite de temporal. E foi. B Fachada, mais uma vez não desiludiu e com a sua música simples, mas nada simplória, e com a sua divertida presença em palco proporcionou um óptimo serão musical, apreciado por crescidos e pirralhos.




PS – Um grande bem-haja, Rita!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

$$$

OK, já dei com a página onde se pode trocar dinheiro verdadeiro por dinheiro do Farmville. Aliás, os senhores que gerem aquela traquitana informática fazem questão de a tornar uma página de muito fácil acesso. Só não consegui descobrir ainda a página onde se troca dinheiro do Farmville em dinheiro verdadeiro. Help, please!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Cheesecake de morango

Querem ver este menino feliz, dêem-lhe cheesecake de morango. Curiosamente não é fácil encontrar um espécime que me satisfaça. Ou são muito doces, ou sabem muito a natas, o que é certo é que, fora de casa, raramente escolho um cheesecake como sobremesa por medo da decepção. Não foi certamente o caso deste que aqui trago, cuja receita foi importada ali das bandas de Benfica (um abraço para a Gomes Pereira) e que em pouco tempo se tornou num clássico aqui em casa.

Ingredientes

300g de bolacha Maria
200g de manteiga sem sal
4dl de natas
1 lata de leite condensado
300g de queijo fresco para barrar
7 folhas de gelatina
2 colheres de sopa de leite
Doce de morango q.b.
Morangos q.b.

Preparação

Triturar a bolacha (à mão, ou numa picadora) e misturar com a manteiga derretida. Com a massa obtida, forre uma forma de tarte com fundo destacável e leve ao frigorífico.
Coloque as folhas de gelatina em água fria. Bata as natas até estarem quase em ponto de chantilly e, sem parar de bater, junte o leite condensado e o queijo. Recolha as folhas de gelatina num fervedor, junte o leite e leve a aquecer até dissolver a gelatina. Incorpore no creme e bata até estar homogéneo. Verta o creme sobre a base de bolacha e leve ao frio até solidificar. Retire da forma, cubra com o doce de morango e decore com os morangos. Sirva bem frio.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Quero o meu país de volta

Comprei o último de sete bilhetes da 2ª data de Norberto Lobo na Culturgest.
Reparou bem na dimensão do que esta frase encerra? Não? Vou repetir.
Comprei o último de sete bilhetes da 2ª data de Norberto Lobo na Culturgest.
E então, já está a ver? Sociologia… Comportamento de massas… Perca de identidade… Não?
OK, vou explicar. A segunda data (adicional) de Norberto Lobo está tecnicamente esgotada. A primeira esgotou faz tempo. Estamos a um mês dos concertos. Ou seja, a um mês dos concertos, se me descuido, ficava a arder. Foi o que me aconteceu com Muse, idem idem com Franz Ferdinand, aspas aspas com Arctic Monkeys e por pouco com o Três Cantos, Rodrigo Leão e Tindersticks. Perante isto, pergunto eu: mas onde está o bom e velho hábito português de deixar tudo para a última!? O célebre “deixa para amanhã o que podes fazer hoje”? Mas anda tudo maluco, ou quê!? Querem ser suecos, é!? No outro dia ouvi que o IRS ia ser pago em Março. E o que é que se segue, deixarmo-nos de digladiar na estrada, um serviço nacional de saúde decente, é isso que querem, é!?
Sempre disse que esta treta da União Europeia iria acabar com a identidade nacional.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Brincando aos Clássicos


Mais um dos discos trasladados do Alentejo que tem tido requisições constantes. Está-se mesmo a ver de quem, não é verdade? Não chegou ter sido completamente estafado na meninice de Mrs. Crama y su irmanita, renasce agora, quase 30 anos depois, para nova saga de trabalhos forçados, numa prova de que este “Brincando aos Clássicos” pode ser também ele considerado um clássico. A fórmula era simples. Pegando em melodias orelhudas de obras clássicas, adapta-se um arranjo de sonoridade popular, mais uma letra consonante com o universo infantil, et voilà, algo para levar qualquer pai ao tormento. Não é felizmente o meu caso, que por aqui as refeições musicais são regradas de modo a proporcionarem uma alimentação variada e saudável. Caso contrário, não duvido que ouviria este disco em repeat dia e noite a mando de Sua Exa. Pirralheira. Curiosamente, uma das músicas deste disco chama-se Catarina e a sua letra não podia ser mais adequada.

Brincando aos Clássicos – Ana Faria

Lado A
Luís (adaptado da ária “La Donna è Mobile” da ópera Rigoletto de Verdi)
Clara (adaptado do “Hino à Alegria” da 9ª sinfonia de Beethoven)
João (adaptado da Abertura da ópera de Guilhermo Tell de Rossini)
Ana (adaptado da 1ª cena do II Acto do Lago dos Cisnes de Tchaikovsky)
Miguel (adaptado da Marcha Turca de Mozart)
Catarina (adaptado do 4º Andamento da 7ª sinfonia de Beethoven)

Lado B
Nuno (adaptado da Dança das Horas da ópera Gioconda de Ponchielli)
Joana (adaptado da “Barcarola” dos contos de Hoffmann de Offenbach)
Marta (adaptado da “Habanera” da zarzuela La Verbena de la Paloma de Breton)
Pedro (adaptado do Concerto n.º1 para piano de Tchaikovski)
Rita (adaptado da Valsa Brilhante, op. 18 de Chopin)
(adaptado da “Habanera” da ópera Carmen de Bizet)
Clara (adaptado do “Hino à Alegria” da 9ª sinfonia de Beethoven)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Digamos que uma pessoa incha

Na catequese:
- "Agora os meninos vão dizer-me uma coisa boa que Deus tenha feito por vocês. Catarina, o que é que Deus fez de bom por ti?"
- "Deu-me o meu pai e a minha mãe."

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Virou costas e saltou

Não o conheci, não sei nada dele, apenas o senti morrer debaixo dos pés, no dia em que decidiu fazer do comboio o fim da linha.