
sábado, 13 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Quero o meu país de volta
Comprei o último de sete bilhetes da 2ª data de Norberto Lobo na Culturgest.
Reparou bem na dimensão do que esta frase encerra? Não? Vou repetir.
Comprei o último de sete bilhetes da 2ª data de Norberto Lobo na Culturgest.
E então, já está a ver? Sociologia… Comportamento de massas… Perca de identidade… Não?
OK, vou explicar. A segunda data (adicional) de Norberto Lobo está tecnicamente esgotada. A primeira esgotou faz tempo. Estamos a um mês dos concertos. Ou seja, a um mês dos concertos, se me descuido, ficava a arder. Foi o que me aconteceu com Muse, idem idem com Franz Ferdinand, aspas aspas com Arctic Monkeys e por pouco com o Três Cantos, Rodrigo Leão e Tindersticks. Perante isto, pergunto eu: mas onde está o bom e velho hábito português de deixar tudo para a última!? O célebre “deixa para amanhã o que podes fazer hoje”? Mas anda tudo maluco, ou quê!? Querem ser suecos, é!? No outro dia ouvi que o IRS ia ser pago em Março. E o que é que se segue, deixarmo-nos de digladiar na estrada, um serviço nacional de saúde decente, é isso que querem, é!?
Sempre disse que esta treta da União Europeia iria acabar com a identidade nacional.
Reparou bem na dimensão do que esta frase encerra? Não? Vou repetir.
Comprei o último de sete bilhetes da 2ª data de Norberto Lobo na Culturgest.
E então, já está a ver? Sociologia… Comportamento de massas… Perca de identidade… Não?
OK, vou explicar. A segunda data (adicional) de Norberto Lobo está tecnicamente esgotada. A primeira esgotou faz tempo. Estamos a um mês dos concertos. Ou seja, a um mês dos concertos, se me descuido, ficava a arder. Foi o que me aconteceu com Muse, idem idem com Franz Ferdinand, aspas aspas com Arctic Monkeys e por pouco com o Três Cantos, Rodrigo Leão e Tindersticks. Perante isto, pergunto eu: mas onde está o bom e velho hábito português de deixar tudo para a última!? O célebre “deixa para amanhã o que podes fazer hoje”? Mas anda tudo maluco, ou quê!? Querem ser suecos, é!? No outro dia ouvi que o IRS ia ser pago em Março. E o que é que se segue, deixarmo-nos de digladiar na estrada, um serviço nacional de saúde decente, é isso que querem, é!?
Sempre disse que esta treta da União Europeia iria acabar com a identidade nacional.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Brincando aos Clássicos

Mais um dos discos trasladados do Alentejo que tem tido requisições constantes. Está-se mesmo a ver de quem, não é verdade? Não chegou ter sido completamente estafado na meninice de Mrs. Crama y su irmanita, renasce agora, quase 30 anos depois, para nova saga de trabalhos forçados, numa prova de que este “Brincando aos Clássicos” pode ser também ele considerado um clássico. A fórmula era simples. Pegando em melodias orelhudas de obras clássicas, adapta-se um arranjo de sonoridade popular, mais uma letra consonante com o universo infantil, et voilà, algo para levar qualquer pai ao tormento. Não é felizmente o meu caso, que por aqui as refeições musicais são regradas de modo a proporcionarem uma alimentação variada e saudável. Caso contrário, não duvido que ouviria este disco em repeat dia e noite a mando de Sua Exa. Pirralheira. Curiosamente, uma das músicas deste disco chama-se Catarina e a sua letra não podia ser mais adequada.
Brincando aos Clássicos – Ana Faria
Lado A
Luís (adaptado da ária “La Donna è Mobile” da ópera Rigoletto de Verdi)
Clara (adaptado do “Hino à Alegria” da 9ª sinfonia de Beethoven)
João (adaptado da Abertura da ópera de Guilhermo Tell de Rossini)
Ana (adaptado da 1ª cena do II Acto do Lago dos Cisnes de Tchaikovsky)
Miguel (adaptado da Marcha Turca de Mozart)
Catarina (adaptado do 4º Andamento da 7ª sinfonia de Beethoven)
Lado B
Nuno (adaptado da Dança das Horas da ópera Gioconda de Ponchielli)
Joana (adaptado da “Barcarola” dos contos de Hoffmann de Offenbach)
Marta (adaptado da “Habanera” da zarzuela La Verbena de la Paloma de Breton)
Pedro (adaptado do Concerto n.º1 para piano de Tchaikovski)
Rita (adaptado da Valsa Brilhante, op. 18 de Chopin)
Lado A
Luís (adaptado da ária “La Donna è Mobile” da ópera Rigoletto de Verdi)
Clara (adaptado do “Hino à Alegria” da 9ª sinfonia de Beethoven)
João (adaptado da Abertura da ópera de Guilhermo Tell de Rossini)
Ana (adaptado da 1ª cena do II Acto do Lago dos Cisnes de Tchaikovsky)
Miguel (adaptado da Marcha Turca de Mozart)
Catarina (adaptado do 4º Andamento da 7ª sinfonia de Beethoven)
Lado B
Nuno (adaptado da Dança das Horas da ópera Gioconda de Ponchielli)
Joana (adaptado da “Barcarola” dos contos de Hoffmann de Offenbach)
Marta (adaptado da “Habanera” da zarzuela La Verbena de la Paloma de Breton)
Pedro (adaptado do Concerto n.º1 para piano de Tchaikovski)
Rita (adaptado da Valsa Brilhante, op. 18 de Chopin)
Zé (adaptado da “Habanera” da ópera Carmen de Bizet)
Clara (adaptado do “Hino à Alegria” da 9ª sinfonia de Beethoven)
Clara (adaptado do “Hino à Alegria” da 9ª sinfonia de Beethoven)
domingo, 7 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Digamos que uma pessoa incha
Na catequese:
- "Agora os meninos vão dizer-me uma coisa boa que Deus tenha feito por vocês. Catarina, o que é que Deus fez de bom por ti?"
- "Deu-me o meu pai e a minha mãe."
- "Agora os meninos vão dizer-me uma coisa boa que Deus tenha feito por vocês. Catarina, o que é que Deus fez de bom por ti?"
- "Deu-me o meu pai e a minha mãe."
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Virou costas e saltou
Não o conheci, não sei nada dele, apenas o senti morrer debaixo dos pés, no dia em que decidiu fazer do comboio o fim da linha.
I bet I'd look good on this dance floor
Não me entendam mal, Tindersticks foi muito bom. A voz do Staples, a qualidade da banda, a melancolia dos temas a roçar a magia, blá, blá, blá. Mas, num mundo perfeito, eu era ubíquo e hoje acordava com uma ressaca das antigas.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Tindersticks @ CCC Caldas da Rainha
O arranque da tournée de apresentação de Falling Down A Mountain. Sala cheia, som 5 estrelas, banda impecável nesta nova configuração e a voz de Stuart A. Staples que continua a ser tudo aquilo que se ouve em disco. No entanto, ia à espera de algo mais. Achei o concerto curto (para variar) e acho que a aposta nos temas do novo álbum (como é natural) não justifica o deixar de lado alguns clássicos mais antigos.
Para mais tarde recordar, um clip de alguém (a quem eu agradeço) que conseguiu ludibriar os vigilantes da sala
e o videoclip do (quanto a mim) momento mais alto do concerto
Para mais tarde recordar, um clip de alguém (a quem eu agradeço) que conseguiu ludibriar os vigilantes da sala
e o videoclip do (quanto a mim) momento mais alto do concerto
Tindersticks - "Dying Slowly"
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
O Cante da Terra
- “Então e os vinis!?”
Os vinis vão bem e recomendam-se. Há três meses, desenterrou-se e trasladou-se a colecção de juventude da Mrs. Crama e, desde então, tem sido um corrupio de lavar vinil e pôr a tocar. Só a falta de vagar tem impedido a actualização da saga “Bolachas”. Hoje, no entanto, como estou com a mão quente, deixo aqui uma amostra de um disco que deu muito prazer a redescobrir à Mrs. Crama. Trata-se de um LP que rodou muito durante a sua infância, de tal maneira que ainda hoje sabe a maior parte das músicas de cor. O desgaste visível e audível é notório mas mesmo assim continua a ter um som perfeitamente aceitável, sendo fácil identificar as vozes do grupo de cantadores, onde se destacam os mediáticos Vitorino e Janita Salomé. Directamente da Vila do Redondo e do ano 1978…
Os vinis vão bem e recomendam-se. Há três meses, desenterrou-se e trasladou-se a colecção de juventude da Mrs. Crama e, desde então, tem sido um corrupio de lavar vinil e pôr a tocar. Só a falta de vagar tem impedido a actualização da saga “Bolachas”. Hoje, no entanto, como estou com a mão quente, deixo aqui uma amostra de um disco que deu muito prazer a redescobrir à Mrs. Crama. Trata-se de um LP que rodou muito durante a sua infância, de tal maneira que ainda hoje sabe a maior parte das músicas de cor. O desgaste visível e audível é notório mas mesmo assim continua a ter um som perfeitamente aceitável, sendo fácil identificar as vozes do grupo de cantadores, onde se destacam os mediáticos Vitorino e Janita Salomé. Directamente da Vila do Redondo e do ano 1978…

Cantadores do Redondo – O Cante da Terra
Lado A
É na Vila do Redondo
Quando caiu a neve
Décimas e saias da camisinha azul (Mote)
Décimas e saias da camisinha azul (Saias)
Rosa branca desmaiada
Salas dos Foros
Borboleta mensageira
Lado B
Cavaleiro real
Décimas e saias do Redondo
As nuvens que andam no ar
Saias de Santo Aleixo
Oh menina Florentina
Lado A
É na Vila do Redondo
Quando caiu a neve
Décimas e saias da camisinha azul (Mote)
Décimas e saias da camisinha azul (Saias)
Rosa branca desmaiada
Salas dos Foros
Borboleta mensageira
Lado B
Cavaleiro real
Décimas e saias do Redondo
As nuvens que andam no ar
Saias de Santo Aleixo
Oh menina Florentina
Décimas e saias da camizinha azul
(São Romão / Vila Viçosa)
domingo, 31 de janeiro de 2010
Sopa Até Que Enfim

Porquê “Sopa Até Que Enfim”? Primeiro, porque foi uma sopa feita em regime de marcha à vista, ou seja, pode-se dizer que a inventei e, como tal, precisava de a baptizar; segundo, porque ando há mais de dois anos para fazer esta sopa. Explicando. Há muito, muito tempo, fui um dia almoçar a casa da tia S.. Serviu-me uma sopa que tinha acabado de fazer e que estava tão boa que pedi-lhe a receita. Infelizmente não a tinha, ou não me quis dar, ainda hoje estou para saber. Disse-me que tinha sido feita com dicas de uma amiga mas tendo a mão da experiência como guia supremo. Fixei no entanto alguns ingredientes: frango, aipo e grão e registei o aroma, a lembrar perfumes orientais. Desde então, sempre que passo num mercado, ou na zona dos legumes de um supermercado, que tenha aipo, lembro-me da sopa da tia. Hoje aconteceu-me precisamente isso. Andava às compras e enquanto escolhia fruta, veio-me ao narigame o aroma de uns molhos de aipo muito viçosos. Não é tarde, nem é cedo! Comprei mais algumas coisas que me pareceram adequadas e fiz-me às panelas. Agora, depois de degustada por toda a família, posso afirmar que a Sopa Até Que Enfim superou as todas as expectativas. Estava óptima!
Ingredientes:
- ½ frango
- 2 cebolas (1 grande e 1 pequena)
- 1 folha de louro
- 50g de gengibre fresco
- 1 batata grande
- 1 chuchu
- 2 colheres de sopa de polpa de tomate
- 1 frasco de grão cozido
- 1 molho de aipo
- 2 cenouras
- 100g de massa “cotovelos pequenos”
- 50cl de azeite
- 1 colher de sopa de molho de soja
- Sal
Preparação
Coloque numa panela: o frango, a cebola pequena, a folha de louro e o gengibre descascado e cortado aos pedaços. Junte cerca de 1 litro de água, tempere com sal e deixe ferver até cozer. Depois de cozido, desosse o frango. Coe e reserve o caldo da cozedura.
Corte a cebola às rodelas, junte o azeite e leve a refogar em lume brando numa panela grande. Quando a cebola começar a ficar transparente, junte a batata e o chuchu cortados aos cubos, a polpa de tomate, 1/3 do frasco de grão, o molho de soja, um copo de água e deixe cozinhar bem, mexendo de tempos a tempos. Ajuste de água se necessário. Quando todos os ingredientes estiverem bem cozidos, triture com a varinha mágica até reduzir tudo a um creme. Adicione o caldo do frango e quando estiver novamente a ferver junte primeiro as cenouras cortadas em pedaços pequenos, seguidas da massa, do resto do grão, dos pedaços de frango e por fim das folhas do aipo cortadas ligeiramente.
Ingredientes:
- ½ frango
- 2 cebolas (1 grande e 1 pequena)
- 1 folha de louro
- 50g de gengibre fresco
- 1 batata grande
- 1 chuchu
- 2 colheres de sopa de polpa de tomate
- 1 frasco de grão cozido
- 1 molho de aipo
- 2 cenouras
- 100g de massa “cotovelos pequenos”
- 50cl de azeite
- 1 colher de sopa de molho de soja
- Sal
Preparação
Coloque numa panela: o frango, a cebola pequena, a folha de louro e o gengibre descascado e cortado aos pedaços. Junte cerca de 1 litro de água, tempere com sal e deixe ferver até cozer. Depois de cozido, desosse o frango. Coe e reserve o caldo da cozedura.
Corte a cebola às rodelas, junte o azeite e leve a refogar em lume brando numa panela grande. Quando a cebola começar a ficar transparente, junte a batata e o chuchu cortados aos cubos, a polpa de tomate, 1/3 do frasco de grão, o molho de soja, um copo de água e deixe cozinhar bem, mexendo de tempos a tempos. Ajuste de água se necessário. Quando todos os ingredientes estiverem bem cozidos, triture com a varinha mágica até reduzir tudo a um creme. Adicione o caldo do frango e quando estiver novamente a ferver junte primeiro as cenouras cortadas em pedaços pequenos, seguidas da massa, do resto do grão, dos pedaços de frango e por fim das folhas do aipo cortadas ligeiramente.
sábado, 30 de janeiro de 2010
Rodrigo Leão e Cinema Ensemble @ C. C. Olga Cadaval

Pedro Almodóvar disse, algures, que considerava Rodrigo Leão um dos compositores mais inspirados do mundo. Pois então registe-se também que considero Pedro Almodóvar um dos mais esclarecidos cineastas do mundo, no que toca a conhecimentos musicais. No entanto, apesar deste meu incondicionalismo, ontem a caminho de Sintra, teorizava em como o concerto de Rodrigo Leão e Cinema Ensemble seria uma desilusão. Três horas mais tarde, comprovou-se mais uma vez que o meu altamente elaborado e complexo raciocínio estava certo (whatelse is new!) e a experiência infelizmente confirmou a teoria. Do alto da minha insatisfação perguntava ontem à noite: mas em que período obscuro do passado se tornou concebível um concerto destes ter menos de 5 horas!? Quer dizer, apregoa-se aos sete ventos as desvantagens e os perigos do coitus interruptus, anda a medicina a combater a ejaculação precoce e, ao mesmo tempo, organizam-se concertos de Rodrigo Leão e Cinema Ensemble com menos de duas horas!!! Sinceramente às vezes não compreendo este mundo que habito. Agora fora de merdas. A música de Rodrigo Leão está num patamar de bom tão alto que sabe sempre a pouco, seja ao vivo, seja enlatada sob a forma de discos como este “A Mãe”, o álbum de 2009, que o compositor dedica ao mais puro dos amores e em torno do qual girou este concerto. É o luxo absoluto, ponto. Combina na perfeição com artigos de pele, com cognacs topo de gama e charutos cubanos. Se a música fosse a indústria automóvel, Rodrigo Leão seria sem dúvida a Rolls Royce. Por falar nisso, se alguma alminha caridosa que me esteja a ler quiser emprestar-me um RR Phantom para dar umas voltinhas – com chauffeur evidentemente –, posso assegurar que o desfrute seria com certeza ao som do senhor Rodrigo. Em relação ao concerto propriamente dito, às imagens ali de baixo pouco tenho para acrescentar. Referir talvez que as meninas e os meninos do Cinema Ensemble merecem também o estatuto de semidevindades do mestre e que a voz da Ana Vieira é sublime em pelo menos 5 línguas (português, espanhol, francês, inglês e russo). Destaque também para a excelente participação de Gomo, que interpretou a música “Cathy” (cantada no disco por Neil “The Divine Comedy” Hannon), bem como um inédito composto a meias e acabado “apenas há dois dias”. Enfim, luxo, luxo, luxo… é a palavra que associo há muito a Rodrigo Leão e que ficará associada também a este concerto. Mas se o Rodrigo se dedicasse também ao tantrismo… isso é que era!
Rodrigo Leão no C.C. Olga Cadaval
MyPortugal | Vídeo do MySpace
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Entretanto o castigo acabou
Crime e Castigo
O Pirralho portou-se mal na escola. Está de castigo. À noite não há brincadeira e na televisão só tem permissão para ver programas com a Júlia Pinheiro. Acreditem: custa-me mais a mim do que a ela.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Presidenta
De manhã, acabada de se arranjar para ir para a escola, em frente ao espelho.
- Este casaco fica-me mesmo bem!
- Chama-se “blazer”.
- Pareço uma presidenta!
- Ai é!?
- É! Pareço a Manuela Ferreira Leite!
- Credo filha!
- Mas com menos rugas!
- Este casaco fica-me mesmo bem!
- Chama-se “blazer”.
- Pareço uma presidenta!
- Ai é!?
- É! Pareço a Manuela Ferreira Leite!
- Credo filha!
- Mas com menos rugas!
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Les beaux gosses
Raclette
Rezam os canhenhos que se trata de um prato originário da região dos Alpes. O seu nome vem do queijo homónimo que, depois de aquecido à lareira (o que o derretia em parte), era raspado para o prato dos comensais acompanhando essencialmente batatas cozidas, picles e charcutaria. Foi mais ou menos assim que tive contacto com este prato, em França, em casa do Q. Segundo me contou, a raclette é muito comum nas estâncias de ski da zona dos Alpes, dado que é um prato que se presta ao convívio, principalmente ao serão, isto depois de se ter passado um dia inteiro pista-acima-pista-abaixo. Em muitos aspectos assemelha-se ao fondue ou aos grelhados na pedra. A refeição é praticamente confeccionada à mesa e envolve todo aquele ritual da preparação pessoal, o que o torna um prato bastante “social”. Com esta coisa do progresso, actualmente o queijo já não costuma ser derretido à lareira, tendo-se vulgarizado uns aparelhos com uma resistência eléctrica, junto da qual se aquecem umas pequenas frigideiras onde se colocam pequenas porções de queijo a derreter. A que veio parar cá a casa, para além de aquecer as frigideiras, dispõe de uma chapa onde se podem também grelhar alimentos. Posto isto, ficam algumas sugestões, dado que não existe propriamente uma receita de raclette.
Ingredientes base:
- Queijo Raclette
- Batatas cozidas com casca
- Charcutaria (presunto, fiambre, salsichas, paio, chorição…)
- Picles (cebolinhas, cornichons…)
Ingredientes alternativos:
- Legumes cozidos (bróculos, cenouras, feijão verde…)
- Saladas
- Bifinhos para grelhar (frango, peru, porco, vitela…)
- Batata-doce assada
- Cogumelos
- Ananás cortado às rodelas (para grelhar)
- Etc, etc, etc
Preparação:
Coza as batatas e os demais legumes e leve-os à mesa num recipiente que os mantenha quentes. Ponha todos os restantes ingredientes na mesa, ligue o aparelho e siga a imaginação.
Ingredientes base:
- Queijo Raclette
- Batatas cozidas com casca
- Charcutaria (presunto, fiambre, salsichas, paio, chorição…)
- Picles (cebolinhas, cornichons…)
Ingredientes alternativos:
- Legumes cozidos (bróculos, cenouras, feijão verde…)
- Saladas
- Bifinhos para grelhar (frango, peru, porco, vitela…)
- Batata-doce assada
- Cogumelos
- Ananás cortado às rodelas (para grelhar)
- Etc, etc, etc
Preparação:
Coza as batatas e os demais legumes e leve-os à mesa num recipiente que os mantenha quentes. Ponha todos os restantes ingredientes na mesa, ligue o aparelho e siga a imaginação.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Quem gaba, (também) quer comprar
- Estás tão gira, mãe!!!
- Obrigada, filha!
- Quando for grande, posso usar as tuas roupas?
- Obrigada, filha!
- Quando for grande, posso usar as tuas roupas?
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Vocês já são pessoas extremamente bonitas e simpáticas...

... mas seriam ainda mais extremamente bonitas e simpáticas, se perdessem 5 minutos a responder a este questionário.
(Depois de aceder ao site, prima "Seguinte")
Se houvesse a categoria "Pasteleiras" é que era

Querem visitar uma região cheia de atracções, ao mesmo tempo que atafulham os pulmões de ar puro, pedalando em bonitas paisagens raianas?
Não procurem mais.
Informem-se aqui.
Procuro um Ambiente que diga "cheese"

Nas comemorações do seu XXI aniversário, o jornal "O Correio da Linha" organiza o IV concurso de fotografia, sob o tema "Ambiente dá vida".
Envio de fotografias até 26/02/2009.
Regulamento aqui.
domingo, 17 de janeiro de 2010
5 *

A chafarica foi presenteada com o selo “Este blog é 5 estrelas”, num acto que só pode ter como justificação a simpatia da G.
Muito obrigado!
Dizem então as regras:
1. Publique a imagem do selo, as regras e coloque o link de quem passou;
Esta é fácil. Já estão ali em cima.
2. Diga as 5 músicas preferidas de sempre;
Aqui é que a vaca torce o rabo. 5 músicas preferidas de sempre é simplesmente impossível. Se me pedissem as 5 músicas preferidas para uma determinada situação – uma boa mochada, para dançar, para conduzir, para uma noite romântica… – ainda era capaz de arriscar, agora “de sempre” não consigo mesmo. Gosto de muitos tipos de música, de muitos artistas, de muitas músicas, para uma escolha tão absoluta. Decidi por isso distorcer um pouco o conceito da regra, publicando 5 músicas que eu catalogaria como “mais especiais de sempre”, no sentido de serem aquelas que mais mexem comigo, especialmente quando tocadas em determinadas ocasiões. Começando pela primeira…
1ª Sim é o hino nacional. É verdade que muitas vezes quando saio de casa, quando abro um jornal ou ligo a televisão, fico com dúvidas se isto é realmente um país ou um esconso mal frequentado. Mas apesar de tudo é o meu país e ouvir o hino, sobretudo quando serve de pano de fundo para o reconhecimento do mérito de conterrâneos, enche-me de orgulho. E ainda por cima, “tendenciosismos” à parte, é hino muito bonito.
2ª A música que serviu de senha para a revolução que pôs fim à ditadura no meu país, tinha eu um ano e meio. O passaporte musical para a liberdade. Sempre que a ouço agradeço a todos os que saíram dos quartéis na noite de 24 de Abril de 1974. E claro, recordo Zeca…
3ª Palavras para quê? Está tudo na letra.
4ª Amália – a que, na música, elevou o nome de Portugal mais alto. Aqui a cantar uma letra de Pedro Homem de Mello, naquele que é um dos ex-líbris do fado.
5ª Não me perguntem porquê mas sempre que ouço isto… Eu que até não sou nada destas coisas.
3. Passe a 5 blogues que ache 5* e que os avise do prémio.
Esta regra é que vou passar. Como se costuma dizer, não há regra sem excepção.
Esta é fácil. Já estão ali em cima.
2. Diga as 5 músicas preferidas de sempre;
Aqui é que a vaca torce o rabo. 5 músicas preferidas de sempre é simplesmente impossível. Se me pedissem as 5 músicas preferidas para uma determinada situação – uma boa mochada, para dançar, para conduzir, para uma noite romântica… – ainda era capaz de arriscar, agora “de sempre” não consigo mesmo. Gosto de muitos tipos de música, de muitos artistas, de muitas músicas, para uma escolha tão absoluta. Decidi por isso distorcer um pouco o conceito da regra, publicando 5 músicas que eu catalogaria como “mais especiais de sempre”, no sentido de serem aquelas que mais mexem comigo, especialmente quando tocadas em determinadas ocasiões. Começando pela primeira…
1ª Sim é o hino nacional. É verdade que muitas vezes quando saio de casa, quando abro um jornal ou ligo a televisão, fico com dúvidas se isto é realmente um país ou um esconso mal frequentado. Mas apesar de tudo é o meu país e ouvir o hino, sobretudo quando serve de pano de fundo para o reconhecimento do mérito de conterrâneos, enche-me de orgulho. E ainda por cima, “tendenciosismos” à parte, é hino muito bonito.
2ª A música que serviu de senha para a revolução que pôs fim à ditadura no meu país, tinha eu um ano e meio. O passaporte musical para a liberdade. Sempre que a ouço agradeço a todos os que saíram dos quartéis na noite de 24 de Abril de 1974. E claro, recordo Zeca…
3ª Palavras para quê? Está tudo na letra.
4ª Amália – a que, na música, elevou o nome de Portugal mais alto. Aqui a cantar uma letra de Pedro Homem de Mello, naquele que é um dos ex-líbris do fado.
5ª Não me perguntem porquê mas sempre que ouço isto… Eu que até não sou nada destas coisas.
3. Passe a 5 blogues que ache 5* e que os avise do prémio.
Esta regra é que vou passar. Como se costuma dizer, não há regra sem excepção.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
Estava a correr bem demais
Samuel Úria
Cartaxo - Centro Cultural
06.02.2010
Um dos que tenho marcado como "A ver em 2010, nem que a vaca tussa" quase me vai entrar pela casa a dentro e... Tindersticks na Guarda...
Se tivesse conta no Facebook mesmo agora fazia um quiz.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Fazer pela vida
“Twenty years from now you will be more disappointed by the things you didn't do than by the ones you did do.” - Mark Twain
Houve algo comum a todos os concertos que assisti em 2009: não me arrependi de ter ido a nenhum deles. Por todos eles dei o tempo e/ou o dinheiro por bem empregues. Já pelo contrário arrependi-me bastante de ter falhado alguns. Muse, The Gaslight Anthem, AC/DC, Kaiser Chiefs, Leonard Cohen… e nem vou continuar para não entrar em depressão.
Assim, à laia de resolução, decidi que em 2010 irei anular, ou no mínimo reduzir, os concertos falhados contra vontade. Por isso o melhor é começar a organizar a vidinha e a organizar a minha...
Agenda
Rodrigo Leão & Cinema Ensemble
Sintra - Centro Cultural Olga Cadaval
29/01/2010 - 22:00
Arctic Monkeys
Lisboa - Praça de Touros do Campo Pequeno
03/02/2010
Tindersticks
Guarda - Teatro Municipal
06/02/2009 - 21:30
Norberto Lobo
Lisboa - Culturgest
05/03/2010 - 21:30
Yo La Tengo
Lisboa - Aula Magna
14/03/2010
The XX
Lisboa - Aula Magna
25/05/2010
Houve algo comum a todos os concertos que assisti em 2009: não me arrependi de ter ido a nenhum deles. Por todos eles dei o tempo e/ou o dinheiro por bem empregues. Já pelo contrário arrependi-me bastante de ter falhado alguns. Muse, The Gaslight Anthem, AC/DC, Kaiser Chiefs, Leonard Cohen… e nem vou continuar para não entrar em depressão.
Assim, à laia de resolução, decidi que em 2010 irei anular, ou no mínimo reduzir, os concertos falhados contra vontade. Por isso o melhor é começar a organizar a vidinha e a organizar a minha...
Agenda
Rodrigo Leão & Cinema Ensemble
Sintra - Centro Cultural Olga Cadaval
29/01/2010 - 22:00
Arctic Monkeys
Lisboa - Praça de Touros do Campo Pequeno
03/02/2010
Tindersticks
Guarda - Teatro Municipal
06/02/2009 - 21:30
Norberto Lobo
Lisboa - Culturgest
05/03/2010 - 21:30
Yo La Tengo
Lisboa - Aula Magna
14/03/2010
The XX
Lisboa - Aula Magna
25/05/2010
2ª Gala das Cramalheiras d'Oiro

2009 já lá vai e é por isso mais do que tempo de realizar a tradicional* cerimónia de entrega das Cramalheiras d’Oiro, prémios que, como todos sabem, distinguem os melhores concertos que esta alminha teve o prazer de assistir no ano que ainda há pouco findou.
(* - quem fizer questão de lembrar que esta é apenas a 2ª edição merece uma candidíase genital).
Como sempre, o critério para a atribuição dos prémios é só um: “Crama, rápido, sem pensar! Em dez segundos, quais foram os melhores concertos de 2009?”
Este ano, apesar da variedade de concertos assistidos e artistas escutados, a escolha foi bastante rápida, tendo sido apenas necessários dois segundos para fazer a minha selecção. Dois segundos para a escolha de dois vencedores destacados. Isto criou o problema: “Mas então o que faço ao resto das Cramalheiras que mandei fazer e que me custaram os olhos da cara?” Vai daí achei por bem premiar também algumas menções honrosas. Começando por estas:
O concerto vencedor do primeiro prémio da noite, seria à partida um vencedor absoluto natural, no entanto o concerto deste ano teve um pequeno grande defeito: não conseguiu apagar da memória, um outro (o primeiro em Portugal) ocorrido em 2007. Fora isso, não falhou nada. Nem sequer o contexto festivaleiro onde se realizou reduziu o valor da performance desta banda americana. São uns gajos que só sabem dar bons concertos. A tal ponto que chego a duvidar que tenham vida própria fora do palco - na minha ideia é ali que eles vivem, como uma família, numa estrutura cheia de colunas e luzes que lhes serve de casa e que corre mundo sem nunca ser desmontada. Falo como já perceberam do concerto da Dave Matthews Band no Optimus Alive 2009, que recebe a Cramalheira d’Oiro: “Estes gajos até debaixo de água dão bons concertos”.
O próximo prémio vai para aquela que foi para mim a grande revelação tuga 2009. Foi um concerto que me apanhou totalmente desprevenido, mesmo tendo visto um par de clipes no Youtube antes daquela actuação no Delta Tejo. Aos primeiros acordes e eu já perguntava para mim mesmo, totalmente embasbacado: mas o que é que é isto!? Isto, ou melhor, aquilo é Madragoa, Balcãs, Paris, África, Brasil, Jamaica, Espanha e alguma anglosaxofonia cozinhados com imaginação numa grande panela musical e servidos com humor e boa disposição na mais castiça tasca lisboeta.
Antes de atribuir o prémio porém, tenho de destacar o papel da colega SA (companhia neste concerto e que merece ela também uma Cramalheira Especial do Júri), que teve um papel decisivo na escolha da agenda que me levou àquela tenda e que foi responsável por me arrastar até às grades do palco, o que contribuiu de sobremaneira para um maior impacto da prestação da Miranda e seus rapazes.
Já nem preciso de abrir o envelope, pois toda a gente já sabe que a Cramalheira d’Oiro “Ó que concerto do catano!” vai para os Oquestrada no Delta Tejo 2009!!!
Continuando no domínio nacional, passamos agora para o primeiro grande prémio da noite, que só não é o vencedor absoluto porque o som que chegou às orelhinhas da assistência simplesmente não esteve à altura da solenidade do momento. Foi um concerto que já era um marco na história da música nacional, ainda antes de ser tocado o primeiro acorde… Preciso de dizer mais alguma coisa? Penso que não. José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto Bordalo Dias com o Três Cantos, no Campo Pequeno, são os vencedores da Cramalheira d’Oiro “Do alto deste palco, 40 anos de história da música vos contemplam.”
E finalmente o grande vencedor da noite. Não consigo explicar muito bem isto mas o que é certo é que desde finais de Maio que a conjugação de “concertos” + “2009” gera automaticamente na minha cabeça o nome deste artista, antes de qualquer outro. Foi um concerto que esteve para ser deixado de fora da agenda mas um repente, mesmo ao soar do gongo que anunciou o esgotar da lotação da sala, fez-me comprar o bilhetinho de acesso ao São Jorge. “¡Por Dios en hora buena!”
O vencedor do último prémio da noite vem dos States e é perseguido por duas palavras que o acompanham desde que se lançou a solo no mundo da música: violino e assobio. Já estão a ver quem é, não é? Mas referenciá-lo tão parcamente é uma injustiça. No mínimo impõe-se juntar também: voz, guitarra, piano, composição, talento, originalidade, simpatia… e isto só para começar.
Autor dos álbuns The Mysterious Production of Eggs (2005), Armchair Apocrypha (2007) e Noble Beast (2009) que se contam entre os mais ouvidos em 2009, senhoras e senhoras, o vencedor da grande Cramalheira d’Oiro “André filho, volta depressa que estamos com saudades tuas!” vai para Andrew Bird!!!
E pronto, para o ano há mais.
Vão para dentro que já é tarde e está um frio que não se aguenta.
Foi um prazer estar com vossas mercês.
(* - quem fizer questão de lembrar que esta é apenas a 2ª edição merece uma candidíase genital).
Como sempre, o critério para a atribuição dos prémios é só um: “Crama, rápido, sem pensar! Em dez segundos, quais foram os melhores concertos de 2009?”
Este ano, apesar da variedade de concertos assistidos e artistas escutados, a escolha foi bastante rápida, tendo sido apenas necessários dois segundos para fazer a minha selecção. Dois segundos para a escolha de dois vencedores destacados. Isto criou o problema: “Mas então o que faço ao resto das Cramalheiras que mandei fazer e que me custaram os olhos da cara?” Vai daí achei por bem premiar também algumas menções honrosas. Começando por estas:
O concerto vencedor do primeiro prémio da noite, seria à partida um vencedor absoluto natural, no entanto o concerto deste ano teve um pequeno grande defeito: não conseguiu apagar da memória, um outro (o primeiro em Portugal) ocorrido em 2007. Fora isso, não falhou nada. Nem sequer o contexto festivaleiro onde se realizou reduziu o valor da performance desta banda americana. São uns gajos que só sabem dar bons concertos. A tal ponto que chego a duvidar que tenham vida própria fora do palco - na minha ideia é ali que eles vivem, como uma família, numa estrutura cheia de colunas e luzes que lhes serve de casa e que corre mundo sem nunca ser desmontada. Falo como já perceberam do concerto da Dave Matthews Band no Optimus Alive 2009, que recebe a Cramalheira d’Oiro: “Estes gajos até debaixo de água dão bons concertos”.
O próximo prémio vai para aquela que foi para mim a grande revelação tuga 2009. Foi um concerto que me apanhou totalmente desprevenido, mesmo tendo visto um par de clipes no Youtube antes daquela actuação no Delta Tejo. Aos primeiros acordes e eu já perguntava para mim mesmo, totalmente embasbacado: mas o que é que é isto!? Isto, ou melhor, aquilo é Madragoa, Balcãs, Paris, África, Brasil, Jamaica, Espanha e alguma anglosaxofonia cozinhados com imaginação numa grande panela musical e servidos com humor e boa disposição na mais castiça tasca lisboeta.
Antes de atribuir o prémio porém, tenho de destacar o papel da colega SA (companhia neste concerto e que merece ela também uma Cramalheira Especial do Júri), que teve um papel decisivo na escolha da agenda que me levou àquela tenda e que foi responsável por me arrastar até às grades do palco, o que contribuiu de sobremaneira para um maior impacto da prestação da Miranda e seus rapazes.
Já nem preciso de abrir o envelope, pois toda a gente já sabe que a Cramalheira d’Oiro “Ó que concerto do catano!” vai para os Oquestrada no Delta Tejo 2009!!!
Continuando no domínio nacional, passamos agora para o primeiro grande prémio da noite, que só não é o vencedor absoluto porque o som que chegou às orelhinhas da assistência simplesmente não esteve à altura da solenidade do momento. Foi um concerto que já era um marco na história da música nacional, ainda antes de ser tocado o primeiro acorde… Preciso de dizer mais alguma coisa? Penso que não. José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto Bordalo Dias com o Três Cantos, no Campo Pequeno, são os vencedores da Cramalheira d’Oiro “Do alto deste palco, 40 anos de história da música vos contemplam.”
E finalmente o grande vencedor da noite. Não consigo explicar muito bem isto mas o que é certo é que desde finais de Maio que a conjugação de “concertos” + “2009” gera automaticamente na minha cabeça o nome deste artista, antes de qualquer outro. Foi um concerto que esteve para ser deixado de fora da agenda mas um repente, mesmo ao soar do gongo que anunciou o esgotar da lotação da sala, fez-me comprar o bilhetinho de acesso ao São Jorge. “¡Por Dios en hora buena!”
O vencedor do último prémio da noite vem dos States e é perseguido por duas palavras que o acompanham desde que se lançou a solo no mundo da música: violino e assobio. Já estão a ver quem é, não é? Mas referenciá-lo tão parcamente é uma injustiça. No mínimo impõe-se juntar também: voz, guitarra, piano, composição, talento, originalidade, simpatia… e isto só para começar.
Autor dos álbuns The Mysterious Production of Eggs (2005), Armchair Apocrypha (2007) e Noble Beast (2009) que se contam entre os mais ouvidos em 2009, senhoras e senhoras, o vencedor da grande Cramalheira d’Oiro “André filho, volta depressa que estamos com saudades tuas!” vai para Andrew Bird!!!
E pronto, para o ano há mais.
Vão para dentro que já é tarde e está um frio que não se aguenta.
Foi um prazer estar com vossas mercês.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Bolo Baltazar
Manda a tradição que hoje se coma bolo-rei. Foi o que se fez por aqui, cumpriu-se a tradição... com alguma inovação. Comemos bolo Baltazar, ou bolo-rei-Baltazar, também conhecido por bolo-rei de chocolate. Estão a ver a fruta cristalizada? Substituam-na por pepitas de chocolate. Mantém-se a massa. E por dentro mais chocolate... hummm... derretido. Estava muito bom. Era para ter tirado uma fotografia para pôr aqui. Mas não deu tempo.
Meti água no emprego
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
domingo, 27 de dezembro de 2009
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