quinta-feira, 20 de maio de 2010

Jardineiro #2

Para mal dos meus pecados, esta ideia foi aprovada e agora, volvido que está o primeiro dia de acção no teatro das operações, tenho uma boa e uma má notícia. A boa é que confirmei que é possível. A má é que vai dar muito, mas mesmo muito, mais trabalho do que eu imaginava. É que a maior parte das pessoas tem uma imagem muito deturpada dos jardins - aquela treta do “ah e tal, o verde, a tranquilidade, o ar livre...” – e da jardinagem – “então é quase como de fosse um desporto, praticado num espaço agradável, exercício moderado, queimas umas calorias...” Esqueçam. A jardinagem é uma espécie de purgatório na terra. Hoje por exemplo. Após quatro horas levadas quase à exaustão (a minha entenda-se), a ouvir o ruído infernal de maquinetas e, ainda por cima, debaixo da maior esturrina do ano, ganhei dores que nem sei bem de que parte do corpo vêem e um bronze (é mais escaldão) à camionista, que dá para ir comer uma bifana numa roulote no Porto Alto sem ser discriminado. Resumindo, estou mais amassadinho que a reputação do nosso PM.
Mas que o jardim ficou bonito lá isso ficou!



quarta-feira, 19 de maio de 2010

Só para lembrar



29 e 30 de Maio.
É marcar na agenda, sff.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Melhorando o rating

Em 30 dias de implementação do PEC (Plano de Estabilização do Colesterol) os resultados não podiam ser mais animadores. Recorrendo apenas a dieta e mezinhas caseiras, sem qualquer tipo de medicação portanto, o colesterol regrediu de uns pré-catastróficos 296mg/dl para uns quase exemplares 186mg/dl. E de bónus ainda perdi 5kg. Ou seja, para estar tão saudável como quando tinha 20 anos só me falta voltar a fumar.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

domingo, 9 de maio de 2010

Finalmente


Regina Spektor no CoolJazzFest
Cascais
1 de Julho de 2010 - 21h00

Too big to fail

sábado, 8 de maio de 2010

terça-feira, 4 de maio de 2010

sábado, 1 de maio de 2010

Desde 1995


Por aqui, há 15 anos que o dia do Trabalhador também é o dia do Namorador.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Port O'Brien @ Santiago Alquimista

- São 21:00 horas.
- Cheguei a Alfama e estacionei a 30m do Santiago. Pensamento: Andar de mota rulez.
- Carrego uma mochila, um capacete e um blusão. Pensamento: Ir a concertos de mota sucks big time!
- Chega o amigo que veio de carro. Pensamento: O meio de transporte ideal é mota + carro de apoio.
- Amigo compra bilhete. Entramos. Santiago às moscas. Passamos ao denominado “pôr a conversa em dia”.
- Amigo tem fome. Saímos. Lisboa está tão às moscas quanto o Santiago.
- A cerveja fora do Santiago é mais cara. Mas o que é que estamos aqui a fazer!?
- Regressamos ao Santiago. Perdemos os Carcrashlander. O duo passa trio. Passamos ao denominado “pôr a conversa em dia”, outra vez.
- Os Port O'Brien são 4 e uma capa.
- O som não está perfeito mas o Santiago Alquimista continua a ser a minha sala de concertos preferida.
- Port O'Brien sem Cambria é bom, mas não é a mesma coisa.
- Van Pierszalowski & Cia. estão empenhados em provar que um concerto para uma sala quase vazia não tem de ser algo necessariamente mau. E estão a conseguir.
- Entre duas músicas, Van Pierszalowski pergunta se o pessoal é de ir para a cama cedo, ou se somos de andar na borga até de madrugada. Respondo-lhe: It's up to you.
- O concerto está a chegar ao fim. Tenho de começar a afinar a garganta.
- Van Pierszalowski pede à assistência para subir ao palco. Eu avisei que me apetecia cantar em coro. Hmmm... Talvez isso explique a fraca assistência.
- Estou a cantar com os Port O'Brien para uma plateia vazia. Lindo!
- Não há ninguém a filmar. Fixe! Isto nunca poderá ser usado contra mim em tribunal.
- "All We Could Do Was Sing" em vinil: 15€. Autógrafo do Van Pierszalowski enquanto se conversa sobre pesca, Alaska, salmão, varicela, Lisboa, um quarto com vista, a tour, o cansaço das viagens, pegadas de carbono, etc... priceless.
- Tenho 5 horas para dormir, os ouvidos a zunir e estou quase sem voz. Mas amanhã tenho a certeza de que vou acordar in a very special way.
- São 1:30 horas.


As fotos de baixo são uma cortesia do Ponto Alternativo, onde também se pode ler uma reportagem a sério sobre este concerto. Um bem-hajam a eles.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Acho que vou levar o meu melhor tacho

Eu pedi e o senhores da EIN fizeram-me a vontade.
É certo que não são os AF mas para cantar em coro servem perfeitamente.
E espero que da próxima vez não sejam precisos 2 anos para me fazer a vontade.



Site oficial
Port O'Brien no MySpace

domingo, 25 de abril de 2010

Cumprindo a minha parte no "Sempre"

Pão de muita coisa

Com o colesterol e o ponteiro da balança em máximos históricos, chegou a altura de pôr fim à tendência neoliberalista da minha alimentação, impondo mais regulação no sector dos morfes. Entre as várias medidas tomadas está a substituição do pão de trigo que habitualmente confeccionava, por um outro mais rico em fibra. Depois de uma primeira tentativa bem sucedida, mas onde não anotei o que fui metendo para dentro da cuba da máquina do pão, chamei a minha ajudante para me auxiliar na preparação do exemplar da foto, anotando todos os ingredientes e respectivas quantidades. Ora, segundo ela:


Para quem não percebe a letra, ou quiser fazer copy/paste.

Ingredientes

Alfarroba – 120g
Aveia (grão inteiro) – 50g
Centeio (grão inteiro) – 50g
Sésamo (sementes) – 20g
Linhaça (sementes) – 20g
Girassol (sementes) – 20g
Farelo de trigo – 30g
Gérmen de trigo – 30g
Pinhão – 20g
Farinha tipo 65 - 450g
Fermento de padeiro (pó) – 1g
Sal – 5g
Água – 500ml

Preparação

Numa picadora ou num moinho (eu utilizei a bimby), triture a alfarroba a aveia e o centeio até obter uma farinha de moagem grosseira. Junte aos restantes ingredientes sólidos na cuba da máquina do pão. Mexa com uma colher de pau para homogeneizar a mistura. Adicione a água. Seleccione Programa 3 (pão integral) – Cor escura – Nível II. Depois de terminado o programa, deixe arrefecer meia-hora e desenforme. O resultado deverá ser mais ou menos este


Já na fase de prova.
- Olha, até está bom!
- Pois está!
- E agora, que nome lhe vamos dar?
- Nome...?
- Sim, o outro que o pai fazia era pão de trigo porque só levava trigo. Este como leva alfarroba, centeio, aveia, sésamo...
- Então, chamamos-lhe pão de muita coisa!
- Boa!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Sonic Youth @ Coliseu dos Recreios

Dentro de mim, há um jovem sónico amassadinho de satisfeito.





PS - Quando for grande quero ser a Kim Gordon.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Sleeping my day away

Sou rapaz pouco dado a insónias mas quando as tenho há um soporífero que se revela invariavelmente eficaz: o toque do despertador.

O Dominó Preto, de Florbela Espanca

segunda-feira, 19 de abril de 2010

domingo, 18 de abril de 2010

Ciclista


Depois de algumas sessões de treino, pode-se dizer que o Pirralho aprendeu hoje a andar de bicicleta. Os arranques e as paragens ainda requerem algum treino extra, mas nada que tenha impedido o brotar de mais um rio de baba por estas bandas.

sábado, 17 de abril de 2010

Letters from Iwo Jima

Oquestrada @ Aveiras de Cima

Ai... Como é que diz o ditado? Pérolas... Ou será diamantes?
E sei que mete bichos também... Patos ou javalis ou lá o que é...
Chatisse! Preciso mesmo desta expressão para escrever sobre este concerto.


sexta-feira, 16 de abril de 2010

A sombra do que fomos, de Luis Sepúlveda

«Aos velhos só nos resta Carlitos Santana», pensou o veterano. E lembrou-se de outro velho que há quarenta anos teve o mesmo pensamento, com a diferença de um apelido, e que o disse enquanto lhe servia um copo de vinho.
- Aos velhos só nos resta Carlitos Gardel, à saúde do morocho - suspirou então o seu avô, olhando com nostalgia para o vinho cor de rubi.
Isso foi tudo, recordou o veterano. No dia seguinte, o avô estoirou os miolos com uma Smitth and Wesson de calibre trinta e oito especial, a mesma arma que manteve durante décadas bem limpa e lubrificada, com os seis projécteis no tambor, envolta num pedaço de feltro vermelho e preto resistente à humidade, às traças e ao esquecimento.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Thor

Parece que cócegas no cérebro é maleita contagiosa. Um dos colegas envolvidos nisto, veio ter comigo propondo-me o seguinte:
- A empresa tem um armazém num local algo isolado, onde se guardam materiais de valor considerável.
- Sim...
- Esse armazém só está guarnecido nos dias úteis, das 8:00 às 17:00, pelo que, apesar do sistema de alarme é, esporadicamente, alvo de visitas dos amigos do alheio.
- Sim...
- Falei com o chefe para se contratar serviços de vigilância humana...
- E...
- Nada feito. Diz que a vidinha anda pela hora da morte.
- OK, e qual é a ideia?
- Um cão.
- Espaço?
- Enorme e vedado.
- Quem toma conta do cão... limpeza... banhos?
- Eu e malta do armazém.
- Comida?
- Já tratei. Fulano patrocina.
- Casota?
- Sicrano faz.
- E onde é que eu entro nisso?
- Bom, você apadrinhava a ideia junto do Director e... arranjava-nos o cão.
Ou seja, basicamente precisavam do gajo dos contactos. A parte do Director foi fácil. Basta mencionar as palavras mágicas “sem custos para a empresa” e a carta é praticamente branca. Faltava o cão. Dois ou três telefonemas e estava a ser simpaticamente recebido na Focinhos & Bigodes. Depois de algumas conversas, consumou-se a adopção, ou será melhor dizer contratação, de um cachorro com cerca de um ano, que foi encontrado a agonizar numa lixeira com uma fractura exposta numa pata, tinha ele na altura seis meses. Agora, totalmente recomposto e com ótimo aspecto é o meu mais recente colega. Apresento-vos o Thor.

E o seu posto de trabalho.

Sean Riley and the Slowriders - Only Time Will Tell



A ideia era ir lá só para comprar o bilhete para o concerto de Foge Foge Bandido. Acontece que a FNAC contrata pessoas más para estudarem os hábitos de consumo dos seus clientes, com o intuito de lhes extorquir a maior quantidade de dinheiro possível. Pois da minha experiência o que posso dizer é que o fulano contratado para estudar os meus hábitos de consumo é um mercenário exímio e tem a lição muito bem estudada, pois sempre que entro numa FNAC, toda a loja está organizada para me fazer saltar aos olhos coisas que eu simplesmente tenho que ter. Desta feita, estava eu na fila da bilheteira de espectáculos, depois de lá ter chegado em passo apressado, sempre de olhos pespegados no chão, mentalizado de que só iria comprar a porra do bilhete, quando numa fracção de segundo de distracção, olho para o lado e lá estava ela, uma espécie de obra-prima do fulaninho aquele, em formato LP. Mas como será que ele sabe que eu ando... digamos, muito sensível a tudo o que é bolacha de vinil? Como é que sabe que eu gosto de Sean Riley, de quem tenho o primeiro álbum autografado por toda a banda? O que é certo é lá estava ele bem à altura dos meus olhos, o último álbum de Sean Riley and the Slowriders em destaque numa prateleira de CD (atente-se no pormenor), ainda por cima numa edição especial, limitada a 500 unidades numeradas, com disco de 180g, em vinil verde e autografada à mão por toda a banda. Dá para resistir? Pois é claro que não deu.

Sean Riley ant the Slowriders no MySpace


sábado, 10 de abril de 2010

- Catarina, tira uma fotografia ao hospital!


Gostou de ser bombeira, repórter fotográfica, médica e de ter confeccionado o seu almoço. Não gostou de ser cabeleireira. Também não achou piada a tudo o que envolvesse gastar dinheiro. Forreta como só ela, conseguiu trazer mais dinheiro (de brincar) para casa do que aquele que lhe deram à entrada, mesmo havendo mil e uma coisas onde o gastar e podendo trocar o que lhe restasse por bugigangas, no final. "Deixa estar mãe, assim quando cá voltar já tenho mais dinheiro".

Por este andar, quando lá voltar vai ser como accionista da Kidzania.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Ovos da Páscoa

- Estou.
- Olá pai.
- Olá filha. O que é que andas a fazer?
- Vim agora da escola. Foi a reunião para a professora dizer as notas.
- E então…?
- Tive Muito Bom a tudo!!! Os meus ditados não tiveram nenhum erro e até a ginástica tive Muito Bom!
- Linda menina! Estou muito feliz, assim é que é! Muitos parabéns!
- Obrigada!
- E a mãe?
- Está ali a chorar…
- Hã?
- … de felicidade.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Mamma Mania

Foi o Blu-Ray que estreou as novas funcionalidades do sistema AV e num instante tornou-se no último vício multimédia do Pirralho. Sabe as músicas (que também já moram no seu mp3), decorou as coreografias e, apesar de não perceber 98% do que é dito no filme, conhece todo o enredo. E claro, ela é a Sophie. Por aqui atravessa-se uma Abbamania aguda mas não há quem se importe.


Meryl Streep - Dancing Queen from Mamma Mia
Enviado por gokhanh. - Veja mais vídeos de musica, em HD!

terça-feira, 16 de março de 2010

Malandro, de Chico Buarque

A bolacha que tem rodado por estes dias. Vai fazer 31 anos e foi mais um dos que vieram no enxoval musical de Mrs. Crama. Foi lançado em 1979 e era composto pelas músicas da peça musical Ópera do Malandro que estreara um ano antes. Mais informação aqui.


segunda-feira, 15 de março de 2010

"Vai pagar com dinheiro ou cartão?"

Esquecer-me da carteira já não é mau. Mas bom, bom é esquecer-me que me esqueci da carteira.

sexta-feira, 12 de março de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

Jardineiro

Começou como uma cocegazinha no cérebro. E foi crescendo. Às tantas, a comichão era tanta que tive de lhe dar caminho. Ponto de partida. Há um jardim que custava à empresa 1200€ por mês. O contrato de manutenção foi rescindido e o espaço ameaça deteriorar-se rapidamente. Ideia. Reunir um grupo de voluntários para cuidar do jardim. No mínimo seis, para a máquina poder arrancar. Além disso era preciso que fossem dos melhores e principalmente de confiança. A minha equipa portanto. Havia muito pouco por onde falhar. Talvez só a parte do “ok, preciso de voluntários para virem trabalhar como jardineiros, aos sábados e/ou domingos (não todos, atenção). Ah! E esqueci-me de dizer: de borla.” Penso que o “não todos” foi um forte argumento. Doze convites feitos entre algumas vidas complicadas. Resultado, aceitaram dez. Comigo onze. Proposta para a frente. Aguarda-se resposta. Entretanto, onde é que se tira a carta de corta-relvas?

terça-feira, 9 de março de 2010

Agora que penso nisso...

... o júri dos Cramalheiras de Oiro talvez não tenha sido totalmente justo.

Já agora...

... senhores da EIN, se fazem o favor.
Ando com saudades destes senhores.
Ando com saudades de cantar num coro.

Sónia, gramava de uma cena... (nova versão)



Optimus Alive - 9 de Julho
Skunk Anansie (Palco Optimus)

Abrindo uma nova janela


Parece um post igual a todos os outros mas não é. Começou por ser um ficheiro .odt em vez de um .doc, ou seja, difere na origem, na plataforma onde foi produzido. Depois de um vírus me ter obrigado a formatar o disco do PC, decidi finalmente dar uma oportunidade ao software de distribuição livre, tendo optado pelo sistema Ubuntu/OpenOffice/Mozilla. Primeiras impressões: UAU! Segundas impressões: tudo funciona e tudo é mais rápido (bem mais rápido). Internet, mail, aplicações de escritório, filmes, fotografias, inclusive ficheiros que estão na partição do Windows, tudo é aberto e tudo pode ser editado... Sem esquecer aqueles dois pormenorzinhos: crashes=0 e cash=0.
Costuma-se dizer que a cavalo dado não se olha o dente, pois a este pode-se olhar, mandar analisar, dissecar, o que quiserem, que pelo que vi, é um puro sangue e em perfeita forma.

domingo, 7 de março de 2010

domingo, 28 de fevereiro de 2010

O meu primeiro bailado




- Então filha, estás a gostar?
- Estou a gostar do tamanho do mundo!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Teletrabalho

A parte boa é que me levantei às 8:00 e às 8:30 já estava à secretária a trabalhar.
A parte má é que o chefe não sabe disso.
A parte boa é que, num dia, fiz o trabalho de três.
A parte má é que não tenho mais 2 dias de férias por causa disso.
A parte boa é não precisar de fazer 100km para reunir com os colegas do grupo de trabalho.
A parte má é ter o PC e o telefone de casa ocupados toda a manhã e ter de subir 17 degraus sempre que quero falar ao telemóvel.
A parte boa é que estou em casa quando o Pirralho chega da escola.
A parte má é convencê-la que o pai precisa de trabalhar e não pode brincar com ela.
A parte boa é que almoço em casa.
A parte má é que se fizesse isto todos os dias perdia as açordas do Sr. F.
A parte boa é que, em casa, tenho uma “secretária” que me pode trazer o 2º pequeno-almoço, ou um cafezinho, sempre que me apetece.
A parte má é que não tenho os 12 colaboradores que realmente fazem tudo o que eu mando, ao contrário da “secretária”.
A parte boa é que posso trabalhar a partir de casa sempre que assim o entendo.
E a parte mesmo boa é que saio para trabalhar com o mesmo prazer com que trabalho a partir de casa.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O plano A é o seguinte

- Sabes mãe, eu tenho dois sonhos.
- Ai é filha! Quais são?
- Um é ter o cabelo por aqui – apontando com a mão o fundo das costas.
- Esse está quase.
- Pois está.
- E o outro?
- O outro é ter uma quinta a sério.
- Bom, esse é muito mais difícil…
- Mas eu tenho uma maneira de resolver.
- Ai sim!? Qual é?
- Nós podemos fazer batota!
- Batota! Como assim!?
- É fácil! Nós pomo-nos ao lado de uma pessoa que tenha ganho o Euromilhões… e COPIAMOS!!!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010