quinta-feira, 3 de abril de 2008

Enlarge your... sexyness #1.1

A chegada de vários faxs e mails aqui ao estaminé, sobre o post do Enlarge your… sexyness, leva-me a acrescentar algo ao que já foi dito, perdão, escrito.

Como algumas pessoas não perceberam bem o conteúdo do post, ou pelo menos todo o seu alcance, sinto-me compelido a aprofundar a informação sobre uma das maneiras de se aumentar o coeficiente de sexyness, neste caso, das moçoilas.

Entenda-se então esse primeiro post como uma aula teórica, sendo que este agora corresponderá a algo parecido a uma aula prática.

Peguemos novamente no vídeo dos The Subways e analisemos a actuação da Charlotte Cooper, fazendo uma ligação entre a sua linguagem corporal e gestual, com aquilo que realmente é assimilado pela audiência masculina.

Não sei se estão a ver o potencial deste post, caras amigas e leitoras, isto é a chave para a compreensão do pensamento masculino. O cromossoma XX descodificado. Vamos lá então ver isto com olhos de gajo.



The Subways- IWHWYGTS Live @ Reading 06
Uploaded by thesubwaysonline

Primeiros segundos. A baixista mantém-se na retaguarda, bebe água descontraidamente como se não estivesse à frente de 20.000 galifões, deixa incidir toda a atenção no vocalista, o qual pensa que é o centro das atenções.

Traduzindo: típica cena do fazer-se difícil, fruto proibido, a laranja no ramo mais alto, parece que não está nem aí, blá, blá, blá, etc., etc. O método é antigo mas praticamente infalível. A atenção já está toda sobre ela.

Primeiros acordes. A menina chega-se à frente, levanta o braço em direcção ao céu e ensaia os primeiros movimentos.

Traduzindo: “Abram os olhos rapazes. What you see is what you get!”

A música entra na fase mais forte, o baixo começa a tocar. Aqui importa dar uma pequena explicação sobre física. O baixo tem a particularidade de tocar, tal como o nome indica, baixas frequências. Ora a frequência é a grandeza inversa do comprimento… de onda. Feito este aparte, voltemos então ao vídeo. Se repararmos um pouco antes de a linha de baixo começar, ela está de novo com o braço levantado, o que faz realçar a zona do peito. Depois, há também a pose desafiante perante o público. Então, no fundo o que nós estamos a ver é ela a dizer: “Posso não ter umas grandes mamocas mas a minha onda é maior do que o vossa. Querem apostar?”

O ritmo está agora diabólico e a baixista rodopia e pula freneticamente. É mais de um minuto em alta intensidade física.

Aqui é simples: “Ó para mim filho! Your ass is mine! Enrolo-me a ti como o cobra vais ver! Dás três voltas nas cuecas, nem tocas nos elásticos! Depois salto-te em cima de tal maneira que andas quinze dias à procura dos ossos!”

Início do minuto dois. A baixista acalma-se um pouco e vem ao microfone cantar. Está na hora do “conversar”. Se não estivesse a actuar, provavelmente fumaria também um cigarro.

Segue-se novo período de alta intensidade. Simples novamente, o designado: “Vamos a bis.”

Já no fim da música, ela volta ao micro e, enquanto toca, olha, primeiro para o público e depois para o baixo atraindo toda atenção para o instrumento e para o seu habilidoso manejo.

Não há que enganar na forma como isto é assimilado: “Querido, é bom que não me deixes mal, é bom que não me desiludas. Não sei se reparaste mas eu toco baixo, e o baixo é um instrumento que se aprende a tocar… dedilhando.”

Têm agora noção do potencial de tocar baixo?

3 comentários:

Anónimo disse...

Com professores destes não havia alunos agarrados aos telemóveis nas aulas!
SA

Crama disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Crama disse...

Hummm... Não sei se daria bom resultado. Eu nestas coisas de aturar os filhos dos outros, levo muito à letra as sábias palavras da minha avózinha: "Quem os pariu que os embale!"