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domingo, 30 de novembro de 2014

EVOA






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sábado, 15 de outubro de 2011

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Também não há festa como esta


Festas do Povo - Campo Maior

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

sábado, 20 de novembro de 2010

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

domingo, 4 de abril de 2010

domingo, 18 de outubro de 2009

sábado, 17 de outubro de 2009

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

domingo, 2 de agosto de 2009

terça-feira, 5 de maio de 2009

México

É verdade, já cá estou. Nem assim se vêem livres de mim. Pois é, estou de volta, pouco são mas salvo. Sim, pouco são, porque aquilo no México é vírus atrás de vírus. Esse tal do A(H1N1) não o vi, não deu tempo, mas de outros que tais, não me livrei. Houve um que me fez engordar (mais) três quilos, vejam só o poder de devastação deste vírus! Bem que expliquei os sintomas ao técnico de saúde mas ele disse que teve a ver com burritos, chilies, cochinitas, guacamoles, quesadillas… Eu, por mim, tenho a certeza que foi um vírus e agradecia para rápido a respectiva vacina. Houve outro que me atacou as mãos e que me fazia aparecer uma espécie de hematomas, assim em forma de mojitos. Novamente me disseram que não era caso para alarme, que era uma questão de ir bebendo o líquido que se formava no hematoma. Contra minha vontade também consegui curar esta infecção, já mesmo à saída do hotel a caminho do aeroporto. Havia ainda um vírus que atacava na zona da praia e nas piscinas e que punha a temperatura da água a 27ºC! Bem, nem imaginam! Era ver os turistas a entrarem dentro de água e a caírem que nem tordos. Aguinha pelo joelho, tumba, já daí não sais! Acho que se não me arrastassem para fora de água, por esta altura já tinha guelras. E o vírus do sono que me fazia dormir doze horas por dia e descansar nas outras doze!? Bem, aquilo foi de tal maneira que agora vou estar 7 dias em casa para recuperar. Ah pois é! A entidade patronal acha que eu devo ficar em casa a descansar sete dias, sossegadinho, que é para não me cansar! Até que enfim que perceberam a necessidade da quarentena quando se vai de férias para sítios destes! Uma pessoa não pode passar de uma vida daquelas e no dia seguinte reuniões, centros de custos, auditorias e o raio que os parta a todos… é muito violento, o corpo não aguenta! Só acho que 7 dias é capaz de ser pouco. Quarentena, como o nome está mesmo a dizer, deviam ser 40 dias. Mas vamos ver como é que coisa evolui e depois logo se vê. Entretanto umas fotozitas para dar uma ideia da devastação que foram estas férias.

domingo, 15 de março de 2009

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Setúbal...

... ou o designado: ir namorar para fora, cá dentro...

sábado, 29 de novembro de 2008

London



Pois é! Já cá estou, cheio de pena por não ter ficado lá mais uns dias. Tanta coisa que ficou por ver! Londres parece inesgotável. Quanto mais se conhece mais nos apercebemos de coisas que não vamos conseguir ver ou fazer. E não estou só a falar dos monumentos ou de atracções para turista ver. Estou a falar de andar de double-decker, beber pints nos pubs, tomar o chá das cinco ou uma refeição em espaços todos “trendy”, usufruir daqueles parques maravilhosos, apreciar o humor que põem na mais pequena conversa… Ai, ai! Que belos dias se podem passar em Londres! Infelizmente o consumo de recursos (leia-se guito, money, argent…) corta pela raiz as hipóteses de prolongamento da estadia, ou regresso a curto prazo. De qualquer maneira, tenho quase como certo que será uma cidade onde hei-de voltar no futuro. Espero é, na altura, apanhar tão bom tempo como desta vez. Tirando a manhã de domingo, que começou com neve (sim, neve!) passando depois a chuva intensa, apanhámos quase sempre céu limpo ou pouco nublado. É claro que estava frio, muito frio, mas nesse aspecto íamos muito bem prevenidos. Com estas condições, deu para fazer aquilo que mais gosto nestas visitas: passear a pé. E como passeamos! Acho que fizemos mais de 100km nos dias que lá estivemos. Chegávamos estafadíssimos ao hotel mas era aquele cansaço que sabe bem, por sabermos que foi proveitoso. É aquela velha máxima do “quem corre por gosto não cansa”. E depois houve o concerto dos I’m from Barcelona que foi… nem sei como descrever… foi uma festa, uma festa no mais profundo sentido da palavra, alegria em estado puro. Os janados daqueles suecos realmente sabem pôr pessoas bem dispostas como ninguém. E não é só a música, pop-rock adocicado e saltitão, que é responsável por isto, é também a alegria e satisfação sinceras que se percebem na sua actuação, é a facilidade com que interagem com o público, deixando claro que não há nenhuma barreira entre palco e plateia, que toda a sala é “party territory” destinado a ser usufruído por todos sem regras nem tabus. É claro que isto também só é possível com uma boa “casa”, ou seja, com pessoas civilizadas mas que estejam predispostas a se divertirem despudoradamente o que foi o caso, tirando a fase “da vergonha” logo no início do concerto. Enfim… muito, muito bom! Para a Mrs. Crama, foi o melhor concerto de sempre. Ficou impressionadíssima. Eu tenho mais dificuldade em atribuir estes títulos absolutos mas se houvesse uns Crama de Ouro, dava-lhes o prémio “Não há festa como esta”. Por outro lado, também não fui apanhado tão de surpresa pois já tinha visto muitos clipes no YouTube e já desconfiava que a coisa se passava mais ou menos daquela maneira mas, mesmo assim, superou as minhas (altas) expectativas.
Ficam mais uns clipes da Crama TV, também conhecida pela YouSuck TV, dos momentos altos concerto.

Este é o momento em que o Emanuel chama uma aniversariante ao palco e com a Paper Planes faz entrar o concerto em full party mode.


Aqui a dupla Oversleeping/We're from Barcelona


A apoteose já no final com Treehouse


PS - A quem de direito: desculpa o déjà vu. :(

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

domingo, 19 de outubro de 2008

Marvão

Marvão. Terra de Maruan. A penthouse do Alentejo, donde se vêem as nuvens e as suas sombras. O local ideal para zerar o stressómetro. Ammaia. Recordar que este país já fez parte da superpotência dominante e no entanto... Portalegre, da Sé, da Porta da Deveza, das castanhas, do regresso feito sempre prazer… À mesa, juntar o delicioso ao agradável. Million Dollar Lips e Jay-Jay Johanson na Quina das Beatas, porque bons dias fecham-se com noites de ouro.