quinta-feira, 29 de julho de 2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

sábado, 3 de julho de 2010

O Thor veio passear o Pirralho

No fim-de-semana passado visitámos o meu colega Thor, na sua casa/posto de trabalho. Agora foi a vez dele nos fazer uma visita. O Pirralho, quando não está a ser arrastada pelo rafeiro mais meigo do mundo, tem um sorriso de orelha a orelha.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Regina Spektor @ Cooljazzfest - Cascais

- Mais um post sobre a menina Spektor? – Perguntam os meus amiguinhos.
(Nota: Não sei se estão a perceber que eu, com os meus fenomenais poderes paranormais, consigo captar e transcrever todos os vossos pensamentos.)
- É verdade, é verdade. – Respondo eu sempre incansável na minha tarefa de vos azucrinar o juízo.
- Então conta lá, como é que foi?
- Querem mesmo saber? Olhem que eu não me responsabilizo!
- Quer dizer, querer não queremos mas tu vais contar na mesma.
- OK, como vocês disfarçam muito mal essa curiosidade entusiasmada que vos corrói as entranhas, cá vai. Foi assim bom mas em gigante vezes infinitos elevado ao exponencial de bué factorial. Tunga! Vá, agora não se queixem.
- Eish, cum camandro!
- Pois eu sabia que vocês iam ficar assim.
- Mas, conta lá como é que foi.
- Bom isso é que já não pode ser. É que acho que cheguei a um patamar em que falar sobre um concerto de Regina Spektor pode pôr em risco o meu casamento. É verdade, deixei de ser o gajo-que-faz-4000km-para-ver-a-Regina-e-que-pode-pôr-em-risco-o-seu-casamento-quando-fala-dela para ser o gajo-que-faz-200km-para-ver-a-Regina-e-que-pode-pôr-em-risco-o-seu-casamento-quando-fala-dela. Estou muito desgostoso com este downgrade do meu nível de "fãzisse". É certo que para me compensar, a organização do Cooljazzfest fez questão que eu passasse do nível gajo-que-dá-20€-para-ver-Regina para o nível gajo-que-dá-35€-para-ver-Regina. Curiosamente não me sinto particularmente feliz por esta promoção. Também não desci ao ponto de ser apenas um fã que sabe as letras de todas as canções, inclusivamente a parte em russo da Après Moi, e que vai para o concerto cantá-las naqueles lugares mesmo, mesmo em frente ao palco, obtidos à custa de 2 horas passadas em pé, ao frio e ao vento. Por Deus, não! A mim nem me passa pela cabeça abrir a boca quando a Regina emite qualquer tipo de som, nem que seja um espirro quanto mais com ela cantar… Bem, na verdade tenho de confessar que houve ali duas ou três músicas em que não me contive. Mas foram apenas meia dúzia de segundos em que conspurquei as ondas sonoras produzidas pela Regina com as da minha própria produção. De qualquer forma prometi a mim mesmo que não se volta a repetir. Outra coisa curiosa é que um concerto de Regina Spektor, sendo algo que pode pôr em causa o meu casamento, é também O concerto ao qual Mrs. Crama faz questão de me acompanhar… (Hummm… Agora que penso nisso… Não, não, nada a ver!) Dizia eu que, para os concertos de Regina Spektor, contarei sempre com a companhia de Mrs. Crama, naquilo que é uma rara comunhão de interesses musicais. Assim sendo, posso assegurar que poder estar ali juntos, de mãos dadas, a ouvir músicas como “Samson” ou “Us”, compartilhando aquele imenso prazer, traz infinitamente mais riscos ao meu divórcio, do que ao meu casamento. E com isto deixem-me terminar este nosso parlapiêsito que eu prometi não falar do concerto e já me estou para aqui a espalhar. Se querem saber mais, espreitem aqui e fiquem com os vídeos.







quarta-feira, 30 de junho de 2010

sábado, 26 de junho de 2010

Da vizinhança

Um amigo do Wally decidiu fazer-nos uma visita.


Ao contrário do nosso inquilino de há uns tempos, que apareceu desidratado e magro, este estava em melhores condições, gordinho e bastante activo.

Isso acelerou o processo de devolução à natureza do nosso amiguinho verde. É que manter duas Hylas, para além de ilegal, é bastante complicado! Principalmente a parte da alimentação, que obriga à captura diária de bichinhos (moscas, lagartas, larvas...), pois suas excelências só comem alimentos vivos.
Após um passeio pelas redondezas e encontrado um bom local...

Adeus!

Entretanto, no mesmo dia em que nos despedimos das rãs, este bonito rabirruivo-preto(?), que canta belas serenatas na hora de recolher, decidiu fazer do terraço o seu refúgio nocturno.

E pelos vistos gostou tanto dos seus aposentos que voltou.
A ver se marco uma reunião de condóminos para lhe explicar as regras do prédio.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Pirralho superstar

Havia outras músicas no repertório que eu preferia que ela cantasse mas foi a “Machadinha” que calhou em sortes. Valeu a experiência, o dia fora do normal e o DVD para mais tarde recordar.

domingo, 20 de junho de 2010

The Hurt Locker


E o Oscar de desilusão do ano vai para...

sábado, 19 de junho de 2010

Uma aventura na estrada

- O que aconteceu? Por que é que parámos?
- A mota avariou.
- Avariou!? E agora?
- Vou tentar arranjá-la.
- E se não conseguires?
- Para já não vamos pensar nisso.
Passados 10 minutos.
- Nada feito.
- E agora?
- Vamos ter que ficar aqui.
- A dormir?
- Possivelmente.
- E onde é que eu durmo?
- Tu podes dormir dentro do sidecar. Eu fico a vigiar.
- E o que vamos comer?
- Não sei. Tenho de ver se caço alguma coisa.
- Boa! Enquanto isso vou apanhar umas ervinhas para acender uma fogueira. E é melhor construirmos uma cabana...
- Pensando melhor... - tirando o telemóvel da bolsa – Vou ligar à mãe para nos vir buscar.
- Óóóóó!
- Viver no século XXI não tem graça nenhuma, pois não?

sexta-feira, 18 de junho de 2010

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Do alto de Aldeia Nova vê-se uma ilha em claro*


"No horizonte, essa angulosa Almeida parecia tanto de fantasia como a guerra em que ela tinha o papel principal. Na verdade, era como se da planície, entediada da extensão de areia e pedra, emanasse uma ilha, à semelhança do que há muito se viu o mar fazer."

Hélia Correia, in Lillias Fraser

* - Xô égua!

terça-feira, 15 de junho de 2010

No surprises please



Os bilhetes já cá moram, não fosse o diabo tecê-las. Agora só espero ficar bem lá na frente, como aconteceu da outra vez, para poder ouvir todos os pianíssimos e todos os murmúrios. Espero também que o concerto não tenha surpresas, pois se as houver serão certamente negativas. É que da menina Regina, fruto de tanto a ouvir em disco e em actuações ao vivo, espero sempre e só o melhor.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Galinha Árabe

Após um arranque tipo blitzkrieg, a dieta entrou numa espécie de velocidade de cruzeiro, permitindo-me agora, de tempos a tempos, alguns devaneios. Foi o caso de hoje, em que uma galinha caseira, daquelas criadas a milho e couves, serviu de mote a uma facadinha calórica. Mais do que justificado digo eu, que cada vez mais tenho saudades daquelas carnes que realmente sabiam a carne. A inspiração para este prato fui buscá-la aqui, no entanto, como se pode constatar, decidi inventar um pouco. As alterações efectuadas foram, quanto a mim, todas positivas. Apenas se perdeu algum efeito estético na relação arroz de açafrão (amarelo) / milho (também amarelo). Se repetisse agora, talvez trocasse o milho por ervilhas, para um melhor efeito visual. Mesmo assim, quem provou, aprovou.

Ingredientes
1 galinha do campo
400g de arroz agulha
285g de milho doce
150g de amêndoa laminada
100g de pinhão
185g de cogumelos laminados
100g de passas escuras
100g de passas claras
1dl de vinho do Porto
50g de manteiga sem sal
2 cebolas grandes
4 dentes de alho
1 malagueta pequena
1 folha de louro
Tomilho, alecrim, pimenta preta, açafrão, sal q.b.

Preparação
Duas horas antes de começar a confeccionar o prato, colocar as passas (claras e escuras) numa tigela, juntar o vinho do Porto e deixe embeber.
Colocar a galinha numa panela de pressão, temperar com tomilho, alecrim, sal e pimenta, juntar uma das cebolas inteira, dois dentes de alho esmagados e a malagueta. Cobrir com água e levar a cozer durante 40 minutos. Depois de cozida a galinha, desfiar. Filtrar e reservar o caldo da cozedura.
Numa panela, misturar meia parte de água com meia parte de caldo de galinha, pôr ao lume e deixar levantar fervura. Juntar uma colher de sobremesa de açafrão, o arroz e temperar de sal. Quando o arroz estiver quase cozido, juntar o milho cozido, metade dos pinhões, das amêndoas e por fim metade das passas. Deixar acabar de cozer o arroz,
Cortar uma cebola às rodelas e levar a refogar em azeite, juntamente com dois dentes de alho picados. Quando a cebola estiver macia, juntar a galinha desfiada e os cogumelos. Se necessário juntar também um pouco de caldo.
Num tabuleiro, colocar primeiro a galinha com a cebola e os cogumelos, seguida do arroz e como cobertura os restantes pinhões, amêndoas e passas envolvidos previamente na manteiga derretida. Levar ao forno a tostar ligeiramente.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

PK 102


Ver um pendular parado mais de uma hora na "minha" estação é sempre sinal de más notícias. Hoje infelizmente a notícia foi a pior possível.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

terça-feira, 1 de junho de 2010

domingo, 30 de maio de 2010

Obrigado

“Informamos que na sua loja foram recolhidos: Sábado=681Kg; Domingo=707Kg. Total = 1.388Kg. Total Campanha [área de Lisboa] = 491.141Kg. Obrigada por alimentar esta ideia. BA”


sexta-feira, 28 de maio de 2010

I want you(r food)


Amanhã, juntamente com um punhado de pessoas, vou tentar bater um recorde. Para isso tenho de ajudar a recolher mais de 1,154 toneladas de alimentos, que foi a quantidade recolhida no ano passado naquele estabelecimento comercial.

Se me quiserem ajudar a bater este recorde (beneficiando de um atendimento altamente especializado e atencioso, cof, cof) informo que vou estar no Pingo Doce da Estação de Santa Apolónia, entre as 17:00 e as 20:00 horas, nos dias 29 e 30. Apareçam.
Se quiserem passar noutro horário, ou visitar outro estabelecimento, com certeza serão tão, ou melhor, atendidos.

Aproveitando para informar quem ainda não sabe.

O QUE É O BA?
O Banco Alimentar é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS). Não tem fins lucrativos. É um trabalho de voluntários. Não depende do Estado nem da Igreja.

PARA QUE SERVE?
O BA serve para lutar contra o desperdício de alimentos, aproveitar os excedentes de produção e as ofertas de particulares e empresas, fazendo chegar os produtos às pessoas mais carenciadas.

COMO FUNCIONA?
O BA recolhe alimentos, armazena, controla a qualidade e distribui a quem mais precisa, através de outras Instituições.

COMO ALCANÇA ESTES OBJECTIVOS?
Contando com o trabalho voluntário de muita gente e com a generosidade das pessoas e empresas. Visitando as Instituições que distribuem os alimentos e fazendo a correcta avaliação das suas necessidades.

ÁREA GEOGRÁFICA ABRANGIDA?
Neste caso a área da Grande Lisboa. Existem mais 15 Bancos Alimentares a funcionar nas zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Braga, Coimbra, Cova da Beira, Évora e Beja, Leiria-Fátima, Lisboa, Oeste, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal e S.Miguel, congregados na Federação Portuguesa dos BAs

O QUE É A CAMPANHA AJUDA –VALE?
É uma nova modalidade de campanha, organizada em todas as cadeias de distribuição, em simultâneo com a campanha tradicional, que se prolongando por mais uma semana. As pessoas fazem a sua doação através de um vale que representa um determinado produto com um código de barras especial. A própria cadeia de distribuição encarrega-se da entrega dos produtos no BA da região.

POSSO ACEITAR DOAÇÕES EM DINHEIRO?
Só é possível aceitar cheques em nome de Banco Alimentar Contra a Fome. Os vales da Campanha Ajuda Vale dão lugar à emissão de um recibo se acompanhados com o talão de caixa.

Eu hoje acordei assim...

... mas no meu caso é o relvado que tem lombas.

terça-feira, 25 de maio de 2010

sábado, 22 de maio de 2010

Sean Riley and the Slowriders @ C. C. do Cartaxo

Ao contrário deste, não há fotos nem vídeos.
Só a memória de um excelente concerto.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

The Imaginarium of Doctor Parnassus


Guess what?

Quero este livro, já!

Jardineiro #2

Para mal dos meus pecados, esta ideia foi aprovada e agora, volvido que está o primeiro dia de acção no teatro das operações, tenho uma boa e uma má notícia. A boa é que confirmei que é possível. A má é que vai dar muito, mas mesmo muito, mais trabalho do que eu imaginava. É que a maior parte das pessoas tem uma imagem muito deturpada dos jardins - aquela treta do “ah e tal, o verde, a tranquilidade, o ar livre...” – e da jardinagem – “então é quase como de fosse um desporto, praticado num espaço agradável, exercício moderado, queimas umas calorias...” Esqueçam. A jardinagem é uma espécie de purgatório na terra. Hoje por exemplo. Após quatro horas levadas quase à exaustão (a minha entenda-se), a ouvir o ruído infernal de maquinetas e, ainda por cima, debaixo da maior esturrina do ano, ganhei dores que nem sei bem de que parte do corpo vêem e um bronze (é mais escaldão) à camionista, que dá para ir comer uma bifana numa roulote no Porto Alto sem ser discriminado. Resumindo, estou mais amassadinho que a reputação do nosso PM.
Mas que o jardim ficou bonito lá isso ficou!



quarta-feira, 19 de maio de 2010

Só para lembrar



29 e 30 de Maio.
É marcar na agenda, sff.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Melhorando o rating

Em 30 dias de implementação do PEC (Plano de Estabilização do Colesterol) os resultados não podiam ser mais animadores. Recorrendo apenas a dieta e mezinhas caseiras, sem qualquer tipo de medicação portanto, o colesterol regrediu de uns pré-catastróficos 296mg/dl para uns quase exemplares 186mg/dl. E de bónus ainda perdi 5kg. Ou seja, para estar tão saudável como quando tinha 20 anos só me falta voltar a fumar.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

domingo, 9 de maio de 2010

Finalmente


Regina Spektor no CoolJazzFest
Cascais
1 de Julho de 2010 - 21h00

Too big to fail

sábado, 8 de maio de 2010

terça-feira, 4 de maio de 2010

sábado, 1 de maio de 2010

Desde 1995


Por aqui, há 15 anos que o dia do Trabalhador também é o dia do Namorador.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Port O'Brien @ Santiago Alquimista

- São 21:00 horas.
- Cheguei a Alfama e estacionei a 30m do Santiago. Pensamento: Andar de mota rulez.
- Carrego uma mochila, um capacete e um blusão. Pensamento: Ir a concertos de mota sucks big time!
- Chega o amigo que veio de carro. Pensamento: O meio de transporte ideal é mota + carro de apoio.
- Amigo compra bilhete. Entramos. Santiago às moscas. Passamos ao denominado “pôr a conversa em dia”.
- Amigo tem fome. Saímos. Lisboa está tão às moscas quanto o Santiago.
- A cerveja fora do Santiago é mais cara. Mas o que é que estamos aqui a fazer!?
- Regressamos ao Santiago. Perdemos os Carcrashlander. O duo passa trio. Passamos ao denominado “pôr a conversa em dia”, outra vez.
- Os Port O'Brien são 4 e uma capa.
- O som não está perfeito mas o Santiago Alquimista continua a ser a minha sala de concertos preferida.
- Port O'Brien sem Cambria é bom, mas não é a mesma coisa.
- Van Pierszalowski & Cia. estão empenhados em provar que um concerto para uma sala quase vazia não tem de ser algo necessariamente mau. E estão a conseguir.
- Entre duas músicas, Van Pierszalowski pergunta se o pessoal é de ir para a cama cedo, ou se somos de andar na borga até de madrugada. Respondo-lhe: It's up to you.
- O concerto está a chegar ao fim. Tenho de começar a afinar a garganta.
- Van Pierszalowski pede à assistência para subir ao palco. Eu avisei que me apetecia cantar em coro. Hmmm... Talvez isso explique a fraca assistência.
- Estou a cantar com os Port O'Brien para uma plateia vazia. Lindo!
- Não há ninguém a filmar. Fixe! Isto nunca poderá ser usado contra mim em tribunal.
- "All We Could Do Was Sing" em vinil: 15€. Autógrafo do Van Pierszalowski enquanto se conversa sobre pesca, Alaska, salmão, varicela, Lisboa, um quarto com vista, a tour, o cansaço das viagens, pegadas de carbono, etc... priceless.
- Tenho 5 horas para dormir, os ouvidos a zunir e estou quase sem voz. Mas amanhã tenho a certeza de que vou acordar in a very special way.
- São 1:30 horas.


As fotos de baixo são uma cortesia do Ponto Alternativo, onde também se pode ler uma reportagem a sério sobre este concerto. Um bem-hajam a eles.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Acho que vou levar o meu melhor tacho

Eu pedi e o senhores da EIN fizeram-me a vontade.
É certo que não são os AF mas para cantar em coro servem perfeitamente.
E espero que da próxima vez não sejam precisos 2 anos para me fazer a vontade.



Site oficial
Port O'Brien no MySpace

domingo, 25 de abril de 2010

Cumprindo a minha parte no "Sempre"

Pão de muita coisa

Com o colesterol e o ponteiro da balança em máximos históricos, chegou a altura de pôr fim à tendência neoliberalista da minha alimentação, impondo mais regulação no sector dos morfes. Entre as várias medidas tomadas está a substituição do pão de trigo que habitualmente confeccionava, por um outro mais rico em fibra. Depois de uma primeira tentativa bem sucedida, mas onde não anotei o que fui metendo para dentro da cuba da máquina do pão, chamei a minha ajudante para me auxiliar na preparação do exemplar da foto, anotando todos os ingredientes e respectivas quantidades. Ora, segundo ela:


Para quem não percebe a letra, ou quiser fazer copy/paste.

Ingredientes

Alfarroba – 120g
Aveia (grão inteiro) – 50g
Centeio (grão inteiro) – 50g
Sésamo (sementes) – 20g
Linhaça (sementes) – 20g
Girassol (sementes) – 20g
Farelo de trigo – 30g
Gérmen de trigo – 30g
Pinhão – 20g
Farinha tipo 65 - 450g
Fermento de padeiro (pó) – 1g
Sal – 5g
Água – 500ml

Preparação

Numa picadora ou num moinho (eu utilizei a bimby), triture a alfarroba a aveia e o centeio até obter uma farinha de moagem grosseira. Junte aos restantes ingredientes sólidos na cuba da máquina do pão. Mexa com uma colher de pau para homogeneizar a mistura. Adicione a água. Seleccione Programa 3 (pão integral) – Cor escura – Nível II. Depois de terminado o programa, deixe arrefecer meia-hora e desenforme. O resultado deverá ser mais ou menos este


Já na fase de prova.
- Olha, até está bom!
- Pois está!
- E agora, que nome lhe vamos dar?
- Nome...?
- Sim, o outro que o pai fazia era pão de trigo porque só levava trigo. Este como leva alfarroba, centeio, aveia, sésamo...
- Então, chamamos-lhe pão de muita coisa!
- Boa!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Sonic Youth @ Coliseu dos Recreios

Dentro de mim, há um jovem sónico amassadinho de satisfeito.





PS - Quando for grande quero ser a Kim Gordon.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Sleeping my day away

Sou rapaz pouco dado a insónias mas quando as tenho há um soporífero que se revela invariavelmente eficaz: o toque do despertador.

O Dominó Preto, de Florbela Espanca

segunda-feira, 19 de abril de 2010