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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

There's a new fish in town


Ancistrus de seu nome. Na verdade não é um, são três. Cortesia de um amigo. (Tks!)
Agora é esperar que não sejam todos do mesmo sexo para ver se consigo uma postura de Ancistrinhos.
Por falar em postura, os camarões, esses, continuam a bombar. 
Nas fotos abaixo, duas fêmeas em fases diferentes de "gestação".



quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Meti água no emprego

Setup:
Dimensões: 38x33x33 (35 litros de água)
Filtro: Eheim Liberty 100
Iluminação: Calha PLC 36W
Aquecedor: 25W interno
Decoração:
- Areão de praia do Sul de Espanha
- Tronco de madeira
- Rocha vulcânica
- Musgo de Java (Vesicularia dubyana)
Fauna:
- 1 camarão* (Neocaridina ?)

* - Veio com o musgo de Java

terça-feira, 12 de maio de 2009

Passar o tempo

Aquário antes da manutenção...

... e depois

Reparando um furo

Fazendo uma moldura para um quadro


Fazendo um móvel.
Primeiro o esboço...


... depois o desenho...

... e por fim passando à prática.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Constatação

Tapete Cairo e aquários não combinam.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Grátis


Sabem onde é que podem encontrar pés de Vallisneria americana (natans) grátis, mas mesmo grátis, mesmo mesmo grátis, grátis que até chateiam de tão grátis que são, sabem, sabem?

Mail para o endereço no perfil.
Entregas em Lisboa na zona do Parque das Nações.

domingo, 1 de junho de 2008

A transferência

Antímio e Fofinha para o Fluviário de Mora. A transferência mais cara da época. Só eu sei quanto me custou comunicar ao Pirralho que dois dos seus “amiguinhos” iam sair de casa. Ironicamente o processo, que se iniciou vai para dois meses, consumou-se exactamente no dia da criança. De qualquer forma e como se costuma dizer: tudo está bem quando acaba bem. Os bichinhos mudaram-se para espaços maiores e têm agora a companhia de vários “amiguinhos”. Por outro lado, regressou-se ao Fluviário, o que é sempre um prazer, desta vez com direito a visita guiada às suas "entranhas" na companhia do seu biólogo coordenador. Um dia muito bem passado.



Para compensar ainda, à chegada a casa tínhamos à nossa espera um frasco contendo cerca de 30 camarões Neocaridina denticulata sinensis (Red Cherry), gentilmente cedidos pelo colega JM da sua criação pessoal, e que agora são a nova coqueluche do aquário principal.

segunda-feira, 24 de março de 2008

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Dão-se

Depois de uma manutenção aos aquários fiquei com várias plantas para dar.
Quem estiver interessado, por favor envie mail para o endereço indicado na barra lateral.
As entregas poderão ser feitas na Gare do Oriente, em Alfragide ou na Azambuja. Não faço envios pelo correio.

Anubias barteri var. nana
Microsorum pteropus (Feto de Java)
Vallisneria americana (natans)
Vallisneria nana

sábado, 17 de novembro de 2007

Antímio

Afinal a rã não se chama Eva. Chama-se Antímio e se o que dizem sobre este tipo de rãs é verdade, então o Antímio diz que vai chover.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

A Eva

Depois da Gertrudes, a Eva. Encontrada no balde, que tinha no exterior e onde tinha guardado as plantas resultantes da última poda feita no aquário. Trata-se de um Hyla arborea, já adulta, e aparenta estar em perfeitas condições de saúde.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

R.I.P.

- Oh pai! Por que é que a pele da rã secou?

- Porque esteve muito tempo fora do aquário.

- As rãs são como as sereias, não é pai? Não podem estar muito tempo fora de água.

- É isso filha.

- Sabes, eu acho que ela saltou do aquário dela porque queria ir para o aquário da Fofinha.

- Se calhar foi isso…

- Pois… só que o aquário da fofinha estava fechado e ela não conseguiu entrar, e a pele dela secou, e morreu, e agora é uma estrelinha no céu. Não é pai?

- É filha.

(…)

- Olha, sabes, agora que já não tenho uma rã, gostava de ter um cachorrinho com uma trela cor-de-rosa. Está bem pai?

domingo, 23 de setembro de 2007

Dá-se

Fetos de java (Microsorum pteropus) - várias mudas de pequena dimensão.










Musgo de Java (Vesicularia dubyana) - porção do tamanho de caixa de cd's.

Os interessados têm à disposição o e-mail ali à direita, ou os canais habituais.

E vão quatro

Enquanto não aparece a motivação para avançar para o plantado, aproveitou-se o material disponível, para fazer uma montagem destinada a alojar a Gertrudes.

Descrição:

Aquário 60x60x30
Filtro: Eheim 2208 (interno)
Aquecimento: nenhum
Iluminação: Fluorescente 1x15W 10000K
Volume de água: 30 litros
pH: 7,4
Decoração: areão, duas rochas basálticas e um pedaço de madeira
Flora: Fetos de Java (Microsorum pteropus)

A Gertrudes está óptima. Ao contrário do que supus inicialmente esta rã não é uma Xenopus laevis, mas sim uma Rana perezi, uma das mais comuns na Península Ibérica.
Os dedos decepados da pata traseira estão a crescer de novo, o que foi para mim uma surpresa, pois desconhecia esta capacidade das rãs.
Desde que foi apanhada no meio da estrada, totalmente desidratada, o principal problema com que me deparei foi a sua alimentação. Comida morta, nunca a vi comer, assim como nunca a vi caçar guppies dentro de água. Para os apanhar põe-se fora de água a observar as perturbações na superfície, e quando se apercebe de um peixe dentro do seu raio de ataque, salta para dentro de água. É impressionante a velocidade do ataque, no entanto é notório que não deve ter uma grande visão, reagindo sobretudo ao movimento. Só a vi apanhar assim um jovem guppie. Recentemente encontrei um alimento e um método que me resolveram o problema de alimentação da rã. Com a ajuda de uma agulha, enfio larvas de mosca (asticot comprado em lojas de pesca) numa linha e dou directamente à rã. De tal forma está habituada ao petisco que já nem foge quando me vê a mim e ao pirralho na hora da refeição, e o ganho de peso foi notório.
Entretanto com a passagem da rã para a nova casa, a Fofinha regressou à tartarugueira. O tempo começa a arrefecer, pelo que se mantivesse o cágado no exterior corria o risco de ele hibernar. Acontece que o bicho está cada vez maior e começa a ser muito grande para o aquário. Alguém que tenha um laguinho para a Fofinha?

sábado, 2 de junho de 2007

O bom filho...

É verdade! O sacana do cágado regressou, para alegria do pirralho. Afinal não serviu para sopa, nem andou nas tertúlias (por acaso até veio bem desidratado), apenas se escondeu numa toca quase inacessível no jardim das traseiras.

terça-feira, 29 de maio de 2007

Procura-se

Desapareceu de casa de sua família, na passada sexta-feira, o cágado da fotografia.
O indivíduo tem cerca de 12cm, envergava uma carapaça esverdeada, sofre de perturbações mentais e responde pelo nome de fofinha – quando pronunciado pela voz de uma criança de três anos.
Qualquer informação deve ser comunicada para o endereço electrónico deste blog.

domingo, 13 de maio de 2007

A rã

Hoje, durante o passeio matinal de bicicleta, seguia eu abstraído nos meus pensamentos, quando de repente vejo uma pequena protuberância no asfalto. Guinada violenta, travões a fundo e toca a voltar para trás. Seria pouco maior que meia noz, mas deu logo para perceber que era algo que não devia estar ali. Coloquei a bicicleta no meio da faixa de rodagem, de modo a obrigar os carros a desviarem-se, e aproximei-me para examinar melhor. Não havia dúvidas, era uma pequena rã. Apesar da minha proximidade mantinha-se quieta. Reparei então nalgumas formigas que se juntavam em seu redor. Temi que já estivesse morta, mas não, ainda estava viva. Fui então à procura de algo com que a pudesse recolher sem a magoar. Nestas alturas, o lixo que invariavelmente se acumula nas bermas da estrada, pode revelar-se de grande utilidade, como foi o caso. Dois copos de cerveja de plástico serviram perfeitamente para recolher a pobre rã. Assim que se viu dentro do copo começou a debater-se. Bom sinal pensei eu. Já em casa constatei que tinha uma pata ferida, com os “dedos” decepados, mas de resto estava cheia de vitalidade. Ainda a pus num alguidar no exterior, mas com os seus saltos, rapidamente se evadiu. Agora está no aquário de 60, juntamente com as pomaceas, e alguns guppies, que eventualmente lhe poderão servir de alimento. Segundo pesquisei, parece-me tratar-se de um exemplar da espécie Xenopus laevis, mas uma risca verde clara ao longo do dorso está a baralhar-me a identificação. Também poderá ser uma Pipa pipa, ou uma Pipa parva. De resto é bem maior do que as rãs anãs aquáticas africanas (Hymenochirus boettgeri) que já tive, mas em princípio não será muito diferente de manter, pelo menos até estar completamente recuperada.
Fica aqui uma foto. Se entre aqueles que por aqui passam houver alguém que me possa dar alguma informação sobre este animal agradecia.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Aquariofilia

O dia de hoje foi dedicado à aquariofilia, hobbie que andava de certa forma descurado. O resultado foi um dos aquários – o das pomaceas – completamente desequilibrado e cuja recuperação era já impossível. Nem medi os níveis de nitratos, nitritos e amónia por vergonha. Foi desmontar e começar a pensar num novo projecto. Em princípio será de Neocaridinas “Red Cherry”. Entretanto as quatro pomaceas sobreviventes foram para o tanque de 60, para ver se consigo algumas posturas. Decidi também que chegou a altura de converter o aquário maior num biótipo amazónico, pelo que está na altura de me desfazer dos guppies que o infestam actualmente. Se alguém estiver interessado em guppies de borla é só dizer. O mail está ali ao lado. Tenho adultos, jovens e alevins.
O aquário principal
Pomacea BridgesiiCaridina Japónica
Corydoras Aenus